Dicas infalíveis para Pesca de Lula

Dicas infalíveis para Pesca de Lula

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A pescaria de lula pode ser uma verdadeira alegria para pescadores iniciantes e experientes. Com equipamento adequado, escolhendo a hora e o lugar certo e aprendendo algumas dicas para aperfeiçoar sua técnica, você pegará lulas com muita facilidade. Vamos lá!

EQUIPAMENTO

Escolha um molinete de pesca ultralight e uma vara de até 1.80m (6’0″) com, no máximo, 17lbs. Assim você terá um equipamento equilibrado para sentir os ataques mais sutis, além de facilitar o trabalho da isca. Utilize linhas finas, sendo monofilamento entre 0.20mm e 0.30mm. No caso de linhas multifilamento opte por espessuras mais finas de 0.10mm até 0.19mm.

ISCAS ARTIFICIAIS

As lulas têm hábitos alimentares particulares, o que significa que também precisam de iscas especiais. O zangarilho é o tipo de isca artificial mais popular. Possui o corpo que parece uma pequena manjuba (peixe), com cores atrativas e muitas vezes fluorescentes (glow). Conta com uma espécie de garateia com múltiplas pontas que permitem que sejam enroladas ao atacar a isca.

  • Todos os tipos de zangarilhos pegam lulas, em alguns dias, certas cores funcionam melhor do que outras, isso pode acontecer pela variação da cor da água. É importante ter uma variedade de tamanhos e cores para testar até encontrar a ideal.
  • Uma dica importante é testar a profundidade, assim como a cor da água, a temperatura também influencia bastante na pescaria de lulas, alterando a posição dos cardumes, do fundo de areia até a superfície.
  • Outro ponto essencial é o trabalho da isca, que deve ser feito de forma constante, com pequenos toques, em tempos variados até encontrar o trabalho ideal.
  • Os tamanhos mais populares são de 3cm a 5cm. Em casos onde há lulas de maior porte podem ser utilizadas iscas até 7cm.
  • Nas pecarias em costões você pode utilizar uma boia de correr, recolhendo lentamente trabalhando a isca para atrair a lula. Esse sistema evita que a isca fique presa nas pedras. Pode ser utilizado com zangarilho de chumbo, flutuante ou sabiki.

 ISCA NATURAL

O uso de isca natural é menos comum do que o zangarilho, mas também é uma boa pedida. Se você puder investir em iscas artificiais, utilize a manjuba que pode ser capturada facilmente com um puçá de malha fina. Com a manjuba viva você terá um resultado incrível, então tome cuidado ao iscar, introduzindo o anzol por baixo da cabeça e passando pela boca, assim a isca permanece viva por mais tempo. Utilize anzóis finos como Mosquito e Yamajin em tamanhos médios como 10, 12 e 14.

PESQUEIRO

As lulas se alimentam à noite e são atraídas pela luz, por isso é mais comum pegá-las no final de tarde até escurecer. Da mesma forma, durante a madrugada até o sol nascer você pode ter bons resultados.

Os peixes gostam de estar em águas mais profundas onde se sentem mais protegidos. Isso significa que, se houver maré alta, suas chances de pegar lulas são ainda maiores. Consulte o calendário para saber quando a maré estará nesta condição e prepare-se para pegar dezenas de lulas!

As lulas adoram calor então pesque na primavera ou no verão. É mais provável que você pegue lulas quando está quente, até mesmo no início do outono, são épocas ideais para pesca.

COSTÕES E PIERS

A pescaria em pier pode ser muito efetiva, porém, é necessário ter um lugar plano e com espaço suficiente para efetivar os arremessos. Nesses casos utilizamos varas maiores para alcançar o cardume de lula, indicamos varas a partir de 2.10m. Fique atento aos cardumes de manjubas, pois as lulas adoram esses peixinhos e provavelmente elas estão ali se alimentando.

  • Tome cuidado com as pessoas ao ser redor, certifique-se que não há ninguém por perto antes de efetuar o arremesso.

