4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

Em lugares onde não há grandes rios, represas ou mar, os pesqueiros são uma ótima opção para a pescaria esportiva, e tornaram-se uma paixão nacional. Um dos peixes mais cobiçados é o Tambaqui que possui o corpo arredondado e uma dentição molariforme, para facilitar sua alimentação que é baseada em sementes de castanheiras, sementes, frutas, insetos aquáticos e caracóis.

Sua espécie é distribuída na região Norte, além dos estados de Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Alguns exemplares podem alcançar 90cm e 50kg com facilidade em pesqueiros, o que o torna tão cobiçado como um troféu, garantindo uma bela briga.

Para isso é necessário a montagem correta para cada situação de pesca. Nessa matéria vamos listar cinco formas infalíveis para captura desse gigante dos pesqueiros utilizando boia cevadeira.

DIRETINHO

O sistema mais clássico utilizado para iniciantes na modalidade. Consiste em uma boia cevadeira, chicote de 0.40mm até 0.50mm com até 1m de comprimento com anzol chinu (a partir do tamanho 05), anexado ao girador da boia cevadeira.

Para camuflar o anzol pode ser utilizado miçanga, ração furada ou massa.

  • Observe o peixe para localizar em que área o animal está se alimentando, como o chicote é comprido possibilita diminuir em até 20cm.
BOINHA BOIÃO

Também conhecido como “palminho”, essa montagem tem como objetivo deixar o anzol longe da boia cevadeira com o auxílio de uma boia guia. Em dias em que o peixe está arisco faz toda a diferença pois, evita que o peixe visualize a boia cevadeira quando está subindo até a superfície para se alimentar.

O chicote deve ter no mínimo 3m de comprimento com bitolas entre 0.40mm e 0.50mm, boia guia tamanho 02 ou 04 com cores chamativas para visualizar com facilidade, anzol chinu (a partir do tamanho 05) com miçanga, ração furada ou massa.

Quando a boia guia afunda, recolha a linha para manter esticada e faça a fisgada.

BOIADINHO

Para uma situação de pesca onde o peixe está manhoso e comendo muito pouco, a montagem boiadinho é excelente para enganar o peixe de uma maneira muito sutil e sensitiva.

Chicote entre a espessura de 0.40mm ou 0.50mm com até 5 metros no máximo. Flutuador EVA de cores distintas e um anzol chinu.

Faça a emenda do chicote no girador da boia e posteriormente passe dois flutuadores com cores que se destacam, elas irão sinalizar quando o peixe está carregando a isca. Em seguida, passe mais três flutuadores na cor de ração ou qualquer outra que apresentar mais ação no pesqueiro escolhido.

  • Para fixar o flutuador utilize o palito plástico ou palito de dentes. Outra opção muito eficiente é o regular stopper, porém deve ser colocado em sequência: stopper>flutuador>stopper.

Por último o anzol miçanga, ração furada ou massa deixando uma distância do último flutuador com aproximadamente 5cm.

ANTENINHA

Como o próprio nome sugere, ao invés de utilizar um anzol chinu convencional com massa ou miçanga, é adotado a anteninha. Esse sistema é indicado para dias de muita atividade quando o peixe está na superfície em busca da ceva.

Escolha um chicote entre 3m e 5m com espessura 0.50mm, em uma das extremidades faça a emenda com um girador, passe uma boia guia, em seguida um flutuador EVA.

  • É importante que a boia guia fique em uma distância de no mínimo 60cm da anteninha, para não chamar atenção do peixe, pois ela serve apenas para auxiliar no momento da fisgada.

Faça a união da outra extremidade com a anteninha e cubra o nó com o flutuador, dessa forma a anzol terá mais flutuabilidade além de proteger o nó.

DICAS

  • Antes de iniciar a pescaria, faça a ceva arremessando a boia cevadeira até 3 vezes para observar a ação do peixe;
  • Use sempre anzóis sem farpa para manter a integridade física do peixe;
  • O chicote em alguns casos pode ser feito com linha de fluorocarbono;
  • Caso tenha receio de utilizar o anzol diretamente na linha, o encastoado é uma boa opção contra a dentição do Tamba;
  • Para massas de maior porte o anzol wide gap funciona muito bem;
  • Linhas grossas para chicote costumam apresentar memória, então após fazer o corte do tamanho desejado estique até diminuir o efeito “mola”;
  • Faça variações da profundidade do anzol para identificação onde está a área de alimentação dos redondos;
  • Tenha em mãos diferentes tipos e cores de miçangas, anteninhas e flutuadores;
  • Não utilize linha multifilamento para os chicotes, na briga com o peixe pode enrolar em volta do seu corpo causando ferimentos.
Agradecimento especial ao nosso cliente e amigo Marcelo Nogueira por disponibilizar a foto para matéria.

Essas são as montagens mais utilizadas na pescaria de Tambas, mas lembre-se, faça experimentações e montagens inusitadas, assim além de entender melhor como elas funcionam é possível ter maiores ações em suas pescarias.

