Guia Definitivo sobre os Peixes de Couro: Tudo que você Precisa Saber

Guia Definitivo sobre os Peixes de Couro: Tudo que você Precisa Saber

Se você é um amante da pesca, provavelmente já ouviu falar sobre os peixes de couro. Esses são peixes de grande porte, com couro em vez de escamas, e que oferecem um desafio emocionante para os pescadores.

Os peixes de couro são importantes por diversos motivos. Além de serem uma fonte de alimento e de renda para as comunidades locais, eles também desempenham um papel fundamental nos ecossistemas aquáticos brasileiros.

Neste guia completo sobre os peixes de couro, vamos discutir tudo o que você precisa saber sobre esses peixes fascinantes.

O QUE SÃO PEIXES DE COURO:

CARACTERÍSTICAS DOS PEIXES DE COURO:

Os peixes de couro são uma família de peixes que se caracterizam pela presença de couro em vez de escamas em seu corpo. Algumas das principais características desses peixes são:

  • Corpo alongado e robusto, com uma cabeça grande e mandíbulas fortes;
  • Ausência de escamas, que são substituídas por uma pele grossa e resistente;
  • Presença de barbilhões em torno da boca, que auxiliam na localização e captura de presas;
  • Presença de nadadeiras dorsais e ventrais desenvolvidas, que permitem uma excelente propulsão na água;
  • Hábitos alimentares carnívoros, com uma dieta baseada em outros peixes, crustáceos e outros animais aquáticos;
  • Grande resistência física e capacidade de luta, o que torna a pesca desses peixes um desafio para os pescadores.

Essas características variam de acordo com a espécie de peixe de couro em questão, e são adaptadas ao ambiente ecológico em que cada uma delas vive.

DIFERENÇAS ENTRE PEIXES DE COURO E DE ESCAMAS:

A principal diferença entre os peixes de couro e os peixes de escamas está na cobertura do corpo. Os peixes de escamas possuem o corpo revestido por escamas, enquanto os peixes de couro têm a pele lisa e resistente, sem a presença de escamas.

Além disso, os peixes de couro apresentam algumas outras características distintas, como a presença de barbilhões em torno da boca, que auxiliam na captura de presas, e a presença de nadadeiras dorsais e ventrais bem desenvolvidas, que permitem uma excelente propulsão na água.

Em relação aos hábitos alimentares, muitos peixes de escamas são onívoros ou herbívoros, se alimentando de plantas e pequenos organismos aquáticos, enquanto os peixes de couro são principalmente carnívoros, se alimentando de outros peixes e animais aquáticos.

OS PEIXES DE COURO NA FAUNA BRASILEIRA:

PRINCIPAIS ESPÉCIES DE PEIXES DE COURO:

Existem várias espécies de peixes de couro que podem ser encontradas na fauna brasileira, algumas das mais conhecidas incluem:

  • Jaú (Paulicea lutkeni): um dos maiores peixes de couro da América do Sul, podendo atingir mais de 1,5 metro de comprimento e pesar mais de 100 kg. É encontrado principalmente na região amazônica e no Pantanal;
  • Pintado (Pseudoplatystoma corruscans): outra espécie de grande porte, que pode atingir mais de 1 metro de comprimento e pesar mais de 30 kg. É encontrado em rios e lagos de diversas regiões do Brasil, incluindo a região amazônica, o Pantanal e as bacias do Paraná e do São Francisco;
  • Pirarara (Phractocephalus hemioliopterus): um peixe de couro de grande porte, que pode atingir mais de 1,5 metro de comprimento e pesar mais de 80 kg. É encontrado principalmente na região amazônica;
  • Surubim (Pseudoplatystoma spp.): um gênero de peixes de couro que inclui diversas espécies, como o surubim pintado, o surubim cachara e o surubim do Piauí. São peixes de grande porte, que podem atingir mais de 1 metro de comprimento e pesar mais de 30 kg. São encontrados em diversas regiões do Brasil, incluindo a região amazônica, o Pantanal e as bacias do Paraná e do São Francisco.

Essas são apenas algumas das espécies de peixes de couro que podem ser encontradas na fauna brasileira, e muitas outras ainda são desconhecidas ou pouco estudadas.

DISTRIBUIÇÃO DOS PEIXES DE COURO NO BRASIL:

Os peixes de couro têm uma distribuição geográfica ampla pelo Brasil, sendo encontrados em diferentes regiões do país, especialmente em rios e lagos de água doce.

Na região amazônica, é possível encontrar espécies como o jaú, o pintado, o dourado, o pirarara e o filhote, entre outras. Já no Pantanal, destacam-se o pintado, o jaú, o cachara e o pacu, entre outras espécies de couro.

Na região sul do país, em rios como o Paraná e o Uruguai, encontram-se espécies como o surubim, o jaú, o dourado e o pintado, entre outras. Na região sudeste, em rios como o Tietê e o Paraná, também é possível encontrar espécies de peixes de couro, como o pintado e o jaú.

No entanto, é importante ressaltar que a distribuição geográfica das espécies de peixes de couro pode ser afetada por fatores como mudanças climáticas, degradação de habitats naturais e atividades humanas, como a pesca predatória e a construção de barragens.