EMBARCADO

Uma opção com resultados muito positivos. Escolha um lugar com o fundo arenoso e coloque luzes no fundo ou nas laterais do barco, assim você irá atrair as lulas com maior facilidade.

  • Não é necessário arremessar longe, pois o cardume fica muito próximo ao barco.

PREPARO

Nossa equipe preparou um vídeo para facilitar no momento de limpar a lula, um processo muito simples e rápido. Confira:

Confira aqui as opções de zangarilhos e iscas para lula que fazem sucesso na sua pescaria. Lembramos que comprando aqui o seu equipamento além desse cuidado e carinho você ainda recebe 5% de volta no nosso programa de fidelidade CLUBE PAPASIRI.

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Principais Tipos de Montagens para Iscas Soft

Principais Tipos de Montagens para Iscas Soft

Em meados da década de 50 surgiram os primeiros protótipos de iscas artificiais soft com intuito de simular pequenos vermes, larvas ou qualquer outra criatura que fosse uma presa potencial para o tão desejado Black Bass, peixe de água doce originário do sul do Canadá e norte dos Estados Unidos da América que foi introduzido na Europa no final do século XIX e na América do sul no início do século XX. Com o passar dos anos inúmeras marcas e modelos surgiram no mercado, assim cativando os pescadores seja pela sua forma, coloração ou trabalho.

Além da escolha de uma boa isca é essencial fazer a montagem correta, pois esse é um fator determinante para o sucesso da pescaria. Vamos listar abaixo algumas das principais montagens para iscas soft que podem ser utilizadas para pesca de black bass, traíra, robalo e tucunaré e outros predadores.

NO SINKER RIG

Ideal para a pesca de superfície que consiste na montagem apenas com anzol e um leader de fluorocarbon. Para o trabalho na sub-superfície indicamos o anzol lastreado para que a isca possa afundar levemente.

NED RIG (JIG HEAD)

Uma das montagens mais clássicas e utilizadas para pesca esportiva, principalmente de robalos. Consiste em um anzol com cabeça de chumbo que é inserida pela cabeça da isca atravessando o corpo até o meio da sua estrutura expondo a ponta do anzol sobre o dorso da isca. Para potencializar a fisgada também pode ser acoplado o anzol suporte hook, assim, no momento da sucção, o peixe não terá tempo de refugar a isca, pois o anzol estará fisgado antes mesmo que o jig head.

  • DICA – Evite usar essa montagem em lugares com muitas estruturas ou pedras, como a ponta do anzol fica exposta a probabilidade de enroscar é alta podendo até perder a isca.

TEXAS RIG

Para essa montagem é necessário um anzol offset EWG, fluorocarbon e um chumbo bullet. Primeiramente você deve passar o chumbo bullet e a miçanga pelo leader e fazer a união do fluorocarbon com o anzol utilizando o nó único ou trilene. Passe o anzol pela parte frontal da isca até chegar ao olhal, vire o anzol posicionando a ponta de maneira que fique paralelo ao dorso da isca, faça uma marcação onde a ponta do anzol deve sair e faça a inserção.

  • DICA – Os materiais e passagem do anzol pela isca é igual para todos. Texas, Florida e Carolina Rig.

FLORIDA RIG

É uma variação da montagem Texas Rig. O diferencial é que o chumbo fica fixo através de um regulador stopper, isso faz a isca afundar mais rápido que o Texas Rig e Carolina Rig. Ideal para pesca em poços mais profundos para pesca de tucunarés.

CAROLINA RIG

É muito similar ao Texas Rig, porém o chumbo corre na linha principal ao invés do leader, assim a isca trabalha na meia água, afundando lentamente. Ideal para os dias em que os peixes estão manhosos, pois a isca fica mais tempo na área de ataque do predador.