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Capa de Chuva Conjunto Impermeável Pescador Pioneira

Capa de Chuva Conjunto Impermeável Pescador Pioneira

Capa de Chuva Conjunto Impermeável Pescador Pioneira

Depois de tanto planejar a pescaria do final de semana, chega o grande dia, porém ele traz consigo a chuva. Mas isso não é mais um problema, pois a chuva não é maior que a nossa vontade de pescar.

O conjunto impermeável Pescador da Pioneira é um acessório indispensável na caixa de pesca, assim você estará preparado para qualquer imprevisto.

Permite utilizar por cima da roupa garantindo liberdade nos movimentos com total proteção contra a chuva. Também é uma ótima opção para o uso cotidiano como bicicletas e motocicletas. Além da sua função principal, funciona como um corta vento para dias frios na pescaria de praia, costão ou embarcada.

CARACTERÍSTICAS

  • Disponível nos tamanhos M, G e GG;
  • Composto por jaqueta e calça;
  • Fabricado em nylon com costuras seladas;
  • Jaqueta possui capuz com ajuste, bolso interno, ajuste na cintura e nos punhos;
  • Fechamento com zíper e camada protetora com velcro;
  • Calça com elástico na cintura e barra.

Ainda temos duas variações com a mesma funcionalidade:

JAQUETA CANGURU

Fabricada em nylon com capuz, bolso frontal, elástico nos pulsos e ajuste na cintura.

CAPA LONGA

Similar a um poncho, possui fechamento com zíper e camada protetora com velcro. Ainda conta com capuz com ajuste e punho reto.

Preparamos um vídeo com o detalhamento técnico desse produto:

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Tubo Porta Varas PVC segurança no transporte de varas de pesca

Tubo Porta Varas PVC segurança no transporte de varas de pesca

Com o aumento das viagens de pesca a necessidade de transportar varas tornou-se um grande questionamento entre nossos clientes: como transportar minhas varas de pesca com segurança?

Listamos algumas características importantes para tornar mais fácil a sua viagem.

TUBO PORTA VARAS

Para maior segurança escolha porta varas construídos com materiais rígidos como PVC, assim ao sofrer impactos ou peso de outras bagagens não será descarregado sobre os equipamentos em seu interior, mantendo-os seguros.

Características:

  • Fabricado em tubo PVC rígido com 100mm de diâmetro;
  • Comprimentos disponíveis de 1.80m, 1.90m, 2.00m e 2.15m;
  • Cobertura protetora em nylon reforçada;
  • Alça de ombro para auxiliar o transporte;
  • Sistema de fechamento para cadeado e etiqueta de identificação nos despacho.

ORGANIZADOR

Para ter um maior aproveitamento do espaço interno do tubo porta varas, além de otimizar o espaço evita o contato entre passadores e ponteiras.
Confira a matéria completa tudo sobre organizador de varas Jogá.

Já com as varas devidamente organizadas devemos fazer o teste para verificar se há folgas, utilize plástico bolha para preencher o espaço que está sobrando para evitar a movimentação durante o transporte. Faça o mesmo procedimento para os passadores maiores no meio das varas e nas pontas.

Faça um teste rápido chacoalhando o tubo para assegurar que não há movimentação interna.

Assista o vídeo com o passo a passo completo:

Agora que não restam dúvidas é a hora de viajar e capturar aquele troféu!

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Organizador de varas de pesca para viagem

Organizador de varas de pesca para viagem

O organizador de varas é um acessório muito simples, porém, muito eficaz para manter a segurança das varas de pesca no envio em tubos porta varas, especialmente, quando é despacho aéreo e viário. Evita o contato entre passadores, ponteiras e blank das varas que pode causar atrito podendo até mesmo quebrá-las.

Consiste em duas placas de borracha EVA, sendo um maior com 7.5cm para os blanks e o menor 5.5cm para as pontas. Ambos possuem seis furos e 1.3mm de espessura. Acompanha fita com fechamento em velcro para unir os cabos.

INSTALAÇÃO

Coloque as varas sobre uma superfície planta alinhando os cabos, assim você irá identificar o local ideal para instalar a placa na altura das ponteiras.

O próximo passo é fixar as partes mais grossas do blank. Posicione os passadores de forma que não entre em contato e faça o encaixe das varas.

Após todas as partes estarem fixas, utilize a fita para juntar os cabos sem deixar folgas.

Para fazer o transporte é necessário colocar em um tubo porta varas rígido. Em viagens longas há muita movimentação e impactos por esse motivo é necessário uma boa proteção. Fique atento, pois, as ponteiras devem sempre estar na parte de cima do porta varas, além disso, ao retirar seja cauteloso pois as pontas são finas e não podem sofrer grande pressão.

 

  • Proteja os passadores e ponteiras com plástico bolha para amenizar os impactos.

Confira nosso vídeo explicando sobre o funcionamento desse acessório além das suas características técnicas.

Com essa dica você terá mais segurança para transportar seus equipamentos garantindo uma pescaria bem sucedida, além de compartilhar suas experiências.

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Como Enviar Varas de Pesca com Segurança

Como Enviar Varas de Pesca com Segurança

Como Enviar Varas de Pesca com Segurança

Sejam bem vindos ao blog Papasiri, nesta matéria iremos mostrar o passo a passo de como enviamos sua vara de pesca de maneira que ela chegue em perfeito estado na sua casa, até porque, nós, pescadores sabemos que quando o planejamento não sai de acordo com o que esperávamos, corremos o risco e perder a pescaria tão esperada.

