Molinete Okuma Ceymar a melhor relação peso e força

Molinete Okuma Ceymar a melhor relação peso e força

Molinete Okuma Ceymar a melhor relação peso e força

Os molinetes Okuma da série Ceymar apresentam uma das melhores relações entre peso e força do mercado. A junção do grafite com o design slim para o corpo do equipamento foi possível reduzir drasticamente o peso, sem deixar de lado a resistência e grande capacidade de drag podendo chegar até 16kg. Devido a sua ampla gama de tamanhos permite ser utilizada nas mais variadas modalidades de pesca, seja na água doce ou salgada, para pesca de robalo, anchova, dourado, pintado, tucunaré, traíra, entre outros.

Conta com exclusivo sistema de fluxo de ar ciclônico no rotor, isso aumenta o fluxo de ar através do orifício no rotor, minimizando a entrada de água e evitando a corrosão.

O sistema de engrenagem elíptica que tornam o recolhimento da linha preciso e uniforme, assim criando menos atrito durante os arremessos, atingindo maiores distâncias, aumento da vida útil da linha, bem como a suavidade ao aplicar a pressão do freio.

Rotor balanceado com tecnologia RES II, elimina o movimento do carretel e mantém as engrenagens internas em perfeito alinhamento, além de proporcionar suavidade ao movimento da manivela.

Manivela fabricada em zinco rígida e anodizada, além disso garante mais leveza e conforto devido ao seu knob em EVA. Modelo C-65 tem a manivela do tipo Ergo Grip.

CARACTERÍSTICAS

  • Sistema de arruelas em feltro de freio, já engraxadas;
  • 7 rolamentos de esferas mais um rolamento de rolete;
  • Pinhão principal de bronze usinado;
  • Carretel de alumínio usinado e anodizado.

 

MOLINETE OKUMA CEYMAR
Tecnologias Okuma Ceymar

Opções da série Ceymar Okuma você encontra aqui no nosso site

Não importa qual é a sua modalidade essa série vai suprir todas as demandas do pescador esportivo.
Ultra Light com o modelo C-10
Pescaria leve com C-25 e C-30
Pesca pesada com equipamento leve C-40 e C-55
Pescaria ultra pesada com o modelo C-65 que vem equipado com manivela reforçada para coisa bruta.

Gostou dessa dica? Aproveite para assistir nosso vídeo como Colocar Linhas em Molinetes Long Cast

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Como consertar partes de Varas de Pesca quebradas

Como consertar partes de Varas de Pesca quebradas

Agora você não terá mais desculpas para descartar sua velha companheira de pesca, confira as dicas de como consertar a ponta da vara quebrada.

  • Retirar os passadores: com a ajuda de um estilete ou uma faca pequena, corte os fios que seguram o passador e depois retire os excessos de resina e fios que podem ter ficado.
  • Retirar a ponteira: para derreter o Araldite é necessário aquecer, então pode ser usada uma vela, maçarico, isqueiro, boca do fogão... o que estiver em casa. Não precisa colocar a ponteira dentro do fogo, basta colocar à uma distância que dê para aquecê-la.
  • Fazer ajustes na parte quebrada: nesta etapa deve-se observar onde cortar o blank da vara para ficar reto e aproveitar o acabamento já existente no caniço.
  • Medir qual tamanho será a ponta: colocando a ponta virada de maneira contrária já pode ter uma noção de quanto vai ser preciso para inserir a ponta por dentro do blank tubular.
  • Cortar o excesso: A parte que ficará encaixada na parte interior do blank não tem necessidade de ser muito comprida, sendo assim, indicamos que corte caso fique grande. assim diminuirá peso, tornando a vara mais leve.
  • inserir e colar a ponta: para essa etapa pega a ponta que quebrou e lixamos um pouco e com a ajuda do estilete retiramos a tinta para ajudar a aderência e assim colar de maneira mais eficaz. Para inserir a ponteira é necessário introduzir pela tampa do cabo, chamamos isto de transpassagem, utiliza-se a gravidade para que a ponta dessa e depois pode-se puxar normalmente.
  • Acabamentos: o restante da cola usada para colar a ponta pode servir para dar os últimos ajustes como colagem da ponteira, fixar um pouco mais a emenda e posteriormente colar a tampa do cabo. 

OBS: Não esqueça de alinhar a ponteira aos passadores antes da secagem da cola.