CONSIDERAÇÕES

 

  • Todas as montagens podem ser feitas com anzol offset worm, assim a ponta fica exposta como Ned Rig;
  • O anzol deve ser proporcional ao tamanho da isca alcançando até a metade do corpo;
  • O tamanho do leader pode ser escolhido de acordo com o gosto pessoal, o ideal é que tenha no mínimo trinta centímetros;
  • Na montagem Texas Rig e Florida Rig o girador pode ser substituído por um stopper caso utilizado com carretilha, pois a mesma não torce a linha.

DROP SHOT

Montagem super simples que possui duas formas de utilizar. A primeira é com anzol Chinu ou Mosquito passando apenas na cabeça da isca deixando a ponta exposta. A segunda forma é a mais convencional com anzol offset worm ou EWG. Ao contrário das outras montagens, o chumbo fica separado da isca em contato com o fundo, assim a isca fica na meia água para trabalhar de maneira muito lenta, arrastando a isca com leves vibrações. Ideal para aqueles dias em que o peixe está super seletivo com suas presas. Pode ser montada diretamente na linha principal do molinete ou carretilha (de preferência monofilamento) ou com um leader de fluorocarbon mais longo de aproximadamente um metro, unindo o anzol com nó palomar.

VARIAÇÕES

O chumbo down shot pode ser utilizado de três diferentes formas: diretamente no anzol, sobre a haste próximo ao olhal e dentro do snap.

EQUIPAMENTO

Procure utilizar um equipamento equilibrado, pois essas iscas costumam ser leves e exigem uma sensibilidade maior. Varas como Arachnid, STP, Snook Finn são uma boa pedida. Molinetes e carretilhas de tamanho pequeno ou médio como Sienna e Caius.

A linha pode ser tanto monofilamento quanto multifilamento. Para mono dê preferência para modelos soft como PT Soft e Broad Game Pro até 0.30 milímetros de espessura. elas possuem baixa memória que evita a famosa cabeleira. Linhas de multifilamento não possuem memória, a única diferença são os modelos de quatro e oito fios, quanto maior a quantidade mais macia será a linha.

Com todas essas dicas o próximo passo é ir para pescaria colocar em prática, sua pescaria será um sucesso!

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Dicas de Como Limpar e Conservar o Peixe

Dicas de Como Limpar e Conservar o Peixe

Existem várias maneiras de manipular os peixes,  alguns pescadores logo após a captura tiram-lhe as vísceras.
Outros também os escamam, porém, a grande maioria dos pescadores logo após chegar da pescaria os acondiciona em um saco plástico e o joga no congelador, deixando a limpeza para o dia de consumo do pescado.

Consultamos a chefe de cozinha Paula Alvarez que confirma o procedimento. Segundo suas palavras “Esse é procedimento padrão de um restaurante de frutos do mar, mesmo pescados que chegavam resfriados no avião ou caminhão frigorífico o primeiro procedimento era limpar o peixe e congelar as porções limpas no congelador. Principalmente bons predadores como Anchova, Garoupa, Dourado-do-mar, frequentemente, na hora da captura estão com o estômago cheio de alimento “in natura”, como Sardinhas, Mariscos, Camarões e Lulas”. 

Se forem armazenados sem serem eviscerados enquanto fresquinhos, acontecerá o que chamamos de OSMOSE, isto é, gosto e cheiro predominantes vão “passar” para o peixe, pelo contato direto e prolongado do conteúdo estomacal, rico em suco gástrico.

Conclusão: corremos o risco de comer peixe “nobre” com gosto de “sardinha podre” ou de coisa pior.

Por isso consideramos como acessórios indispensáveis tesoura ou faca para limpar peixe no próprio local da captura.

Outro ponto positivo é que o descarte das escamas e vísceras podem ser deixadas como alimento aos demais peixes ou até mesmo usamos como engodo para chamar mais peixes no pesqueiro. Com isto, não levará mais “lixo” para casa e receberá dupla recompensa: da esposa, com certeza, e dos amigos elogiando o gosto especial do pescado. E ainda podemos contar a experiência de como esse peixe veio parar no prato principal da família. 

 

Tradicional durante o mês de maio até julho no sul do Brasil a Tainha é uma verdadeira delícia e é responsável por unir as famílias, tanto na pescaria da praia como em volta da mesa. 