O nosso principal objetivo é mostrar com detalhes o procedimento de segurança para envio que adotamos com a experiência de mais de duas décadas. Você cliente pode ficar seguro e não ter receio de comprar o seu equipamento de pesca on-line e seu produto acabar chegando danificado. Confira o passo a passo como embalamos e preparamos seu pedido com toda segurança e dedicação que ele merece.

  • Primeiro passo:  

Assim que seu pedido é aprovado ele segue para a expedição onde um de nossos especialistas, irá examinar as emendas, passadores, ponteira e o Reel Seat.

  • Segundo passo:

Protegemos de maneira eficaz os passadores e a ponteira com plástico bolha e introduzimos o caniço em uma embalagem de PVC reforçado homologado pelas transportadoras. Além do plástico bolha adicionamos outros materiais para que não haja movimentação da vara dentro da embalagem. O PVC evita que durante o transporte algum outro produto possa vira ser colocado em cima e acabar causando avarias no caniço.

  • Terceiro passo:

Assim que passou pela análise de um especialista pescador igual você, e recebeu a embalagem adequada, o seu pedido será faturado. É nesse ponto que emitimos as Notas Fiscais, contratamos o seguro da transportadora e solicitamos a coleta.
Esse processo leve geralmente um dia útil, já com o código de barras d e rastreio e assim que o produto for postado você recebe diretamente no seu e-mail um código de rastreio para acompanhar sua encomenda.

  • Rastreamento:

Após a postagem do produto na transportadora, você receberá o código de rastreio via e-mail além de ser notificado a cada nova atualização.

  • Como retirar o produto da embalagem ao receber:

No momento da embalagem é adicionado uma etiqueta indicando o local certo de fazer a retirada do caniço, retirando da maneira instruída torna-se mais difícil a danificação da sua vara de pesca.

Se preferir pode anallisar o procedimento por vídeo, confira:

A loja está desde 1997 buscando a melhor maneira de conseguir a satisfação de seus clientes e nas vendas on-line não é diferente. Queremos cada vez mais conquistar a confiança de cada amigo, como nossa dedicação, afinal, somos pescadores como você e sabemos de suas necessidades.

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Anzol, conheça suas características e principais modelos

Anzol, conheça suas características e principais modelos

Anzol, conheça suas características e principais modelos

O conceito de anzol vai muito além de um simples "gancho" para captura de peixes, o uso inadequado pode fazer da sua pescaria um verdadeiro fracasso. Preparamos essa matéria para que você entenda melhor sobre a anatomia dos anzóis e como cada uma das suas caraterísticas podem influenciar na modalidade de pesca escolhida.

OLHO OU OLHAL

Fica no topo da haste do anzol e serve para fixar a linha podendo usar vários nós para união como nó único, nó trilene ou de forca. Para utilização na pesca de praia faça uma adaptação com o mesmo empate para anzóis de chapinha. Possui dois modelos básicos: argola e agulha (diâmetro menor).

CHAPINHA OU PATA

Muito comum para a utilização na pesca de praia devido ao seu menor peso além de facilitar o nó de empate (pernada) fazendo do mesmo uma extensão do anzol sem olhal, que trabalha de maneira mais natural com as movimentações da maré.

Confira algumas das vantagens:

HASTE

Consiste no “corpo” do anzol que pode ter comprimento e espessuras variadas. Além de servir como um suporte para o empate evita que peixes com dentição possam alcançar a linha e cortá-la. Possui variações como curta, média, longa e com farpas.

ABERTURA

Espaçamento entre a ponta do anzol e a haste que pode variar muito entre cada modelo. Quanto menos espaço entre ambos, mais fácil é a entrada do anzol na boca de pequenos peixes.

PONTA

Corresponde a extremidade que perfura o peixe, apresentando inúmeras variações de posicionamento sendo reta, curvada, invertida aberta ou fechada. Possui formatos diferentes como ponta de agulha (lisa) ou chanfrados com várias faces.

FARPA

É o componente que prende o anzol na boca do peixe tendo variações como a normal (standard), meia farpa, micro ou tripla (sendo duas na haste).

GARGANTA

Distanciamento entre a curvatura do anzol e a ponta.

CURVATURA

A parte mais baixa do anzol que forma um ângulo perpendicular à haste. Cada modelo de anzol possui uma curvatura sendo mais aberta ou fechada.

MATERIAIS

Em resumo, o material base utilizado para anzóis é o aço carbono, além de ser muito versátil oferece uma ótima afiação, maleabilidade e resistência. A escolha desse material não é por acaso, em situações onde perdemos o peixe o anzol fica na boca do animal em questão de dias o mesmo se deteriora com muita facilidade, não afetando a saúde e evitando a morte do mesmo.

Também há materiais como aço inoxidável geralmente empregados para anzóis de pesca pesada onde é necessário força extrema.

Possui várias formas de cobertura em nickel com variações de cores. Sua principal função é retardar a oxidação do anzol e garantir maior longevidade da afiação.

Outro ponto muito importante é o tipo de afiação que pode ser feita através de processos químicos ou com laser, porém, cada fabricante utiliza um método.