Assista no vídeo abaixo o passo a passo:

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Barqueiros e guias de pesca em Santa Catarina

Barqueiros e guias de pesca em Santa Catarina

A pescaria no mar requer muito conhecimento para identificação de pesqueiros, condições marítimas, maré, iscas entre outros detalhes.
Nessa matéria preparamos uma lista de guias de pesca e barqueiros de extrema confiança para orientar em suas pescarias.

Quem são os barqueiros ou guias de pesca

São os trabalhadores de apoio ao turismo de pesca esportiva. Profissionais que estão ligados intimamente como o local de pesca, podemos dizer que os guias conhecem, “como a palma da mão” os pesqueiros da região onde atuam. Além disso, sua experiência oferece segurança nesses ambientes, identificando riscos de mudança no tempo, locais para melhor navegação. Por exemplo: onde tem corredeira e é perigoso colocar um barco, onde se encontram os melhores pontos de pesca e quais as melhores maneiras técnicas e materiais que podemos usar no local.

Na pescaria em mar aberto ou oceânica requer muito conhecimento para identificação de pesqueiros, condições marítimas, maré, iscas entre outros detalhes.
Nessa lista vamos indicar os principais profissionais de guias de pesca e barqueiros de nossa confiança em Santa Catarina.

Guias de pesca em Balneário Camboriú:

Beto Pesca Esportiva
(47) 99277-2616
Pescaria noturna e alto mar.


Makau Pesca Esportiva
(47) 99924-3963
Pescaria noturna e alto mar.

Caso tenha uma boa experiência com um guia ou barqueiro não listado, envie para a nossa empresa para que possamos adicionar aos contatos.

Gostou dessa dica? Temos outras para você, Como Limpar e Conservar o Peixe

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Tênis multiuso Aquatek NTK para Pesca e Aventura

Tênis multiuso Aquatek NTK para Pesca e Aventura

O tênis multiuso Aquatek da Nautika foi desenvolvido com a mais alta tecnologia, a fim de proporcionar o máximo de conforto, segurança e performance para os seus pés em atividades como pesca, canoagem, surf, ciclismo, caminhada, entre outros.

Se adequa aos mais variados tipos de pés, através do cabedal que garante liberdade e segurança nos movimentos.

Sua fabricação é feita em material flexível com sistema de respiração, que mistura poliamida e poliéster com elastano. Essa composição faz com que o calçado se adeque perfeitamente aos pés, além disso, seca super rápido.

Solado em PVC emborrachado que quando molhado apresenta grande aderência aos mais variados terrenos e superfícies. Conta também com sistema de drenagem, localizado embaixo da sola para perfeito escoamento da água.

Possui cadarço ajustável que torna as caminhadas mais seguras quando o tênis está submerso, evitando que o mesmo saia do pé.

Outra vantagem é a flexibilidade, tanto no momento de armazenar o calçado quanto para aderência em terrenos irregulares.

Abaixo temos as cores e tamanhos disponíveis:

Preto 36 37 38 39 40 41 42
Verde 36 37 28 39 40 41 42

Confira o vídeo com o detalhamento técnico do produto:

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Pescaria de Trutas com equipamento ultralight

Pescaria de Trutas com equipamento ultralight

A nossa equipe passou cinco dias na Serra Catarinense em busca da famosa Truta Selvagem com novas técnicas de pescaria, explorando os Rios Canoas e do Tigre. Podemos afirmar que essa região nos proporcionou belas paisagens e emoções além do clássico trio da serra: frio, lareira e vinho.

Antes de embarcar nessa aventura vamos entender um pouco mais sobre o peixe.

SOBRE A ESPÉCIE

A Truta Arco-Íris foi introduzida no Brasil no final da década de 40 inicialmente para comercialização do pescado. Ao longo dos anos o potencial da espécie como uma opção para pesca esportiva aumentou, assim gerando novas opções de pesqueiros, principalmente na região Sul do País.

Como era de se esperar, a Truta adaptou-se muito bem ao clima frio de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, assim se reproduzindo com muita facilidade nos rios da região tornando-se um troféu para os amantes da pesca esportiva.