A grande demanda é fazê-la recheada com farofa usando parte das moelas, também podem ser adicionados camarões, mariscos. Frita em posts ou assada aberta na brasa, são ótimas opções, porém, por ser um peixe de gosto forte,  devemos ter atenção por uma gordura que está na espinha do peixe que é responsável pelo gosto e cheiro forte do pescado. Seguimos com um vídeo onde mostramos como retirar essa gordura e deixar o sabor leve e sem impregnar a casa com aquele cheirinho de tainha.

Com a lula, assim como outros frutos do mar devemos seguir com a mesma preocupação, ela se alimenta de pequenos peixes e como é pescada principalmente no verão devemos manter a atenção com sua preparação. A lula tem um corpo macio por fora e mais consistente por dentro.

Seu sabor e textura são incomparáveis, sabor maravilhoso e de fácil preparo, a lula à minalesa, à dorê, ou simplesmente frita à alho e óleo. Confira o vídeo que preparamos com as principais dicas para limpar lulas para o consumo.

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Guia de nós para Pesca de Praia

Guia de nós para Pesca de Praia

Para o sucesso da pescaria é necessário aprender a fazer os nós de maneira adequada e eficiente para cada modalidade. Apresentamos aqui, uma grande variedade de nós que cobrem a maioria das situações em que os pescadores se deparam, incluindo os nós de pesca pesada, nós de pesca simples, nós de pesca com mosca (fly), nós de união entre monofilamento e multifilamento.
Esses nós oferecem diferentes níveis de dificuldade para uma variedade de aplicações. Seja você um novato ou um veterano, esta matéria irá ajudar e muito em suas pescarias. Os nós cobrem uma variedade de propósitos. A maioria dos pescadores se contentam com apenas um tipo de nó coringa que seja fácil e rápido.
Se você é novo na pesca, aprenda primeiro alguns dos nós mais fáceis. Depois de dominar sua coleção, adicione um ou dois nós especiais que achar úteis para modalidade que pratica. Poucos pescadores conhecem ou usam todos. O objetivo é usar alguns deles de maneira correta e confiável.
A prática leva à perfeição, e os nós de pesca perfeitos garantem maior sucesso na pescaria.
Esses vídeos o ajudarão a dominar cada um dos nós de pesca mais essenciais. Lembre-se o segredo é praticar e testar, testar, testar até dominar a técnica, afinal, nós pescadores somos conhecidos por nossa grande capacidade de teimar.

SEGUEM AQUI VÍDEOS TUTORIAIS DE NÓS EM ORDEM DE INICIANTES ATÉ PROFISSIONAIS

O Nó Único é indiscutivelmente o com melhor desempenho quando juntamos facilidade de aplicação, versatilidade e resistência. Fácil de atar, é a melhor opção para os iniciantes na pesca esportiva em geral. Pode ser aplicado em todas os tipos de fibra, monofilamento, multifilamento e fluorocarbon.

O Nó de Sangue, Nó Alemão ou União é indispensável para usar nas emendas de nylon monofilamento.

Nó de Sangue Clássico é indispensável para fazer emendas em fibra monofilamento, recomendado para pesca de praia que usam arranques ou chicotes longos para arremessos distantes, onde o nó além de forte precisa passar por dentro dos passadores durante o lançamento. Aí o seu formato e o baixo volume faz toda a diferença. 

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Pesca de Tilápias na artificial? Confira as dicas

Pesca de Tilápias na artificial? Confira as dicas

ORIGEM DAS TILÁPIAS NO BRASIL

Originária do Nilo,  o histórico e lendário rio do Egito, a tilápia disseminou-se pelo mundo.
Entretanto, sua criação comercial alcançou o auge a partir dos anos 50. No Brasil surgiu em um projeto experimental para implementação da especie no ano de 1971, afim de estudar seus comportamentos e adaptação ao clima brasileiro. Sua exploração comercial se deu na década de 80 desde então o peixe se consolidou pelo fácil manejo, adapatação além de apresentar uma excelente proteina com sabor suave e muito delicioso.