COMPORTAMENTOS E HÁBITOS DOS PEIXES DE COURO:

COMPORTAMENTO DOS PEIXES DE COURO:

Os peixes de couro têm comportamentos variados, dependendo da espécie e do ambiente em que vivem. No entanto, alguns comportamentos comuns entre esses peixes incluem:

  • Comportamento alimentar: Os peixes de couro são principalmente carnívoros e muitas vezes são predadores de topo na cadeia alimentar.
    Eles caçam ativamente outras espécies de peixes, crustáceos e outros animais aquáticos. Alguns peixes de couro têm comportamentos de emboscada, esperando pacientemente para atacar suas presas, enquanto outros perseguem ativamente suas presas.
  • Comportamento reprodutivo: Os peixes de couro podem apresentar comportamentos específicos durante o período de reprodução. Muitas espécies de peixes de couro migram longas distâncias para desovar em áreas específicas.
    Alguns peixes de couro constroem ninhos para colocar seus ovos, enquanto outros simplesmente liberam seus ovos na água para que sejam fertilizados.
  • Comportamento territorial: Alguns peixes de couro são territoriais e defendem agressivamente seus territórios de outros peixes da mesma espécie ou de outras espécies que possam invadir seu espaço.
  • Comportamento migratório: Algumas espécies de peixes de couro podem realizar migrações de longa distância para encontrar alimento, reproduzir ou escapar de condições ambientais adversas. Essas migrações podem ocorrer em rios, lagos e oceanos.

TÉCNICA PARA PESCA DOS PEIXES DE COURO:

A pesca dos peixes de couro requer técnicas específicas, devido ao tamanho e força desses animais. Algumas técnicas comuns incluem:

  • Pesca de espera: essa técnica consiste em deixar a isca (geralmente um pedaço de peixe) no fundo do rio ou lago, e aguardar o peixe morder. É importante ter uma vara de pesca forte e uma linha resistente, para conseguir lidar com o peso e a força do peixe.
  • Pesca de corrico: nessa técnica, a isca artificial com barbela é arrastada pela água, enquanto o barco se move lentamente.

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E CULTURA

 

O PAPEL DOS PEIXES DE COURO NA ECONOMIA BRASILEIRA:

Os peixes de couro desempenham um papel importante na economia brasileira, principalmente por serem uma fonte de alimento e renda para as comunidades ribeirinhas e para os pescadores artesanais.

A pesca desses peixes é uma atividade tradicional em diversas regiões do Brasil, como a Amazônia, o Pantanal e as bacias do Paraná e do São Francisco.

Além disso, a pesca esportiva de peixes de couro tem se tornado uma atividade cada vez mais popular no Brasil, atraindo turistas e gerando empregos e renda em diversas regiões do país.

Muitos pescadores esportivos pagam caro por guias de pesca, hospedagem, alimentação e outros serviços relacionados à pesca, contribuindo para o desenvolvimento econômico das comunidades locais.

O PAPEL DOS PEIXES DE COURO NA CULTURA BRASILEIRA:

Os peixes de couro têm um papel importante na cultura brasileira, especialmente nas comunidades ribeirinhas e na história da pesca no país.

Muitas espécies de peixes de couro são valorizadas pelos seus sabores e texturas, sendo utilizadas em pratos típicos da culinária regional brasileira.

Além disso, a pesca desses peixes faz parte da tradição e da identidade cultural de muitas comunidades, que há gerações se dedicam à atividade pesqueira.

Muitas festas e celebrações regionais têm a pesca como tema central, como é o caso da Festa do Peixe de Três Marias, em Minas Gerais, e da Festa do Surubim, em Mato Grosso do Sul.

MITOS E VERDADES SOBRE OS PEIXES DE COURO

PEIXES DE COURO SÃO BONS DE COMER?

Sim, os peixes de couro são considerados excelentes para consumo humano e possuem sabor e textura muito apreciados. Muitas espécies de peixes de couro, como o pintado, o jaú, a cachara e o surubim, são valorizadas pela sua carne branca, macia e saborosa.

Esses peixes são muito utilizados na culinária regional brasileira, em pratos como moquecas, assados, ensopados e frituras. A carne dos peixes de couro é rica em proteínas e nutrientes, além de ser uma fonte saudável de gorduras, como o ômega 3.

PEIXES DE COURO SÃO DIFÍCEIS DE PESCAR?

Depende, os peixes de couro são considerados desafios para os pescadores devido ao seu tamanho e força. Algumas espécies de peixes de couro, como o jaú e o pintado, podem atingir tamanhos bastante grandes e possuem uma grande resistência física, o que pode tornar a captura uma tarefa difícil.

No entanto, com a técnica e o equipamento de pesca adequados, é possível deixar essa atividade muito mais tranquila de ser realizada.

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Referências:

https://www.cpt.com.br/cursos-criacaodepeixes/artigos/peixes-de-agua-doce-do-brasil-pintado-pseudoplatystoma-corruscans
https://www.cpt.com.br/cursos-criacaodepeixes/artigos/peixes-de-agua-doce-do-brasil-pirarara-phractocephalus-hemeliopterus
https://tralhaarrumada.com/blogs/tralha-informa/as-melhores-iscas-para-pesca-de-praia-dicas-para-uma-pesca-de-sucesso
https://www.cpt.com.br/cursos-criacaodepeixes/artigos/peixes-de-agua-doce-do-brasil-jau-paulicea-luetkeni

Crédito das imagens:

https://cptstatic.s3.amazonaws.com/imagens/enviadas/materias/materia8931/m-peixe-pirarara-2-cursos-cpt.jpg
http://www.portaldaeducativa.ms.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/peixe-300x166.png
https://psbnacamara.org.br/wp-content/uploads/2020/12/alma-livre-blog-descubra-onde-nasce-o-rio-amazonas-960x636.jpg
https://www.diariodaregiao.com.br/image/policy:1.1001657:1662495983/image.jpg?&f=2x1
http://www.oceaninspiration.net/wp-content/uploads/2019/07/image-228-768x511-min.jpeg
https://aquelemato.org/conheca-o-maior-peixe-do-pantanal/

Motivos para você utilizar anzol sem farpa

Motivos para você utilizar anzol sem farpa

Motivos para você utilizar anzol sem farpa

Após conhecer toda a estrutura e detalhes técnicos dos anzóis na matéria, anzol, conheça suas características e principais modelos, foram levantados questionamentos pelos nossos leitores e clientes. Por que utilizar anzóis sem farpa e quais são suas vantagens?