Veja lugares onde é possível pescar Trutas selvagens:

  • Rio Crioulas em Urubici (SC);
  • Rio Canoas em Urubici (SC)
  • Rio do Tigre em Rio Rufino (SC);
  • Rio das Caveiras em Lajes (SC);
  • Rio das Antas em São José dos Ausentes (RS);
  • Rio Macaé em Nova Friburgo (RJ);
  • Rio Aiuruoca em Aiuruoca (MG).

INÍCIO DA PESCARIA

Antes de partir procuramos guias de pesca locais para obter maiores informações sobre os melhores pontos de pesca da região. Nosso objetivo era pescar a Truta com equipamento ultralight, ao vez do tradicional fly. Fomos orientados a amassar as garatéias ou utilizar anzóis sem farpa para garantir o bem estar do animal ao ser devolvido a natureza.

EQUIPAMENTO

Como espécie é composta por pequenos exemplares, optamos por equipamento leve e sensível para garantir a esportividade. Segue a listagem do material:

Vara com 6’0” de comprimento (1.83m) de 10 libras que permite arremessar iscas pequenas com peso entre 2 até 10 gramas. Ação de blank média/lenta.

Molinete Ultra Light tamanho 500 com linha multifilamento 0.10 milímetros de espessura, o leader de fluorocarbono 0.31mm com aproximadamente 30 centímetros.

Utilizamos uma vasta gama de iscas como spinner, crank bait e popper.

Nossa primeira tentativa foi no Rio Canoas, um local com perfeitas condições para a captura dessa espécie: água limpa, corrente e também muito fria, o que se tornou o impasse da pescaria, já que era impossível permanecer muito tempo na água, mesmo utilizando macacão impermeável com bota e roupas de inverno como segunda pele. Decidimos encerrar a pescaria e tentar novas opções no próximo dia.

SEGUNDO DIA

Fizemos uma breve pesquisa e encontramos o pesqueiro Trutas Tapera, que fica no interior do município de Urubici. Chegando lá, questionados sobre qual isca nós gostaríamos de usar: massa ou minhoca? Optamos em permanecer utilizando as iscas artificias para manter a esportividade, e o resultado foi imediato.

Chamamos atenção dos pescadores, pois tivemos muitas ações e belas brigas. Confira no vídeo:

Infelizmente não era permitido o pesque e solte, já que a Truta é peixe muito sensível e não pode ser manuseada fora da água, mesmo sendo em um curto período de tempo. Recomendamos em casos onde o peixe é capturado na natureza, manusear em um passaguá, dentro da água e mantendo a oxigenação do peixe.

TERCEIRO DIA

Voltamos para tentativa de capturar a Truta selvagem, mas dessa vez no Rio do Tigre. Logo no início da pescaria tivemos uma ação, mas como usamos apenas uma das pontas da garateia (sem farpa) não foi possível fisgar, mas já garantiu a emoção do dia. Mais uma vez o frio foi implacável e no meio da tarde terminamos a pescaria.

Mapa com os pesqueiros de trutas que já visitamos:

Pesqueiro de Trutas Tapera
Rua Pedro Custódio S/N Bairro: Riacho - Urubici SC
Fone: (49) 99151-4762  (49) 99141-7015

 

Após encerrar a pescaria fomos saborear o pescado junto com nossos amigos e familiares, além de visitar pontos turísticos de beleza exuberante.

Essa foi a nossa primeira experiência com a pescaria de trutas, que garantiu grandes emoções e belas brigas. Em breve vamos retornar para mais capturas.

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5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

A pesca vertical com jigs surgiu no Japão e rapidamente popularizou-se ao redor do mundo. No Brasil, especificamente no litoral sul, a prática tornou-se mais comum no final dos anos 90 e trouxe grandes resultados para a captura de exemplares como anchovas e olhetes.

Ao longo dos anos essa técnica foi aprimorada e adaptada de acordo com as características dos locais de pesca, dimensionando peso e tamanho das iscas. Além disso, novos modelos de equipamentos, linhas e iscas surgiram como slow jig e micro jig, por exemplo.

Mas você sabe como eles funcionam? Nessa matéria vamos demonstrar como cada uma delas deve ser aplicada trazendo maior sucesso para suas pescarias.

O QUE É JIG?

Consiste em uma peça sólida em forma simétrica, fabricada em chumbo, simulando um peixe, podendo ter uma ou duas argolas para fixação da mesma na linha principal com auxílio de um snap.

As cores costumam ser vibrantes usadas juntamente com camadas de papel holográfico, que ao receber a luz solar emite reflexos para atrair o peixe.