Como as tilápias possuem fácil adaptabilidade a diversas condições ambientais, além de serem resistentes a doenças, geralmente, podem ser criadas tanto em lagos naturais e açudes como também em represas artificiais ou tanques-rede. Além disso, as tilápias não requerem água com grande quantidade de oxigênio, resistindo muito bem a alterações bruscas de temperatura. Da mesma forma, são consideravelmente fáceis de alimentar e se reproduzem com bastante facilidade.

HABITOS ALIMENTARES

As tilápias são classificadas como peixes omnívoros, herbívoros zooplanctófagos ou fitoplanctófagos, alimentando-se de inúmeros organismos vegetais (algas, plantas aquáticas, frutos, sementes, raízes, entre outros) e pequenos animais (microcrustáceos, larvas e ninfas de insetos, vermes, moluscos, anfíbios, peixinhos, entre outros).

PESCA ESPORTIVA

A pesca esportiva da tilápia é categorizada como ultra light e vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil, pelo fato de ser facilmente encontrado em pesqueiros de todo país além das belas brigas que a espécie. Sua pesca pode ser feita no modo convencional utilizando massas e rações ou com iscar artificias. Mas qual é o equipamento ideal?

EQUIPAMENTOS

Pelo fato de ser um peixe extremamente arisco e curioso é necessário utilizar equipamentos equilibrado para potencializar o resultado. Para isso é necessário:

  • Vara de carbono 6 a 14 libras com comprimento a partir de 1.52m (5’6″ pés);
  • Linha multifilamento de no máximo 0.20mm ou monofilamento até 0.30mm;
  • Líder de fluororocarbono de 0.33mm (aproximadamente 20cm);
  • Snap tamanho pequeno número 00 ou 0;
  • Molinete tamanho 500 até 1500 ou carretilha da preferência do pescador.

Para uma briga mais emocionante é necessário regular o conjunto, evite deixar a fricção travada ou totalmente livre, pois dessa forma a probabilidade de perde o peixe ou a fisgada é grande, em casos mais graves até mesmo quebrar o equipamento. O ideal é que vara ao alcançar envergadura limite a fricção do molinete ou carretilha libere a linha para que o peixe possa continuar nadando, evitando sobrecarregar a vara.

ISCAS ARTIFICIAIS

Hoje no mercado encontramos inúmeros modelos e marcas de iscas disponíveis, porém vamos apresentar alguns modelos coringa que apresentam excelente resultado.

SUPERFÍCIE

Em dias de calor intenso as tilápias costumam ficar na flor da água na oportunidade de capturar pequenas presas ou frutos, iscas de pequeno porte como popper, varejeira, hélice ou até mesmo uma ração artificial são irresistíveis. O seu trabalho deve ser feito com recolhimento intercalando leves toques de ponta de vara e pausas, imitando um pequeno inseto na superfície. Preste bastante atenção, pois assim que peixe identificar a isca é perceptível sua presença logo abaixo esperando a pausa para efetuar o ataque.

MEIA ÁGUA

Em alguns dias em que atividade na superfície é baixa as iscas de meia água são uma boa pedida, além de serem uma das preferidas dos pescadores. Vamos separar três dois grupos

  • FLOATING:são iscas que após a pausa do recolhimento flutuam até a superfície, permitindo um trabalho com recolhimento continuo lento ou com pequenas pausas e toques de ponta de vara, assim isca imita um pequeno peixe ferido e vulnerável.
  • SUSPENDING: possui flutuabilidade neutra, ou seja, após a pausa do recolhimento permanece na profundidade desejada tendo uma leve flutuabilidade. Essa modalidade é excelente para trabalho com ponta de vara lento fazendo com que a isca nade em zig zag, mas lembre-se, de maneira sutil para não tirar a isca da boca do peixe.
  • SINKING:são iscas que tem ausência de flutuabilidade, para manter a profundidade desejada deve ser ajustada ao recolhimento, quanto mais lento for o recolhimento mais a isca irá afundar. Fique atento, pois em lugares com muitas estruturas subaquáticas a isca pode ficar presa e com chances de perder seu equipamento.
FUNDO