Anzóis forjados podem oferecer maior resistência do que modelos convencionais, tendo formato comum arredondado ou amassado.

MODELOS

Aos decorrer dos anos e o aprimoramento de processos e matérias primas surgiram vários modelos de anzóis com funcionalidades especificas, porém vamos citar os mais comum utilizados no Brasil.

MARUSEIGO

O modelo mais comum e conhecido entre os pescadores, adotado para as mais variadas modalidades de pesca sendo os menores para pesca de praia, médios para pesca pesca de água doce como tilápia, piau e carpa. Já os tamanhos grande é ideal para pesca pesada de anchova, dourado, pintado, piapara entre outros.

Tamanhos: 06, 08, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 26, 28 e 30.

CHINU

É o queridinho entre os pescadores esportivos de água doce, possui menor volume ideal para usar com massa, milho e pequenas frutas. Indicado para captura de peixes com dentição e boca pequena como pacu, tambaqui, tilápia e carpa. Tamanhos pequenos são empregados para pescaria embarcada na água salgada, principalmente para o peixe porco e prego.

Tamanhos: 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08 e 09.

OCTOPUS

Um clássico da marca Gamakatsu, reconhecido para sua resistência para pescaria pesada para peixes como anchova, garoupa, pirara, jau entre outros. Os tamanhos menores são ótimos para pesca de tilápia,pacu, piau, piauçu.
Possui duas variações que são o 4X, que é mais reforçado com olhal reto e a versão Circle.

Tamanhos: 08, 06, 04, 02, 01, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 7/0, 8/0 9/0 e 10/0.

LIVE BAIT

Anzol curto e super reforçado ideal para usar com isca naturais para captura de grandes exemplares como atum, olhete, olho de boi e xaréu preto.
Também é uma ótima opção para a confecção de suporte hook para jumping jig, indicamos o uso de kevlar e argola solid ring.

Para iscar passe o anzol pela parte de cima da cabeça do peixe ou pela boca.

Tamanhos: 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 7/0, 9/0, 11/0 e 13/0.

CIRCLE HOOK

Um dos modelos mais utilizados para pesca esportiva, principalmente para peixes de grande porte como pirarara, jau, pintado e surubim. Também pode ser tilziado para pesca embarcada em alto mar para captura de cherne, garoupa, olhete, galo de penacho entre outros. Seu grande diferencial é a ponta curvada em formato de "unha" que ao ser sugado encaixa na extremidade da boca do animal, evitando que o mesmo engula e cause ferimentos internos.

Tamanhos: 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 8/0 e 10/0.

WIDE GAP

Também conhecido como "anzol robaleiro" foi projetado para utilizar com isca viva como camarão, manjuba, lambari entre outros. Possui estrutura mais fina que os modelos convencionais, assim não danifica o corpo da isca mantendo-a viva por mais tempo.

Tamanhos: 06, 04, 02, 01, 1/0, 2/0 e 3/0.

NORUEGA

Modelo consagrado pescadores de água salgada, possui o formato clássico reto com a ponta forjada e olhal grande, permite passar a linha com muita facilidade mesmo sendo espessuras maiores como 0.80mm. Ideal para pescaria de fundo para captura de badejo, garoupa, cherne entre outros. Tamanhos menores são uma ótima opção para palombeta, pescadinha, carapicu, peixe porco.

Tamanhos: 17, 16, 15, 14, 13, 12, 11, 10, 09, 08, 07, 06, 05, 04, 03, 02 e 01.

O'SHAUGHNESSY

É uma variação do Noruega que pode ter farpas na haste, desenvolvido especialmente para pescarias onde é necessário um anzol super resistente, pode ser utilizando tanto para água doce quanto salgada. Também é utilizado para pesca profissional para confecção de pargueiras.

Tamanhos: 8, 6, 4, 2, 1, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 7/0, 8/0, 9/0 e 10/0.

CRYSTAL

Similar ao modelo akita kitsune utilizado para a pesca de praia. Sua principal característica é a estrutura fina que torna mais fácil a penetração em peixes de pequeno e médio porte como lambari, cará, saicanga e tilápia.

Tamanhos: 16, 14, 12, 10, 08, 06, 04, 02 e 01.

OFFSET

Utilizado para iscas soft para pesca de traíras, possui dois modelos principais que são offset ewg para crituras, salamandras e frogs, já o offset worm é mais indicado para iscas como minhocas. Pode ser adaptado para o uso com iscas para robalo como camarões.

Tamanhos: 02, 01, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0 e 5/0.

Tem dúvidas como utilizar a montagem correta para iscas soft? Acesse a matéria principais tipos de montagens para iscas soft.

GARATEIA

Na maioria dos casos o seu uso é para equipar iscas artificiais, possui três pontas para garantir melhor fisgada e evitar que o peixe escape durante a briga. Pode ser utilizada para montagens com boia luminosa para captura de peixe espada.

Tamanhos: 08, 06, 04, 02, 01, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0 e 5/0.