Alguns modelos já possuem garateias, porém, o anzol suporte hook apresenta melhores resultados, além de evitar enroscos.

*Obs: o lado mais pesado sempre deve ficar para baixo, fazendo um pêndulo. Dessa forma a isca irá trabalhar com maior fluidez.

Listamos alguns modelos tradicionais que são utilizados nas modalidades apresentadas abaixo.

Modelos de micro jigs.

JUMPING JIGGING

Essa técnica é aplicada para pesca embarcada, onde a isca é trabalhada no sentido vertical. Consiste em deixar a mesma cair até o fundo, alcançando parcéis ou rochas, onde há uma grande concentração de peixes.

É importante levantar a isca para que ela possa ser trabalhada sobre o fundo sem enroscar, geralmente entre dois metros. Seguindo esses passos, a isca modelo é trabalhada sobre as estruturas aplicando o movimento de "jumping", ou seja, fazer a isca dar pequenos pulos acima do fundo.

Para uma pescaria confortável e com equipamento equilibrado indicamos varas de até 6'6" pés, seja para carretilha ou molinete. Exemplos de modelos ideias para essa modalidade são Evolution GT2 e Vortex Jigging.

SPEED JIGGING

Uma variação do modo tradicional, assim como o Slow Jigging que será apresentado nesta matéria. Ao contrário do jumping jigging a isca após alcançar o fundo, deve ser recolhida de maneira constante e rápida até chegar à superfície.

É importante fazer alterações no trabalho dando pequenas pausas ou diminuindo a velocidade.

A isca possui design “slim”, fino e alongado. Caso não encontre, o modelo tradicional também funciona perfeitamente.

Para speed jig de preferência varas menores entre 5'8" pés com ação média/rápida ou rápida, assim você terá melhor resposta para trabalhar a isca e fisgar o peixe. O cabo é alongado para dar suporte a mão que fica encaixado de baixo do braço, assim a alavanca deve ser feita pelo antebraço sem forçar o pulso.

Preste atenção no recolhimento do molinete, a sua velocidade deve ficar de 4.0:1 até 5.2:1 para trabalhar de uma maneira harmoniza com a vara. Molinetes com velocidade muito rápida podem afetar o trabalho da vara e assim arrastando a isca, perdendo todo seu poder de atração.

SLOW JIGGING

Como o próprio nome diz, corresponde ao trabalho lento e contínuo vertical. O que diferencia essa pescaria é a isca que possui um design em forma de gota, uma das suas faces é lisa tendo o verso ondulado com maior peso. Essas características somadas criam um movimento errático com queda lenta.

O slow jigging necessita de uma vara com comprimento até 6'3" pés de ação média/lenta ou lenta para que a isca trabalhe de uma forma suave na descida, dando chances para o ataque do peixe. Essa modalidade é caraterizada pelo uso de carretilhas que torna a pescaria mais confortável. As varas são extremamente leves e com cabo pequeno, que assim como no speed jigging deve ser apoiada abaixo do braço.

  • Vale ressaltar o uso de molinetes também é efetivo e mais simples para iniciantes.

LIGHT JIGGING

Segue o mesmo principio do slow jigging, porém com equipamentos mais leves para uma pescaria mais sensitiva e esportiva para captura de peixes de médio porte, porém, é forte o suficiente para tirar grandes troféus caso seja surpreendido. Seu grande diferencial são os jigs mais leves de até 100g com um trabalho de ponta suave.

SHORE JIGGING

Agora estamos com os pés na terra, ou melhor, nas pedras. Essa variação é praticada em costões rochosos e a isca é trabalhada na horizontal. Permite fazer muitas variações de trabalhos como speed e slow fazendo interferências com pausas. Em pesqueiros de mar aberto utilize iscas grandes para captura de predadores como xaréu, olhete, anchova.

A pescaria ultra light também é uma ótima opção para pesca de pequenos exemplares, basta dimensionar o equipamento para o uso com micro jig.

Em algumas situações de pesca ficamos longe de pequenos parcéis e rochas, por esse motivo as varas devem ser compridas entre 7’0” e 9’0” pés. O molinete deve ter uma grande capacidade de linha, como por exemplo o Ceymar a partir do tamanho 40.

Como a linha pode entrar em contato com as estruturas, o leader deve ser maior em torno um metro de comprimento.