Com a crescente prática da pesca esportiva, preservar as espécies é algo muito importante para a sustentabilidade do ecossistema e do turismo de pesca. Devolver o peixe para o seu habitat sem afetar sua saúde ou causar danos físicos se tornou vital.

É de conhecimento popular que a farpa do anzol tem como principal função evitar que o peixe ao travar a batalha com o pescador possa fugir, porém, essa pequena saliência pode causar alguns danos ao animal. Para pescadores com pouca experiência é difícil retirar o anzol da boca do peixe, o que pode ocasionar abertura de feridas ou rasgos, impossibilitando o peixe de se alimentar podendo até causar sua morte.

Por esse motivo é imprescindível a utilização de anzóis sem farpa também conhecido como “Sure” que podem variar entre modelos como maruseigo, chinu, octopus, entre outros.

Mas afinal de contas, qual é sua vantagem?!

O anzol sem farpa pode ser retirado com muita facilidade da boca do peixe, muitas vezes até mesmo sem o auxílio de um alicate. Isso diminui o tempo de manipulação do peixe fora d’água proporcionando a devolução para água com mais rapidez diminuindo o estresse do animal.

Em casos de pesqueiros onde peixes são fisgados mais de uma vez em um único dia, o mesmo não irá sofrer tanto quanto o emprego de um anzol com farpa.

No incidente onde o peixe arrebenta a linha ele não será prejudicado pois, a grande maioria de anzol é construído com aço carbono que deteriora rapidamente quando acondicionado por longo período submerso na água. A ausência de farpa também faz com que o peixe ao se movimentar solte o anzol da boca com rapidez.

Em uma pescaria onde você foi pego de surpresa por não ter anzol sem farpa, temos uma grande sacada para você. Com ajuda de um alicate amasse a farpa de forma que ela não tenha nenhum atrito, deixando sua ponta arredondada.

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Molinete Okuma Ceymar a melhor relação peso e força

Molinete Okuma Ceymar a melhor relação peso e força

Molinete Okuma Ceymar a melhor relação peso e força

Os molinetes Okuma da série Ceymar apresentam uma das melhores relações entre peso e força do mercado. A junção do grafite com o design slim para o corpo do equipamento foi possível reduzir drasticamente o peso, sem deixar de lado a resistência e grande capacidade de drag podendo chegar até 16kg. Devido a sua ampla gama de tamanhos permite ser utilizada nas mais variadas modalidades de pesca, seja na água doce ou salgada, para pesca de robalo, anchova, dourado, pintado, tucunaré, traíra, entre outros.

Conta com exclusivo sistema de fluxo de ar ciclônico no rotor, isso aumenta o fluxo de ar através do orifício no rotor, minimizando a entrada de água e evitando a corrosão.

O sistema de engrenagem elíptica que tornam o recolhimento da linha preciso e uniforme, assim criando menos atrito durante os arremessos, atingindo maiores distâncias, aumento da vida útil da linha, bem como a suavidade ao aplicar a pressão do freio.

Rotor balanceado com tecnologia RES II, elimina o movimento do carretel e mantém as engrenagens internas em perfeito alinhamento, além de proporcionar suavidade ao movimento da manivela.

Manivela fabricada em zinco rígida e anodizada, além disso garante mais leveza e conforto devido ao seu knob em EVA. Modelo C-65 tem a manivela do tipo Ergo Grip.

CARACTERÍSTICAS

  • Sistema de arruelas em feltro de freio, já engraxadas;
  • 7 rolamentos de esferas mais um rolamento de rolete;
  • Pinhão principal de bronze usinado;
  • Carretel de alumínio usinado e anodizado.

 

MOLINETE OKUMA CEYMAR
Tecnologias Okuma Ceymar

Opções da série Ceymar Okuma você encontra aqui no nosso site

Não importa qual é a sua modalidade essa série vai suprir todas as demandas do pescador esportivo.
Ultra Light com o modelo C-10
Pescaria leve com C-25 e C-30
Pesca pesada com equipamento leve C-40 e C-55
Pescaria ultra pesada com o modelo C-65 que vem equipado com manivela reforçada para coisa bruta.

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Como consertar partes de Varas de Pesca quebradas

Como consertar partes de Varas de Pesca quebradas

Agora você não terá mais desculpas para descartar sua velha companheira de pesca, confira as dicas de como consertar a ponta da vara quebrada.

  • Retirar os passadores: com a ajuda de um estilete ou uma faca pequena, corte os fios que seguram o passador e depois retire os excessos de resina e fios que podem ter ficado.
  • Retirar a ponteira: para derreter o Araldite é necessário aquecer, então pode ser usada uma vela, maçarico, isqueiro, boca do fogão... o que estiver em casa. Não precisa colocar a ponteira dentro do fogo, basta colocar à uma distância que dê para aquecê-la.
  • Fazer ajustes na parte quebrada: nesta etapa deve-se observar onde cortar o blank da vara para ficar reto e aproveitar o acabamento já existente no caniço.
  • Medir qual tamanho será a ponta: colocando a ponta virada de maneira contrária já pode ter uma noção de quanto vai ser preciso para inserir a ponta por dentro do blank tubular.
  • Cortar o excesso: A parte que ficará encaixada na parte interior do blank não tem necessidade de ser muito comprida, sendo assim, indicamos que corte caso fique grande. assim diminuirá peso, tornando a vara mais leve.
  • inserir e colar a ponta: para essa etapa pega a ponta que quebrou e lixamos um pouco e com a ajuda do estilete retiramos a tinta para ajudar a aderência e assim colar de maneira mais eficaz. Para inserir a ponteira é necessário introduzir pela tampa do cabo, chamamos isto de transpassagem, utiliza-se a gravidade para que a ponta dessa e depois pode-se puxar normalmente.
  • Acabamentos: o restante da cola usada para colar a ponta pode servir para dar os últimos ajustes como colagem da ponteira, fixar um pouco mais a emenda e posteriormente colar a tampa do cabo. 