OBSERVAÇÕES

  • Utilizamos as tabelas de tamanhos das marcas Gamakatsu, Owner e Marine Sports como referência;
  • Todos os tamanhos listados estão na ordem crescente de tamanho;
  • As numerações podem aumentar de forma crescente, decrescente, números pares ou ímpares;
  • Existem marcas que adotam códigos para identificar os modelos, como é o caso da Marine Sports com o modelo 12147.

ESCOLHA DOS TAMANHOS

O número que define o tamanho de um anzol é usado individualmente por cada fabricante. A escala mais utilizada é do tamanho crescente iniciando no número 01 até o 30, levando como base no anzol como maruseigo. Em alguns casos na numeração é inversa, tendo o tamanho 12 como pequeno e o 01 como grande baseado no modelo 4330 como exemplos. Para anzóis maiores do que 30 é utilizada a medida /0.

Para saber o tamanho adequado dos anzol que será utilizado é importante ter em mente as espécies que se deseja capturar. É importante conhecer sobre a espécie peixes que será pescado, como por exemplo: saber a posição da boca, o tamanho e hábitos alimentares.

Com um anzol muito grande, dificilmente os peixes conseguiram acomodar na boca e, dependendo da espécie, será impossível capturá-la. Por outro lado, anzóis pequenos causam ferimentos no peixe, podendo engolir e machucar órgãos internos como brânquias e estômago.

O próximo passo é colocar a teoria na prática, acesse a matéria 7 melhores anzóis para pesca de praia e garanta o sucesso da sua pescaria.

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Como funciona Classificação PE para Linhas Multifilamento?

Como funciona Classificação PE para Linhas Multifilamento?

Porque é importante saber como classificar as linhas PE

As linhas multifilamento têm ganhado cada vez mais espaço na pescaria esportiva no Brasil, tendo grande vantagens em relação à tradicional, linha de monofilamento.

Gostaria de saber quais são os diferenciais? Acesse a matéria As vantagens e desvantagens de usar uma linha de multifilamento.

A maioria das linhas multifilamento são fabricadas com fibras de Polietileno com Alto Peso Molecular (UHMWPE) em uma tradução livre. O processo de trançar os fios de filamentos confere características únicas, quanto maior a quantidade de filamentos mais macia será a linha.

As linhas com quatro filamentos, mais conhecida como 4X, necessitam de compactação em sua fabricação o que proporciona um toque mais áspero e abrasivo ao material.

Mas porque eles usam PE na descrição do produto?

Os fabricantes de linhas de pesca estão usando cada vez mais a nomenclatura PE, sigla para polietileno, em seus produtos por vários motivos.

O primeiro é que, ao contrário do monofilamento que quando colocada no micrômetro a linha é amassada dando uma margem de erro para sua aferição, a fibra de polietileno é possível ter uma medição precisa em detalhes. Já que não tem variações da espessura independente da forma de aferir, seja em inércia ou seja durante o teste de campo fazendo força.

O tamanho de PE (PE 1, PE 2, PE 3 e assim por diante) é baseado em um sistema de numeração japonês chamado "gouw", que é originalmente utilizado para medir o diâmetro de fios de seda. Essa é uma unidade de medida padrão baseada em peso, ou seja, uma linha PE 3 a cada cem metros pesa em torno de 9.05 gramas.

Vale ressaltar que a medida PE não é utilizada para calcular a tensão de ruptura das linhas. Na verdade, uma linha classificada como PE 5, por exemplo, pode quebrar em 30lb ou 90lb devido à qualidade das fibras, quantidade de fios e ao processo de fabricação.

Para fazer o calcular a espessura utilizamos a raiz quadrada do diâmetro padrão PE vezes 0.165 teremos a medida aproximada em milímetros. Exemplo:

Milímetros x PE

Tabela de PE convertida em milímetros

 

 

PE 0.6 PE 0.8 PE 1 PE 1.2 PE 1.5 PE 1.7 PE 2 PE 2.5 PE 3 PE 3.5 PE 4
0.128mm 0.148mm 0.165mm 0.185mm 0.205mm 0.218mm 0.235mm 0.260mm 0.285mm 0.310mm 0.330mm

As linhas quatro fios são fabricadas até o PE 4, como são muito abrasivas e torna o trabalho de iscas mais complicado, além de, potencialmente, danificar os passadores, cursor ou rolete.

PE 5 PE 6 PE 7  PE 8  PE 10 PE 12 PE 14
0.370mm 0.405mm 0.435mm 0.470mm 0.520mm 0.570mm 0.620mm

A libragem indicada na embalagem do produto é referente ao teste do comprimento total da linha tensionada.
Pode acontecer durante o arremesso uma cabeleira dando “tranco” na linha ocasionando a sua ruptura, mesmo utilizando iscas leves.
Esse fato é bastante comum devido a sobrecarga de peso em um pequeno parte de linha, mas não se preocupe pois durante a briga com o peixe não vai te deixar na mão.

Aproveite também para conhecer nossa matéria sobre as 5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

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Pesca de Tilápias com Isca Varejeira

Pesca de Tilápias com Isca Varejeira

Pesca de Tilápias com Isca Varejeira

Como abordamos na matéria “Pesca de Tilápias na Artificial? Confira as Dicas” a pescaria de ultra light vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e existem inúmeras iscas para capturar essa espécie, porém, há uma desenvolvida especialmente para o mercado nacional.
A isca varejeira surgiu como uma variação do spinner metálico, uma versão mais leve já que seu tamanho e peso são reduzidos para mimetizar um pequeno inseto uma presa vulnerável perfeita para predadores como tilápia, jacundá, saicanga, lambari, matrinxã, entre outros.