  • Obs: não deixe a isca tocar no fundo, trabalhando na meia água o risco da isca enroscar é menor.

Em praia de tombo também é possível pescar com jigs, garantem grandes emoções para captura de peixes como pampo, ubarana, robalo, xererete, entre outros.

FUNCIONA PARA ÁGUA DOCE?

A resposta é: sim, funciona! Experiências feitas nos Estados Unidos mostram que a atividade de grandes trutas e salmões acontecem durante o verão, no Brasil não seria diferente.

Nossa equipe no início dos anos 2000 fez uma pescaria na Amazônia adotando jigs, com objetivo de capturar tucunarés, porém, apresentou ótimos resultados para espécies como corvina, cachorra e até peixes de couro como pintado.

A desvantagem é o enrosco em estruturas submersas, por esse motivo procuramos pescar em poços fundos, praias ou locais com fundo de areia.

Outra opção são os jigs bucktail, também conhecidos como xuxinha ou jig de pena. Possui a cabeça de chumbo com fibras naturais e holográficas bem coloridas, irresistível para tucunarés, dourados, cachorras, aruanã, entre outros.

DICAS

  • Praticamente não há maneira errada de trabalhar sua isca nesse tipo de pesca. Sinta-se à vontade para experimentar e combinar várias técnicas com recolhimento lento, rápido, pausas, solavancos, entre outros;
  • Nunca embarque o peixe utilizando a vara, mesmo sendo um equipamento resistente a mesma não suporta a carga de peso mais a movimentação do peixe em uma grande angulação. Com ajuda de um amigo, capture o peixe com auxílio de um passaguá ou bicheiro;
  •  Cerifique-se que o equipamento está encaixado da mentira correta no braço e antebraço, além da pescaria ficar mais confortável o risco de ter uma lesão por movimento repetitivo é menor;
  • Proteja-se com roupas com fator de proteção solar, luvas e óculos polarizados. Em dias de calor intenso além dos raios solares o reflexo da água pode causar desconforto para os olhos;
  • A linha deve ser de multifilamento de acordo com a indicação da vara, por exemplo PE 1.5, 2.0 etc. Pois esta não possui memória e é extremamente sensível. Caso tenha dúvidas sobre essa nomenclatura acesse a matéria como funciona classificação PE para linhas multifilamento?
  • O leader deve ser de fluorocarbono seguindo a espessura da linha, com comprimento entre 40cm e 1m utilizando o nó de união allbright. Veja abaixo como fazer esse nó.
    Acesse a material o que é fluorocarbono e como utilizar? e aumente o desempenho da sua pescaria.

A pescaria com jig garante ótimos resultados e muita diversão. Com essas dicas você terá o necessário para embarcar nessa aventura.

Qualquer dúvida sobre equipamentos, iscas e montagens é só deixar um comentário abaixo ou entrar em contato pelo e-mail vendas@papasiri.com.

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Nó de pesca Albright, a melhor opção para emendar mono com multi.

Nó de pesca Albright, a melhor opção para emendar mono com multi.

Sem dúvidas, o nó Albright é um dos mais famosos e eficientes nós de ligação na pesca esportiva. Sua versatilidade faz toda diferença, já que pode ser aplicado com sucesso nas principais fibras como: monofilamento, multifilamento e fluorocarbon.

Imagina a adrenalina de ter encontrado o pesqueiro ideal. Você não vai parar, colocar a ferramenta de nó e levar alguns minutos para atar o mesmo enquanto seu colega está pegando um peixe atrás do outro, não é mesmo? Já aprendendo esse nó a praticidade irá te auxiliar.

Antes de iniciar escolha uma espessura de líder com uma diferença de 20mm no máximo. Exemplo: para uma linha multifilamento 0.25mm devemos usar um líder no máximo 0.50mm. Quando for usar a linha monofilamento usa-se a mesma regra - defina as bitolas de acordo com a modalidade e locais da pescaria - outra dica é com relação ao comprimento do líder, use-o curto se precisar efetuar arremessos constante e rápidos. Caso seja uma pescaria pesada, o ideal é utilizá-lo mais longo, porém, não deve entrar no rotor do molinete ou cursor da carretilha,

Lembrando que não indicamos passar o nó pela ponteira e passadores, principalmente em modelos micro. A dobra do líder adiciona volume ao nó e aliado a rigidez do fluorocarbon, ao entrar em atrito com passadores e ponteiras, pode ocasionar dano da cerâmica.