OBS: Não esqueça de alinhar a ponteira aos passadores antes da secagem da cola.

Assista no vídeo abaixo o passo a passo:

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Barqueiros e guias de pesca em Santa Catarina

Barqueiros e guias de pesca em Santa Catarina

A pescaria no mar requer muito conhecimento para identificação de pesqueiros, condições marítimas, maré, iscas entre outros detalhes.
Nessa matéria preparamos uma lista de guias de pesca e barqueiros de extrema confiança para orientar em suas pescarias.

Quem são os barqueiros ou guias de pesca

São os trabalhadores de apoio ao turismo de pesca esportiva. Profissionais que estão ligados intimamente como o local de pesca, podemos dizer que os guias conhecem, “como a palma da mão” os pesqueiros da região onde atuam. Além disso, sua experiência oferece segurança nesses ambientes, identificando riscos de mudança no tempo, locais para melhor navegação. Por exemplo: onde tem corredeira e é perigoso colocar um barco, onde se encontram os melhores pontos de pesca e quais as melhores maneiras técnicas e materiais que podemos usar no local.

Na pescaria em mar aberto ou oceânica requer muito conhecimento para identificação de pesqueiros, condições marítimas, maré, iscas entre outros detalhes.
Nessa lista vamos indicar os principais profissionais de guias de pesca e barqueiros de nossa confiança em Santa Catarina.

Guias de pesca em Balneário Camboriú:

Beto Pesca Esportiva
(47) 99277-2616
Pescaria noturna e alto mar.


Makau Pesca Esportiva
(47) 99924-3963
Pescaria noturna e alto mar.

Caso tenha uma boa experiência com um guia ou barqueiro não listado, envie para a nossa empresa para que possamos adicionar aos contatos.

Gostou dessa dica? Temos outras para você, Como Limpar e Conservar o Peixe

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Tênis multiuso Aquatek NTK para Pesca e Aventura

Tênis multiuso Aquatek NTK para Pesca e Aventura

O tênis multiuso Aquatek da Nautika foi desenvolvido com a mais alta tecnologia, a fim de proporcionar o máximo de conforto, segurança e performance para os seus pés em atividades como pesca, canoagem, surf, ciclismo, caminhada, entre outros.

Se adequa aos mais variados tipos de pés, através do cabedal que garante liberdade e segurança nos movimentos.

Sua fabricação é feita em material flexível com sistema de respiração, que mistura poliamida e poliéster com elastano. Essa composição faz com que o calçado se adeque perfeitamente aos pés, além disso, seca super rápido.

Solado em PVC emborrachado que quando molhado apresenta grande aderência aos mais variados terrenos e superfícies. Conta também com sistema de drenagem, localizado embaixo da sola para perfeito escoamento da água.

Possui cadarço ajustável que torna as caminhadas mais seguras quando o tênis está submerso, evitando que o mesmo saia do pé.

Outra vantagem é a flexibilidade, tanto no momento de armazenar o calçado quanto para aderência em terrenos irregulares.

Abaixo temos as cores e tamanhos disponíveis:

Preto 36 37 38 39 40 41 42
Verde 36 37 28 39 40 41 42

Confira o vídeo com o detalhamento técnico do produto:

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Pescaria de Trutas com equipamento ultralight

Pescaria de Trutas com equipamento ultralight

A nossa equipe passou cinco dias na Serra Catarinense em busca da famosa Truta Selvagem com novas técnicas de pescaria, explorando os Rios Canoas e do Tigre. Podemos afirmar que essa região nos proporcionou belas paisagens e emoções além do clássico trio da serra: frio, lareira e vinho.

Antes de embarcar nessa aventura vamos entender um pouco mais sobre o peixe.

SOBRE A ESPÉCIE

A Truta Arco-Íris foi introduzida no Brasil no final da década de 40 inicialmente para comercialização do pescado. Ao longo dos anos o potencial da espécie como uma opção para pesca esportiva aumentou, assim gerando novas opções de pesqueiros, principalmente na região Sul do País.

Como era de se esperar, a Truta adaptou-se muito bem ao clima frio de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, assim se reproduzindo com muita facilidade nos rios da região tornando-se um troféu para os amantes da pesca esportiva.

Veja lugares onde é possível pescar Trutas selvagens:

  • Rio Crioulas em Urubici (SC);
  • Rio Canoas em Urubici (SC)
  • Rio do Tigre em Rio Rufino (SC);
  • Rio das Caveiras em Lajes (SC);
  • Rio das Antas em São José dos Ausentes (RS);
  • Rio Macaé em Nova Friburgo (RJ);
  • Rio Aiuruoca em Aiuruoca (MG).

INÍCIO DA PESCARIA

Antes de partir procuramos guias de pesca locais para obter maiores informações sobre os melhores pontos de pesca da região. Nosso objetivo era pescar a Truta com equipamento ultralight, ao vez do tradicional fly. Fomos orientados a amassar as garatéias ou utilizar anzóis sem farpa para garantir o bem estar do animal ao ser devolvido a natureza.

EQUIPAMENTO

Como espécie é composta por pequenos exemplares, optamos por equipamento leve e sensível para garantir a esportividade. Segue a listagem do material:

Vara com 6’0” de comprimento (1.83m) de 10 libras que permite arremessar iscas pequenas com peso entre 2 até 10 gramas. Ação de blank média/lenta.