As iscas de fundo são indicadas para situações de pesca com baixa atividade onde o peixe está manhoso, nesse caso as iscas soft são as melhores opções. A montagem pode ser feita da maneira convencional com jig head de até 7 gramas ou com sistema texas rig, carolina rig e alabama rig. O trabalho é similar a pesca de robalos que consiste em deixar a isca alcançar o fundo e posteriormente dar um leve toque de ponta de vara, fazendo a isca subir e retornar ao fundo. É importante que seja lento o trabalho dando oportunidade do peixe atacar no momento vulnerável em que a isca está descendo em encontro ao fundo.

ARREMESSO

Para ganhar maior distância nos arremessos deixe a isca em uma altura de aproximadamente 40cm em relação a ponta da vara, assim o blank ira fazer uma movimentação similar a uma alavanca lançando a isca com maior facilidade.

Com todas essas dicas o próximo passo é ir para pescaria colocar em prática, sua pescaria será um sucesso e muito prazerosa com esse peixe que é tão adorado por nós pescadores.

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Por que escolher Anzol Gamakatsu é a melhor decisão?

Por que escolher Anzol Gamakatsu é a melhor decisão?

Há aproximadamente 20.000 anos, a invenção do anzol marcou o início da pesca. Os primeiros anzóis foram feitos de madeira ou ossos.
À medida que a tecnologia melhorava os anzóis sofreram alterações e melhorias, registros mostram que moscas artificiais (fly) foram usadas no Egito há 4.000 anos. A pesca também era uma forma popular de entretenimento na antiguidade.
Hoje, materiais modernos e técnicas de fabricação resultaram em centenas de modelos de anzóis de altíssima qualidade, projetados para tipos específicos de peixes e modalidades de pesca.

Os métodos usados na produção de anzóis Gamakatsu são referência para todas as outras marcas. A empresa utiliza o melhor aço carbono, isso evita qualquer dano a estrutura do anzol durante a fabricação, pricipalmente os modelos de chapinha (sem olhal) que não recebem tratamento térmico para confecção do olho, assim conservando integralmente a resistência original do aço durante a pescaria.

A Gamakatsu desenvolveu o sistema de têmpera mais avançado do mundo. Cada anzol é aquecido à temperatura exata para cada tamanho e modelo e depois é resfriado em óleo. Esse processo torna o aço mais rígido, reforçando a estrutura, mesmo submetido a grande força não quebra.
É extremamente difícil alcançar um equilíbrio entre força, peso e afiação. Um processo contínuo de emprego de técnonolgia em um processo de aperfeiçoamento durante décadas para chegar ao ponto de excelência atual da marca.

Por último deixamos o mais importante, o processo de afiação que é considerado junto com a Owner o mais moderno do mundo e resulta em um ponto perfeitamente cônico que é inigualável, conhecido como “ponta envenenada”.

Os modelos mais utilizados no Brasil são os modelos Maruseigo, Akita Kitsune e Mikoshi Unagui para pesca de praia.

Para a pescaria de finesse de robalos com vara telescópica o modelo Shiner Hook, infalível para montagem com camarão vivo.

Para modalidades de pesca pesada, seja para água doce ou salgada, utilizamos Octopus, Octopus 4X, Octopus Circle e Big River.

Não temos dúvida que um anzol de qualidade faz toda a diferença no resultado da sua pescaria, compensa muito mais investir em um anzol do que comprar um conjunto de pesca com alto investimento e usar um anzol pesado, com péssima ponta. Uma pescaria bem sucedida é alcançada com anzóis de boa qualidade pois, é com ele que seu troféu será fisgado.

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Como surgiu o pesque e solte?

Como surgiu o pesque e solte?