1. Faça uma laçada na ponta do líder de aproximadamente 20cm;

2. Coloque a linha multifilamento por dentro da laçada na parte de baixo, dando seis voltas;

3. Agora volte no sentido contrário com mais seis voltas e por fim insira a linha por cima da laçada;

4. Para finalizar, puxe as pontas para atar o nó e cortes as sobras de linha.

ASSISTA O VÍDEO QUE PREPARAMOS SOBRE O NÓ ALLBRIGHT

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7 Dicas para Colocar Linha Multifilamento em Carretilhas

7 Dicas para Colocar Linha Multifilamento em Carretilhas

Em nossa loja recebemos muitos relatos de clientes que não conseguem pescar com carretilha devido a problemas como cabeleira. Muitos desses imprevistos podem ser ocasionados pela forma errada de colocar a linha na carretilha. Nesta matéria preparamos 7 dicas e mais um bônus para tirar suas dúvidas e facilitar esse processo.

Antes de iniciar o passo a passo confira a matéria as vantagens e desvantagens de usar uma linha de multifilamento.

DICA 01 – LINHA COMPATÍVEL

Escolha a linha de acordo com a capacidade de linha da carretilha, dessa forma você terá o melhor desempenho do equipamento.

DICA 02 – NÃO PASSAR A LINHA PELO CARRETEL

Se a linha passar por dentro do carretel pode prejudicar o funcionamento do freio centrífugo e magnético, além de prejudicar nos arremessos podendo até romper a linha.

DICA 03 – CAMA DE MONOFILAMENTO

Como a linha multifilamento não possui aderência no alumínio, indicamos fazer uma base de monofilamento (nylon) de aproximadamente 5 metros. Esse método evita que a linha rode em bloco, além de potencializar a frenagem da carretilha.

DICA 04 – NÓ PARA EMENDA

Para a cama o nó ideal para fixação ao carretel é o modelo de forca ou de correr. Para unir a linha monofilamento com multifilamento utilizamos o nó allbright.

DICA 05 – RECOLHIMENTO

Para uma distribuição de linha homogênea, aperta toda a fricção e tencione a linha para fazer o recolhimento, dessa forma você terá melhor precisão nos arremessos.

DICA 06 – CAPACIDADE DE LINHA

Evite sobrecarregar a carretilha além do seu limite. Para quem está iniciando indicamos utilizar entre 80% e 90% da capacidade máxima do equipamento. Após a prática e conhecer melhor sua carretilha, utilize a linha na sua capacidade máxima.

07 – MANTER A PONTA FIXA

Para guardar a sua carretilha, mantenha sempre a ponta da linha presa. O modo convencional é uma laçada fixada na manivela ou no chassi. Hoje temos o clip para carretilha, um acessório extremamente simples e muito eficaz que mantem a linha presa apenas usando um nó.

A ponta da linha solta pode entrar nas laterais do carretel, trançar no seu próprio eixo ou até mesmo causar a famosa e temida “cabeleira”.

DICA BÔNUS

Na pescaria esportiva costumamos apenas usar em torno de 40 metros de linha nos arremessos, sendo assim, o restante continua intacto sem sofrer desgastes. Inverta a linha e utilize a ponta inversa, assim você irá aumentar a vida útil e economizar linha.

Assista o vídeo com todas as dicas:
Com essas dicas você pode colocar linha na sua carretilha com segurança e sem medo de efetuar seus arremessos.

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Como Pescar Carpa Cabeçuda

Como Pescar Carpa Cabeçuda

Como Pescar Carpa Cabeçuda

No Brasil a pesca esportiva em pesqueiros de água doce tem crescido de maneira expoente, não só para captura de espécies nativas como tambaqui, pacu, pirarara, mas também espécies exóticas introduzidas como as carpas. Nessa matéria vamos explanar detalhes técnicos sobre esse peixe para ter maior êxito em sua pescaria.

SOBRE A ESPÉCIE

A carpa cabeçuda é uma espécie de peixe de água doce nativa dos grandes rios e lagos do leste da Ásia. Seu alcance se estende do sul da China ao norte até o sistema do rio Amur, onde faz a fronteira com a Rússia.