A isca consiste em uma haste fixa com uma garateia que pode variar proporcionalmente ao tamanho. Corpo em forma de uma boia com cores vibrantes e contrastantes, para se destacar nas mais variadas colorações de água.
Além disso, conta com um par de asas que fazem a movimentação giratória em volta da haste, esse trabalho é essencial para chamar atenção dos predadores.

EQUIPAMENTOS

  • Vara de carbono 6 à 14 libras com comprimento a partir de 1.98m (6’6″ pés) para facilitar o arremesso;
  • Linha multifilamento de no máximo 0.20mm ou monofilamento até 0.30mm; Leader de fluorocarbono ou linha monofilamento de 0.33mm (aproximadamente 1 metro);
  • Girador ou girador com snap pequenos;
  • Boia de arremesso;
  • Molinete tamanho 500 até 1500 ou carretilha da preferência do pescador.
MONTAGEM

Como é uma isca extremamente leve é necessário o uso de uma boia de arremesso para auxiliar o deslocamento da isca e um líder de linha monofilamento ou fluorocarbon com aproximadamente um metro de comprimento.
Caso esteja utilizando molinete é indispensável o uso de um girador para evitar a torção da linha.

TRABALHO

Seu trabalho é bem simples. Após efetuar o arremesso pode ser feito o recolhimento rápido e contínuo sob a flor da água.
Para o trabalho na meia água deixe a isca afundar e posteriormente recolha em uma velocidade média para permanecer na altura desejada.
Se o objetivo for mais fundo, ao recolher lentamente a isca deve alcançar maior profundidade.

Lembrando que quanto maior a varejeira mais rápido ela irá afundar, então fique atento as possíveis estruturas submersas.
Indicamos sempre o testar com muita criatividade várias formas de trabalho para ver a resposta do peixe, pois ele é o termômetro da sua pescaria que indica o sucesso da mesma!

DICA

Após o arremesso pressione levemente a linha para desacelerar a boia dando a possibilidade para que a isca ultrapasse a boia e caia na água, assim vai evitar enrosco e deixar o nado da isca fluído.

ATENÇÃO observe o seu local de pesca antes de efetuar os arremessos e evite que a sua isca fique enroscada em árvores ou estruturas próximas.

Assista o vídeo e veja como essa isca é um verdadeiro sucesso para pesca de Tilápias:

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O que é Fluorocarbono e como utilizar?

O que é Fluorocarbono e como utilizar?

O QUE É FLUOROCARBONO?

O fluorocarbono cobre uma ampla família de compostos, incluindo orgânicos compostos de flúor, cloro e carbono, junto com sintéticos feitos de hidrocarbonetos. Tem como principais características a baixa elasticidade, resistência à abrasão e invisibilidade. Foi relatado o uso pela primeira vez nos Estados Unidos na década de 90 para pesca de Black Bass e também para pesca oceânica de Atum.

Para que você tenha maior esclarecimento sobre essa linha, separamos alguns pontos importantes para entender o funcionamento da mesma.

BAIXA VISIBILIDADE

Um dos maiores benefícios é a quase invisível debaixo d'água. Isso ocorre porque ele não distorce a luz que passa pela linha (tem quase o mesmo índice de refração que a água) e é um grande fator em águas claras e quando tem como alvo peixes ariscos como robalos.

RESISTÊNCIA À ABRASÃO

Possui incrível resistência à abrasão que o monofilamento de nylon do mesmo diâmetro, assim tornando-se uma excelente opção para a pesca próxima de estruturas rochosas, vegetação e galhos. Além disso, permite maior proteção contra a parede óssea da boca do peixe, que por muitas vezes possui uma espécie de lixa ou pequenos dentes, que caso entrassem em contato diretamente com a linha de multifilamento seria facilmente cortada.

DENSIDADE

O fluorocarbono afunda mais rápido do que linhas convencionais de nylon devido a sua densidade ser maior do que a água, portanto é perfeito para auxiliar as iscas alcançar profundidade sem adição de peso extra.

 

  • Vale ressaltar que para isca de superfície pequenas é necessário avaliar a espessura correta do fluorocarbono pois, essas podem sofrer alterações no trabalho por conta da sua baixa flutuabilidade.

UTILIZAÇÃO

A maneira mais convencional de fazer sua utilização é na confecção de leader para pesca com iscas artificiais. Mas também é uma ótima opção para empatar anzóis.

O LEADER

Antes de fazer o seu leader é importante observar e fazer a leitura do pesqueiro escolhido, pois isso irá determinar o comprimento do mesmo. Para lugares como mangue que há muitas estruturas submersas e ostras é importante ter um leader comprido com aproximadamente um metro para evitar o contato com a linha principal, seja mono ou multifilamento.

Para os pescadores que tem como predileção o molinete é importante o uso de girador ou girador com snap, pois ao contrário da carretilha o molinete torce a linha e pode afetar o trabalho da isca.