Molinete Ultra Light tamanho 500 com linha multifilamento 0.10 milímetros de espessura, o leader de fluorocarbono 0.31mm com aproximadamente 30 centímetros.

Utilizamos uma vasta gama de iscas como spinner, crank bait e popper.

Nossa primeira tentativa foi no Rio Canoas, um local com perfeitas condições para a captura dessa espécie: água limpa, corrente e também muito fria, o que se tornou o impasse da pescaria, já que era impossível permanecer muito tempo na água, mesmo utilizando macacão impermeável com bota e roupas de inverno como segunda pele. Decidimos encerrar a pescaria e tentar novas opções no próximo dia.

SEGUNDO DIA

Fizemos uma breve pesquisa e encontramos o pesqueiro Trutas Tapera, que fica no interior do município de Urubici. Chegando lá, questionados sobre qual isca nós gostaríamos de usar: massa ou minhoca? Optamos em permanecer utilizando as iscas artificias para manter a esportividade, e o resultado foi imediato.

Chamamos atenção dos pescadores, pois tivemos muitas ações e belas brigas. Confira no vídeo:

Infelizmente não era permitido o pesque e solte, já que a Truta é peixe muito sensível e não pode ser manuseada fora da água, mesmo sendo em um curto período de tempo. Recomendamos em casos onde o peixe é capturado na natureza, manusear em um passaguá, dentro da água e mantendo a oxigenação do peixe.

TERCEIRO DIA

Voltamos para tentativa de capturar a Truta selvagem, mas dessa vez no Rio do Tigre. Logo no início da pescaria tivemos uma ação, mas como usamos apenas uma das pontas da garateia (sem farpa) não foi possível fisgar, mas já garantiu a emoção do dia. Mais uma vez o frio foi implacável e no meio da tarde terminamos a pescaria.

Mapa com os pesqueiros de trutas que já visitamos:

Pesqueiro de Trutas Tapera
Rua Pedro Custódio S/N Bairro: Riacho - Urubici SC
Fone: (49) 99151-4762  (49) 99141-7015

 

Após encerrar a pescaria fomos saborear o pescado junto com nossos amigos e familiares, além de visitar pontos turísticos de beleza exuberante.

Essa foi a nossa primeira experiência com a pescaria de trutas, que garantiu grandes emoções e belas brigas. Em breve vamos retornar para mais capturas.

Qualquer dúvida, deixe um comentário abaixo ou entrar em contato pelo e-mail vendas@papasiri.com.

Comprando aqui o seu equipamento, além desse cuidado e carinho, você ainda recebe 5% de volta no nosso programa de fidelidade CLUBE PAPASIRI.

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5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

A pesca vertical com jigs surgiu no Japão e rapidamente popularizou-se ao redor do mundo. No Brasil, especificamente no litoral sul, a prática tornou-se mais comum no final dos anos 90 e trouxe grandes resultados para a captura de exemplares como anchovas e olhetes.

Ao longo dos anos essa técnica foi aprimorada e adaptada de acordo com as características dos locais de pesca, dimensionando peso e tamanho das iscas. Além disso, novos modelos de equipamentos, linhas e iscas surgiram como slow jig e micro jig, por exemplo.

Mas você sabe como eles funcionam? Nessa matéria vamos demonstrar como cada uma delas deve ser aplicada trazendo maior sucesso para suas pescarias.

O QUE É JIG?

Consiste em uma peça sólida em forma simétrica, fabricada em chumbo, simulando um peixe, podendo ter uma ou duas argolas para fixação da mesma na linha principal com auxílio de um snap.

As cores costumam ser vibrantes usadas juntamente com camadas de papel holográfico, que ao receber a luz solar emite reflexos para atrair o peixe.

Alguns modelos já possuem garateias, porém, o anzol suporte hook apresenta melhores resultados, além de evitar enroscos.

*Obs: o lado mais pesado sempre deve ficar para baixo, fazendo um pêndulo. Dessa forma a isca irá trabalhar com maior fluidez.

Listamos alguns modelos tradicionais que são utilizados nas modalidades apresentadas abaixo.

Modelos de micro jigs.

JUMPING JIGGING

Essa técnica é aplicada para pesca embarcada, onde a isca é trabalhada no sentido vertical. Consiste em deixar a mesma cair até o fundo, alcançando parcéis ou rochas, onde há uma grande concentração de peixes.

É importante levantar a isca para que ela possa ser trabalhada sobre o fundo sem enroscar, geralmente entre dois metros. Seguindo esses passos, a isca modelo é trabalhada sobre as estruturas aplicando o movimento de "jumping", ou seja, fazer a isca dar pequenos pulos acima do fundo.

Para uma pescaria confortável e com equipamento equilibrado indicamos varas de até 6'6" pés, seja para carretilha ou molinete. Exemplos de modelos ideias para essa modalidade são Evolution GT2 e Vortex Jigging.

SPEED JIGGING

Uma variação do modo tradicional, assim como o Slow Jigging que será apresentado nesta matéria. Ao contrário do jumping jigging a isca após alcançar o fundo, deve ser recolhida de maneira constante e rápida até chegar à superfície.

É importante fazer alterações no trabalho dando pequenas pausas ou diminuindo a velocidade.

A isca possui design “slim”, fino e alongado. Caso não encontre, o modelo tradicional também funciona perfeitamente.

Para speed jig de preferência varas menores entre 5'8" pés com ação média/rápida ou rápida, assim você terá melhor resposta para trabalhar a isca e fisgar o peixe. O cabo é alongado para dar suporte a mão que fica encaixado de baixo do braço, assim a alavanca deve ser feita pelo antebraço sem forçar o pulso.