Henry Leon Wulff mais conhecido como Lee Wulff nasceu no dia 10 de fevereiro de 1905, iniciou sua trajetória na pesca muito jovem com apenas 10 anos de idade, utilizando um conjunto clássico de fly fishing. Além de pescador, foi um artista, piloto de avião, cineasta, produtor e escritor.

Em 1920, Wulff e sua família mudaram para San Diego, na Califórnia. Lee rapidamente se adaptou à pesca de água salgada para captura de robalos e corvinas nas praias banhadas pelo Oceano Pacífico. Frequentou dois anos San Diego State College antes de se transferir para a Universidade de Stanford para estudar engenharia. Formou-se em 21 de junho de 1926 com um diploma em engenharia, apesar de formado em engenharia, Lee Wulff não queria ser engenheiro, sua vocação era pesca esportiva.

POR QUE LEE WULFF É CONSIDERADO O PAI DO PESQUE E SOLTE?

Em 1939 no seu livro “Manual da pesca de peixes de água doce” Wulf cita sua famosa frase: “os peixes são valiosos demais para serem capturados apenas uma vez”. Anteriormente no ano de 1930 o pescador observou que a população de Salmão do Atlântico estava em um drástico declínio, o que levou Wulf alertar o governo canadense a tomar providencias para preservação da espécie.

Lee Wulff dedicou a vida inteira para a pesca, foi autor de vários livros sobre a pesca com mosca, desenvolveu moscas populares como Gray Wulff, White Wulff e Royal Wulff. Pai da pesca com mosca moderna, é responsável por muitas ideias inovadoras, como a criação do primeiro colete de pesca, que costurou com as próprias mãos.

Ele foi casado com Joan Wulf, a “primeira dama do fly”, a primeira mulher a ganhar uma competição de arremesso no fly e recordista em distância de arremesso, consagrando-a como a “melhor arremessadora do mundo”.

O casal fundou a Escola de Pesca com Mosca Wulf em 1979, no rio Beaverkill, em Nova York. Também fundaram a Royal Wulff Products, fabricante da famosa linha de fly com perfil triangular.

Joan explicou a razão do casal para abrir a escola: “O sonho de compartilhar com pescadores entusiastas aprender as técnicas do esporte “.

Lee Wulff morreu em 28 de abril de 1991, perto de Hancock, Nova York, quando o Piper Super Cub que ele pilotava colidiu com árvores no final da pista durante um pouso.

Contribuição Revista Pesca e Companhia.

As vantagens e desvantagens de usar uma linha de multifilamento

As vantagens e desvantagens de usar uma linha de multifilamento

Desde do início desde década o uso das linhas de multifilamento vem se popularizando entre os pescadores esportivos, podemos dizer que no inicio as linhas estavam sendo testadas e que nos últimos anos a qualidade das fibras e os métodos de confecção foram virando o jogo, e hoje a linha de multifilamento está presente em praticamente todos as tralhas dos pescadores. Para cada tipo de pescaria, um tipo de linha ideal.

As linhas de multifilamento são fabricadas com fibras sintéticas muito finas e podem ser Dyneema ou Spectra, de acordo com a marca o que muda é a forma de concepção, tipo de tratamento que é dado na fundição dos micro fios, a soma desses fatores podem alterar a superfície da linha deixando mais lisa, reduzir sua aspereza, menos elástica assim por diante.

Na maioria das vezes dependendo da marca e do processo de fabricação podem ser até duas vezes mais fortes que as linhas de monofilamento, isso garante enorme vantagem para o pescador esportivo que já se adaptou com o uso da linha multifilamento.

Esses modelos de linhas possuem um coeficiente de elasticidade que é quase nula, não faz aquele efeito de mola quando liberada do carretel, porém requer regulagem pouco mais leve do freio da carretilha, usando-se menos frenagem. Já com molinete o ideal é deixar colocar a linha com bastante pressão no recolhimento, de forma que ela fique mais compacta no carretel para compensar a falta de elasticidade.