Para fazer a união entre multifilamento e o fluorocarbono utilizamos o nó albright ou SF, confira o vídeo:

Já para monofilamento podemos utilizar o nó rápido alemão ou nó de sangue:

EMPATE

Outra maneira de utilizar o fluorocarbono é fazer o empate para anzóis. Extremamente eficaz para a pesca de praia, pois mantém a linha esticada permitindo a movimentação de 360º graus com o emprego da miçanga rotor ou engate rápido.

Também pode ser utilizado montagens de pesca oceânica (corrico), pesca de água doce (fundo) e pesqueiros para Tambaqui.

USO COM LINHA PRINCIPAL

Em algumas modalidades de pesca é possível usar fluorocarbono como a linha principal para abastecer seu molinete ou carretilhas, porém não é qualquer modelo que será efetivo.

A linha deve ser 100% fluorocarbono com a fabricação específica para a modalidade desejada, geralmente para finesse ou pescaria pesada, mas elas são difíceis de encontrar pois não são difundidas no Brasil. Lembre-se, o seu uso exige muita técnica do pescador já que se trata de uma linha mais dura e com baixa elasticidade e com maior probabilidade de cabeleiras.

Para a pescaria vertical e corrico, captura de Garoupa, Cherne, Atum e Marlin é muito comum utilizar o fluorocarbono devido a sua alta resistência. Vale lembrar que essas modalidades não necessitam de arremessos, o que torna seu uso mais fácil.

Outro fator que deve ser levado em consideração é o preço que pode custar até duas vezes mais do que linhas convencionais de nylon e multifilamento.

DICAS

 

  • A espessura deve ter no máximo o dobro da linha principal, ou seja, uma linha de multifilamento de 20lb deve ter um leader de no máximo 40lb;
  • Nunca utilize a libragem menor do leader do que a linha, pois é certo que irá romper com muita facilidade;
  • Quando é utilizada a espessura maior que a linha principal será mais difícil de fazer o nó, a multifilamento irá escorregar no momento da arremate final do nó;
  • Toda vez que o leader estiver danificado faça a substituição ou corte o pronto com desgastes, essa área se torna mais frágil e pode romper durante a briga com o peixe;
  • Evite utilizar leader compridos em varas com passadores pequenos ou micros, o nó pode sofrer atrito com a porcelana podendo até quebrá-la;
  • O nó não deve passar pelo rolete ou cursor. Devido ao seu volume pode trancar e danificar seu equipamento.

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Sua pescaria de Tilápia nunca mais será a mesma com Spinner

Sua pescaria de Tilápia nunca mais será a mesma com Spinner

A pesca de Tilápia com iscas artificiais, no caso o Spinner é a combinação perfeita entre esportividade e resultado.

Esqueça aquela velha receita de massa com sangue de boi, cachaça e fígado de galinha ter que passar a manhã caçando minhoca no quintal do vizinho.
Pescaria de Tilápia pode ser muito mais fácil e dinâmica do que você imagina.
A Tilápia é um peixe de origem africana que adaptou muito bem aqui na América do Sul, além de muito apreciada na mesa, a pescaria da mesma é um clássico entre os pescadores esportivos.São peixes predadores que se alimentam de outros pequenos peixes e que defendem o seu território com muita bravura, por esse motivo acabam sendo capturadas com facilidade utilizando iscas artificiais.

O SPINNER

Na pescaria de hoje vamos focar na isca artificial modelo spinner giratório, desenvolvido na década de 30 na Europa e que ganhou variações ao longo do tempo, porém, mantém com mesmo conceito, um eixo central com a colher de metal girando sobre o mesmo.

Os formatos também podem variar, desde um simples corte de metal, até imitações de peixes com penacho para esconder a garateia.

EQUIPAMENTO

Para essa pescaria o ideal é usar um equipamento leve e equilibrado, apesar de não ser um peixe muito grande, a briga é boa. A vara não precisa ser muito longa até 1.98m é o ideal para facilitar pescar perto de estruturas. Um molinete leve ou carretilha com linha multifilamento fina no máximo até 0,23mm, quanto mais fina melhor para trabalhar a isca.

O peso e tamanho do Spinner podem variar com a profundidade do pesqueiro, de 3g até 15g.

A técnica de pesca consiste em três maneiras:

SUB SUPERFÍCIE

Recolhimento rápido e contínuo para os dias em que os peixes estão com maior atividade de ataque.

MEIA ÁGUA

Pode ser com recolhimento constante e lento, para girar a colher do spinner e criar uma vibração.

FUNDO

Em dias que os peixes estão manhosos ou em temperaturas mais baixas pode ser trabalhado como um jig head, recolhendo lentamente dando pequenos tosques de ponta de vara.

DICAS

  • Utilizamos girador com snap para evitar a torção de linha durante o recolhimento, seja com carretilha ou molinete;
  • Nessa pescaria há possibilidade de capturar outros predadores como Traíra, Pacú, Matrinxã, o emprego do empate de aço flexível faz toda a diferença, não interfere no funcionamento da isca e deixa muito mais segurança para sua pescaria.

Em resumo, a pesca de Tilápias com Spinner é fácil, limpa e muito divertida para quem está iniciando na modalidade de pesca esportiva.