Preste atenção no recolhimento do molinete, a sua velocidade deve ficar de 4.0:1 até 5.2:1 para trabalhar de uma maneira harmoniza com a vara. Molinetes com velocidade muito rápida podem afetar o trabalho da vara e assim arrastando a isca, perdendo todo seu poder de atração.

SLOW JIGGING

Como o próprio nome diz, corresponde ao trabalho lento e contínuo vertical. O que diferencia essa pescaria é a isca que possui um design em forma de gota, uma das suas faces é lisa tendo o verso ondulado com maior peso. Essas características somadas criam um movimento errático com queda lenta.

O slow jigging necessita de uma vara com comprimento até 6'3" pés de ação média/lenta ou lenta para que a isca trabalhe de uma forma suave na descida, dando chances para o ataque do peixe. Essa modalidade é caraterizada pelo uso de carretilhas que torna a pescaria mais confortável. As varas são extremamente leves e com cabo pequeno, que assim como no speed jigging deve ser apoiada abaixo do braço.

  • Vale ressaltar o uso de molinetes também é efetivo e mais simples para iniciantes.

LIGHT JIGGING

Segue o mesmo principio do slow jigging, porém com equipamentos mais leves para uma pescaria mais sensitiva e esportiva para captura de peixes de médio porte, porém, é forte o suficiente para tirar grandes troféus caso seja surpreendido. Seu grande diferencial são os jigs mais leves de até 100g com um trabalho de ponta suave.

SHORE JIGGING

Agora estamos com os pés na terra, ou melhor, nas pedras. Essa variação é praticada em costões rochosos e a isca é trabalhada na horizontal. Permite fazer muitas variações de trabalhos como speed e slow fazendo interferências com pausas. Em pesqueiros de mar aberto utilize iscas grandes para captura de predadores como xaréu, olhete, anchova.

A pescaria ultra light também é uma ótima opção para pesca de pequenos exemplares, basta dimensionar o equipamento para o uso com micro jig.

Em algumas situações de pesca ficamos longe de pequenos parcéis e rochas, por esse motivo as varas devem ser compridas entre 7’0” e 9’0” pés. O molinete deve ter uma grande capacidade de linha, como por exemplo o Ceymar a partir do tamanho 40.

Como a linha pode entrar em contato com as estruturas, o leader deve ser maior em torno um metro de comprimento.

  • Obs: não deixe a isca tocar no fundo, trabalhando na meia água o risco da isca enroscar é menor.

Em praia de tombo também é possível pescar com jigs, garantem grandes emoções para captura de peixes como pampo, ubarana, robalo, xererete, entre outros.

FUNCIONA PARA ÁGUA DOCE?

A resposta é: sim, funciona! Experiências feitas nos Estados Unidos mostram que a atividade de grandes trutas e salmões acontecem durante o verão, no Brasil não seria diferente.

Nossa equipe no início dos anos 2000 fez uma pescaria na Amazônia adotando jigs, com objetivo de capturar tucunarés, porém, apresentou ótimos resultados para espécies como corvina, cachorra e até peixes de couro como pintado.

A desvantagem é o enrosco em estruturas submersas, por esse motivo procuramos pescar em poços fundos, praias ou locais com fundo de areia.

Outra opção são os jigs bucktail, também conhecidos como xuxinha ou jig de pena. Possui a cabeça de chumbo com fibras naturais e holográficas bem coloridas, irresistível para tucunarés, dourados, cachorras, aruanã, entre outros.

DICAS

  • Praticamente não há maneira errada de trabalhar sua isca nesse tipo de pesca. Sinta-se à vontade para experimentar e combinar várias técnicas com recolhimento lento, rápido, pausas, solavancos, entre outros;
  • Nunca embarque o peixe utilizando a vara, mesmo sendo um equipamento resistente a mesma não suporta a carga de peso mais a movimentação do peixe em uma grande angulação. Com ajuda de um amigo, capture o peixe com auxílio de um passaguá ou bicheiro;
  •  Cerifique-se que o equipamento está encaixado da mentira correta no braço e antebraço, além da pescaria ficar mais confortável o risco de ter uma lesão por movimento repetitivo é menor;
  • Proteja-se com roupas com fator de proteção solar, luvas e óculos polarizados. Em dias de calor intenso além dos raios solares o reflexo da água pode causar desconforto para os olhos;
  • A linha deve ser de multifilamento de acordo com a indicação da vara, por exemplo PE 1.5, 2.0 etc. Pois esta não possui memória e é extremamente sensível. Caso tenha dúvidas sobre essa nomenclatura acesse a matéria como funciona classificação PE para linhas multifilamento?
  • O leader deve ser de fluorocarbono seguindo a espessura da linha, com comprimento entre 40cm e 1m utilizando o nó de união allbright. Veja abaixo como fazer esse nó.
    Acesse a material o que é fluorocarbono e como utilizar? e aumente o desempenho da sua pescaria.

A pescaria com jig garante ótimos resultados e muita diversão. Com essas dicas você terá o necessário para embarcar nessa aventura.

Qualquer dúvida sobre equipamentos, iscas e montagens é só deixar um comentário abaixo ou entrar em contato pelo e-mail vendas@papasiri.com.

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Nó de pesca Albright, a melhor opção para emendar mono com multi.

Nó de pesca Albright, a melhor opção para emendar mono com multi.

Sem dúvidas, o nó Albright é um dos mais famosos e eficientes nós de ligação na pesca esportiva. Sua versatilidade faz toda diferença, já que pode ser aplicado com sucesso nas principais fibras como: monofilamento, multifilamento e fluorocarbon.

Imagina a adrenalina de ter encontrado o pesqueiro ideal. Você não vai parar, colocar a ferramenta de nó e levar alguns minutos para atar o mesmo enquanto seu colega está pegando um peixe atrás do outro, não é mesmo? Já aprendendo esse nó a praticidade irá te auxiliar.