Por ser inelástica aumenta bastante a sensibilidade das batidas na linha, ou ponto interessante é usar a falta de elasticidade para dar resposta imediata nas fisgadas, essa diferença vai ser notada na pescaria de peixes que exigem esta rápida reação como a pesca de dourados de água doce. Nas primeiras pescarias com este tipo de linha é necessário um período de adaptação, exigindo por parte do pescador paciência, conforme ele vai pegando a confiança e os resultados começam a ser alcançados logo das pescarias sem percebe-se que está usando um material diferente.

Como não tem abrasão eles não são indicadas para confeccionar os chicotes, além disso como a maioria tem uma capa de proteção elas acabam escorregando ao fazer uma laçado de chicote entre a própria linha. O recomendado é uso de um líder monofilamento fluorcabon, este pode variar o tamanho e a bitola de acordo com a pescaria, por exemplo uma pesca de robalos usamos linhas de multifilamento de 0,19mm com um leader de fluorocarbon 0,47mm com aproximadamente 25cm, na pescaria de anchovas usamos linha 0,32 com lider 0,62mm de 35cm. Cada pescador pode desenvolver a sua técnica para uso do líder. Já na pesca de fundo usamos um girador para conectar a linha multi com o chicote da ponta.

Confira abaixo um exemplo de nó que é muito eficiente para esse tipo de ligação entre multifilamento e um girador ou snap.

 

Para finalizar vamos destacar abaixo as principais vantagens e desvantagens de usar uma linha multifilamento:

  • Entre os testes com anos equipe foi o desconforto quando o anzol ou isca artificial enrosca em uma estrutura, arrebentar uma linha multifilamento não é tarefa fácil, principalmente quando a bitola é maior que 0,40mm, inclusive mesmo querendo corta-lá não é tão simples, é recomendado o uso de tesouras serrilhas.
  • Quanto ao nós, assim como as linhas de monoflilamento é indispensável que se faça um teste antes de arriscar perder uma bela briga, por serem pouco abrasivas as linhas de multifilamento podem escorregar, alguns nós podem apresentar este defeito, verifique antes de usar. A nossa experiência com linha de multifilamento grossas fez com que sempre fosse adotado um leader de monofilamento na ponta mesmo em uma pescaria pesada como a da Pirarara, dando preferência para os de fluorcarbon.
  • Depois de muito testar em nossas pescarias podemos comprovar que em condições normais de uso, as linhas de multifilamento acabam tendo o custo x benefício melhor que as linhas de monofilamento, quanto maior a bitola maior é a durabilidade, por exemplo uma linha 0,56mm pode durar até um ano de uso, as linha de pesca de praia com bitola aproximada de 0,10mm, por serem muito finas e mais expostas aos efeitos do tempo mantém a sua qualidade até seis meses sem a necessidade de manutenção. Esta manutenção pode ser feita invertendo a linha ou lubrificando, neste caso recomendamos o uso do Jimo Silicone (inodoro) ou sprays específicos para linhas de pesca.
  • Hoje com os novos processos de fabricação as linhas de multifilamento são usadas em praticamente todas as modalidades de pesca, quem gosta de emoções fortes e de equipamentos cada vez mais leves e eficientes com certeza vai ficar satisfeito com o resultado das linhas de multifilamento.

Confira nosso vídeo que dá uma dica de como unir uma linha monofilamento com multifilamento:

Acesse o site e confiras os modelos e marcas disponíveis de linhas multifilamento.

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Guia de Pesqueiros e Pesque Pague de SC

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Toda pescaria começa dias antes com a preparação do equipamentos além da escolha do ponto ideal de pesca. Pensando em oferecer os melhores destinos, preparamos um mapa que serve como um guia para os viajantes em busca de seus troféus de água doce no estado de Santa Catarina. Nesta matéria você encontra os melhores pesqueiros com o detalhamento de sua infraestrutura além das espécies disponíveis para pesca.

Em caso de boa experiência com algum pesqueiro não listado, entre em contato com a nossa equipe e solicite a inclusão do mesmo. Sua contribuição será bem vinda.

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