VÍDEO

Assista o vídeo demonstrando o funcionamento da isca:

Aproveite também para conferir ou dica de pesca de tilápia: Pesca de tilápia com isca varejeira

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Molinete Serena da Marine, melhor opção custo benefício

Molinete Serena da Marine, melhor opção custo benefício

A série de molinete Serena é um clássico da marca Marine Sports. Indicada principalmente para os iniciantes na pesca independe da modalidade, pois é muito versátil e atende as necessidades básicas que todo pescador precisa: custo x benefício.

Composta por uma linha de sete tamanhos inciando no tamanho 500 até o 6000, o Serena possui engrenagens reforçadas, três rolamentos de esferas (dois laterais mais um central).
Seu carretel fundo com excelente capacidade de linha mesmo para bitolas mais grossas, perfeito para travar a batalha com um belo troféu!

Os tamanhos 500, 1000 e 2000 para uma pescaria leve de pesqueiros, piers e pesca de praia na beira. Já os tamanhos 300 e 4000 para uma pescaria média de costões, rios e lagos. Por fim, 6000 e 5000 para pesca pesada em costões e embarcadas.

CARACTERÍSTICAS

  • Rotor balanceado que distribui a linha de maneira uniforme sobre o carretel;
  • Fricção dianteira com regulagem precisa;
  • Manivela em gravite com knob em plástico cor formato anatômico;

Segue lista de as capacidade de linhas e detalhes de cada tamanho:

SERENA 500
Capacidade de linha: 0.25mm/210m, 0.30mm/170m
Velocidade de Recolhimento
Peso: 220g

SERENA 1000
Capacidade de linha: 0.25mm/210m, 0.30mm/170m
Velocidade de Recolhimento: 5.2:1
Peso: 250g

SERENA 2000
Capacidade de linha: 0.30mm/190m, 0.35mm/150m
Velocidade de Recolhimento: 5.2:1
Peso: 280g

SERENA 3000
Capacidade de linha: 0.40mm/170m, 0.45mm/110m
Velocidade de Recolhimento: 5.2:1
Peso: 370g

SERENA 4000
Capacidade de linha: 0.50mm/130m, 0.60mm/90m
Velocidade de Recolhimento: 5.2:1
Peso: 390g

SERENA 5000
Capacidade de linha: 0.50mm/180m, 0.60mm/130m
Velocidade de Recolhimento: 4.1:1
Peso: 585g

SERENA 6000
Capacidade de linha: 0.50mm/250m, 0.60mm/175m
Velocidade de Recolhimento: 4.1:1
Peso: 635g

Gostou dessa dica? Aproveite e confira também nosso guia de nós para pesca esportiva, clique aqui.

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Porque o Anzol de Chapinha sem Olhal é melhor?

Porque o Anzol de Chapinha sem Olhal é melhor?

Sem dúvida o anzol de chapinha sem olhal é a melhor opção para fisgar aquele sonhado troféu, não importa qual a modalidade eles são mais leves, fortes e eficientes se comparados com os anzóis de olhal. Mas você sabe efetuar o nó de empate? Qual a linha deve escolher, a maneira correta para armazenar? Confira abaixo o material que preparamos sobre esse tema.

Chapinha sem Olhal x Anzol com Olhal

O anzol sem olhal ou anzol de chapinha tem muitas vantagens comparado com anzol tradicional com olhal.
A seguir levantamos os pontos principais que devem fazer você escolher o anzol de chapinha:

  • Mais Leve - Como tem menos material em função de não ter a volta do olho ele fica mais leve;
  • Mais forte - Sem precisar passar por tratamento térmico para fazer a curva olho e haste principal se mantém com apenas um choque térmico, ficando mais rígido;
  • Posição - O nó de empate funciona como uma extensão do anzol ele acaba ficando mais firme e pesca melhor;

Segue o vídeo que preparamos com mais detalhes sobre esse tema.

Empate com Linha Fluorocarbon

Sem dúvida a melhor opção para  usar nos anzóis sem olhal, o empate fica mais pescador, menos enrosco e mais firme.
Outra função não menos importante do fluorocarbon é não cortar com facilidade, mesmo assim devemos ficar atentos a duração da briga, alguns peixes como o robalo e anchova por exemplo podem ao longo do tempo ir rasurando o empate até romper.

Abaixo temos dicas de como empatar o anzol de maneira eficiente:

 

Empate com Aço Multifilamento

Essa opção é muito recomendada para locais de pesca com incidência de peixes que cortam os empates entre eles podemos destacar o baiacú e anchova.
Os peixes que são tradicionalmente mais pescados no litoral brasileiro que cortam a linha com certa facilidade. Essa técnica é um pouco mas complicada que a tradicional em nylon monofilamento, porém muito eficiente, pois permite que o anzol continue trabalhando de forma mais livre, como se não fosse um empate de aço.

Segue um vídeo com dicas como empatar com aço multifilamento.

Dispensador e Organizador de Anzois

Serve para organizar os anzóis de forma segura e eficiente. 
Ocupa pouco espaço na tralha e você pode trocar o EVA ou conectar ao suporte ADC assim que chegar no pesqueiro.

Confira o vídeo sobre o produto que preparamos.

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