Antes de iniciar escolha uma espessura de líder com uma diferença de 20mm no máximo. Exemplo: para uma linha multifilamento 0.25mm devemos usar um líder no máximo 0.50mm. Quando for usar a linha monofilamento usa-se a mesma regra - defina as bitolas de acordo com a modalidade e locais da pescaria - outra dica é com relação ao comprimento do líder, use-o curto se precisar efetuar arremessos constante e rápidos. Caso seja uma pescaria pesada, o ideal é utilizá-lo mais longo, porém, não deve entrar no rotor do molinete ou cursor da carretilha,

Lembrando que não indicamos passar o nó pela ponteira e passadores, principalmente em modelos micro. A dobra do líder adiciona volume ao nó e aliado a rigidez do fluorocarbon, ao entrar em atrito com passadores e ponteiras, pode ocasionar dano da cerâmica.

1. Faça uma laçada na ponta do líder de aproximadamente 20cm;

2. Coloque a linha multifilamento por dentro da laçada na parte de baixo, dando seis voltas;

3. Agora volte no sentido contrário com mais seis voltas e por fim insira a linha por cima da laçada;

4. Para finalizar, puxe as pontas para atar o nó e cortes as sobras de linha.

ASSISTA O VÍDEO QUE PREPARAMOS SOBRE O NÓ ALLBRIGHT

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7 Dicas para Colocar Linha Multifilamento em Carretilhas

7 Dicas para Colocar Linha Multifilamento em Carretilhas

Em nossa loja recebemos muitos relatos de clientes que não conseguem pescar com carretilha devido a problemas como cabeleira. Muitos desses imprevistos podem ser ocasionados pela forma errada de colocar a linha na carretilha. Nesta matéria preparamos 7 dicas e mais um bônus para tirar suas dúvidas e facilitar esse processo.

Antes de iniciar o passo a passo confira a matéria as vantagens e desvantagens de usar uma linha de multifilamento.

DICA 01 – LINHA COMPATÍVEL

Escolha a linha de acordo com a capacidade de linha da carretilha, dessa forma você terá o melhor desempenho do equipamento.

DICA 02 – NÃO PASSAR A LINHA PELO CARRETEL

Se a linha passar por dentro do carretel pode prejudicar o funcionamento do freio centrífugo e magnético, além de prejudicar nos arremessos podendo até romper a linha.

DICA 03 – CAMA DE MONOFILAMENTO

Como a linha multifilamento não possui aderência no alumínio, indicamos fazer uma base de monofilamento (nylon) de aproximadamente 5 metros. Esse método evita que a linha rode em bloco, além de potencializar a frenagem da carretilha.

DICA 04 – NÓ PARA EMENDA

Para a cama o nó ideal para fixação ao carretel é o modelo de forca ou de correr. Para unir a linha monofilamento com multifilamento utilizamos o nó allbright.

DICA 05 – RECOLHIMENTO

Para uma distribuição de linha homogênea, aperta toda a fricção e tencione a linha para fazer o recolhimento, dessa forma você terá melhor precisão nos arremessos.

DICA 06 – CAPACIDADE DE LINHA

Evite sobrecarregar a carretilha além do seu limite. Para quem está iniciando indicamos utilizar entre 80% e 90% da capacidade máxima do equipamento. Após a prática e conhecer melhor sua carretilha, utilize a linha na sua capacidade máxima.

07 – MANTER A PONTA FIXA

Para guardar a sua carretilha, mantenha sempre a ponta da linha presa. O modo convencional é uma laçada fixada na manivela ou no chassi. Hoje temos o clip para carretilha, um acessório extremamente simples e muito eficaz que mantem a linha presa apenas usando um nó.

A ponta da linha solta pode entrar nas laterais do carretel, trançar no seu próprio eixo ou até mesmo causar a famosa e temida “cabeleira”.

DICA BÔNUS

Na pescaria esportiva costumamos apenas usar em torno de 40 metros de linha nos arremessos, sendo assim, o restante continua intacto sem sofrer desgastes. Inverta a linha e utilize a ponta inversa, assim você irá aumentar a vida útil e economizar linha.

Assista o vídeo com todas as dicas:
Com essas dicas você pode colocar linha na sua carretilha com segurança e sem medo de efetuar seus arremessos.

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Como Pescar Carpa Cabeçuda

Como Pescar Carpa Cabeçuda

Como Pescar Carpa Cabeçuda

No Brasil a pesca esportiva em pesqueiros de água doce tem crescido de maneira expoente, não só para captura de espécies nativas como tambaqui, pacu, pirarara, mas também espécies exóticas introduzidas como as carpas. Nessa matéria vamos explanar detalhes técnicos sobre esse peixe para ter maior êxito em sua pescaria.

SOBRE A ESPÉCIE

A carpa cabeçuda é uma espécie de peixe de água doce nativa dos grandes rios e lagos do leste da Ásia. Seu alcance se estende do sul da China ao norte até o sistema do rio Amur, onde faz a fronteira com a Rússia.

Possui cabeça grande e sem escamas, uma boca grande em comparação com outras espécies como a carpa espelho, húngara e capim. Seus olhos localizados muito abaixo da cabeça. Os adultos geralmente têm uma coloração cinza ou prata com manchas ocasionais.

O comprimento típico é de 60cm e tamanho máximo observado de 1.46m e 40kg e pode viver até 16 anos. A carpa cabeçuda é nativa dos grandes rios e lagos de várzea associados do leste da Ásia.

A carpa cabeçuda tem uma crescimento muito rápido, o que a torna um peixe de aquicultura lucrativo, além da pesca esportiva. Ao contrário da carpa comum, a carpa cabeçuda é principalmente filtradora e consomem preferencialmente zooplâncton, mas também fitoplâncton e detritos.

EQUIPAMENTOS

O seu conjunto deve ser montado de acordo com as características do pesqueiro escolhido. Geralmente utilizamos varas de 2.40m e 2.70m, em lagos muito extensos varas de 3m proporcionam um arremesso mais longo. Fique atento ao casting da vara, pois a isca é pesada e necessita de uma vara com boa capacidade de arremesso e ação rápida.

De preferência para molinetes ou carretilhas com grande capacidade de linha para espessuras grossas.

O tamanho ideal para molinetes é a partir do tamanho 4000 como Vertix e Black Cracker. Outro detalhe importante é o drag (freio), que somado a vara tem objetivo de conter o peixe e cansá-lo.

No caso das carretilhas temos modelos específicos para essa modalidade como Forza BG, Black Tamba e Sparta. Caso tenha interesse por um material mais robusto para adaptar para outras espécies como pirarara, os modelos de perfil alto se encaixam muito bem.

Existem inúmeros modelos de linha no mercado, porém as mais adequadas para essa modalidade sãos as soft. Possui um toque macio, baixa memória e elasticidade, características indispensáveis para pesca da carpa cabeçuda.

Como a carpa cabeçuda não possui paredes ósseas em sua boca, no momento da fisgada a linha soft é menos agressiva evitando danificar a boca do peixe.

Obs* não é recomendado o emprego de linhas multifilamento, além da ausência de memória, pode ferir outros peixes que estão próximos.

SISTEMA CLÁSSICO

O modo mais convencional é pescar a carpa na meia água, para isso utilizamos uma boia com chuveirinho convencional ou para pastilha. Em alguns casos deixamos apenas o anzol “matador” ou “xerife” que fica logo abaixo da isca.

Passo a passo para montagem:

Insira o chumbo poita na linha principal do seu molinete ou carretilha e posteriormente o stopper. Dessa forma fica mais fácil regular a altura da boia de acordo com a atividade do peixe.

Na sequência coloque uma miçanga, boia e mais uma miçanga e finalize com um snap na ponta da linha para facilitar a troca do chuveirinho.

Obs* o processo de montagem é igual para o chuveirinho convencional e para pastilha.

SISTEMA DE FUNDO

Apesar de não ser muito tradicional, a montagem de fundo pode ser uma ótima opção para pesqueiros com lagoas rasas ou em localidades onde faz muito frio e o peixe não sobe para superfície para se alimentar.

Hoje no mercado temos chuveirinhos próprios para essa modalidade, mas em um caso de emergência corte o seu sistema convencional deixando apenas dois anzóis, um deles sendo o matador. Para o resto da montagem é necessário apenas uma miçanga e o chumbo de correr.

Para facilitar a sucção da carpa, instale flutuadores nos anzóis assim eles não terão contato direto com o solo ficando acima da isca.

Obs* você pode utilizar a pastilha ou massa da sua preferência.

ISCAS

A massa é a isca clássica para essa espécie, além de ser muito fácil de ser preparada. Basta inserir a água até dar o ponto com um aspecto de farofa e está pronta para o uso. Também pode ser peneirada para ficar mais fina.

Para evitar enroscos, fisgue os anzóis na massa, assim que a mesma dissolver eles são liberados.

Obs* quanto mais a isca for compactada no chuveirinho mais tempo ela levará para se dissolver.

Já a pastilha pode ser comprada pronta e colocada diretamente no chuveirinho, sem preparos prévios. Para deixar a isca mais atrativa você pode utilizar essências de preferência com sabores doces, pois elas possuem ração na sua composição que atrai menos puros peixes como tambaqui, pacu e tilápia.

DICAS

  • Dê preferência para anzóis sem farpa para não danificar a boca do peixe;
  • Deixe o freio da carretilha ou molinete bem regulado para cansar o peixe, assim você evita de arrebentar e ter uma briga mais divertida;
  • Regule a altura da isca em diferentes posições para identificar onde os animais estão se alimentando;
  • A carpa possui a boca muito sensível, então evite dar fisgadas muito bruscas.

Agora é só colocar a linha na água e capturar o seu troféu!

Agradecemos ao nosso amigo pescador Leandro Corrêia por ceder a imagem para a capa da matéria.

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Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Na pescaria ou na prática de esportes ao ar livre, principalmente quando estamos próximos da água, ficamos não só diretamente em contato com raios ultravioleta (UVA ou UVB), mas também com os reflexos provenientes da água. Além disso o risco de acidente, como queda, uma isca engatada ou anzol. Sem falar que existem pessoas com alta sensibilidade à luminosidade e os óculos polarizados são a solução

As lentes polarizadas promovem proteção dos olhos e o conforto visual, também tem a capacidade de oferecer mais segurança. Pensando nisso, todo mundo que usa óculos de sol percebe os benefícios e as diferenças das lentes polarizadas em contraste com as lentes comuns.

Isso porque as polarizadas contam com uma película extra e oferecerem 100% de proteção contra raios UVA e UVB. Assim, o reflexo dos raios solares se tornam quase imperceptíveis, diminui o impacto da luz e reflexo nos olhos, assim, elas trazem mais conforto visual para quem as usa. Tornam as imagens mais nítidas, causando alívio visual e amenizando o desconforto dos raios ultravioleta (UVA ou UVB).

Essas lentes são ideais para dias de sol forte, pois contam com um filtro que ajuda a proteger os olhos de luzes com grande intensidade. São úteis contra os reflexos do sol em vidros ou na água de uma piscina, por exemplo.

Assista o vídeo e confira todos os detalhes técnicos esclarecidos juntamente com o nosso professor Nelson Nakamura.

Aqui na PAPASIRI, você encontra as melhores marcas de óculos polarizados com preços e condições especiais de pagamento.

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