Possui cabeça grande e sem escamas, uma boca grande em comparação com outras espécies como a carpa espelho, húngara e capim. Seus olhos localizados muito abaixo da cabeça. Os adultos geralmente têm uma coloração cinza ou prata com manchas ocasionais.

O comprimento típico é de 60cm e tamanho máximo observado de 1.46m e 40kg e pode viver até 16 anos. A carpa cabeçuda é nativa dos grandes rios e lagos de várzea associados do leste da Ásia.

A carpa cabeçuda tem uma crescimento muito rápido, o que a torna um peixe de aquicultura lucrativo, além da pesca esportiva. Ao contrário da carpa comum, a carpa cabeçuda é principalmente filtradora e consomem preferencialmente zooplâncton, mas também fitoplâncton e detritos.

EQUIPAMENTOS

O seu conjunto deve ser montado de acordo com as características do pesqueiro escolhido. Geralmente utilizamos varas de 2.40m e 2.70m, em lagos muito extensos varas de 3m proporcionam um arremesso mais longo. Fique atento ao casting da vara, pois a isca é pesada e necessita de uma vara com boa capacidade de arremesso e ação rápida.

De preferência para molinetes ou carretilhas com grande capacidade de linha para espessuras grossas.

O tamanho ideal para molinetes é a partir do tamanho 4000 como Vertix e Black Cracker. Outro detalhe importante é o drag (freio), que somado a vara tem objetivo de conter o peixe e cansá-lo.

No caso das carretilhas temos modelos específicos para essa modalidade como Forza BG, Black Tamba e Sparta. Caso tenha interesse por um material mais robusto para adaptar para outras espécies como pirarara, os modelos de perfil alto se encaixam muito bem.

Existem inúmeros modelos de linha no mercado, porém as mais adequadas para essa modalidade sãos as soft. Possui um toque macio, baixa memória e elasticidade, características indispensáveis para pesca da carpa cabeçuda.

Como a carpa cabeçuda não possui paredes ósseas em sua boca, no momento da fisgada a linha soft é menos agressiva evitando danificar a boca do peixe.

Obs* não é recomendado o emprego de linhas multifilamento, além da ausência de memória, pode ferir outros peixes que estão próximos.

SISTEMA CLÁSSICO

O modo mais convencional é pescar a carpa na meia água, para isso utilizamos uma boia com chuveirinho convencional ou para pastilha. Em alguns casos deixamos apenas o anzol “matador” ou “xerife” que fica logo abaixo da isca.

Passo a passo para montagem:

Insira o chumbo poita na linha principal do seu molinete ou carretilha e posteriormente o stopper. Dessa forma fica mais fácil regular a altura da boia de acordo com a atividade do peixe.

Na sequência coloque uma miçanga, boia e mais uma miçanga e finalize com um snap na ponta da linha para facilitar a troca do chuveirinho.

Obs* o processo de montagem é igual para o chuveirinho convencional e para pastilha.

SISTEMA DE FUNDO

Apesar de não ser muito tradicional, a montagem de fundo pode ser uma ótima opção para pesqueiros com lagoas rasas ou em localidades onde faz muito frio e o peixe não sobe para superfície para se alimentar.

Hoje no mercado temos chuveirinhos próprios para essa modalidade, mas em um caso de emergência corte o seu sistema convencional deixando apenas dois anzóis, um deles sendo o matador. Para o resto da montagem é necessário apenas uma miçanga e o chumbo de correr.

Para facilitar a sucção da carpa, instale flutuadores nos anzóis assim eles não terão contato direto com o solo ficando acima da isca.

Obs* você pode utilizar a pastilha ou massa da sua preferência.

ISCAS

A massa é a isca clássica para essa espécie, além de ser muito fácil de ser preparada. Basta inserir a água até dar o ponto com um aspecto de farofa e está pronta para o uso. Também pode ser peneirada para ficar mais fina.

Para evitar enroscos, fisgue os anzóis na massa, assim que a mesma dissolver eles são liberados.

Obs* quanto mais a isca for compactada no chuveirinho mais tempo ela levará para se dissolver.

Já a pastilha pode ser comprada pronta e colocada diretamente no chuveirinho, sem preparos prévios. Para deixar a isca mais atrativa você pode utilizar essências de preferência com sabores doces, pois elas possuem ração na sua composição que atrai menos puros peixes como tambaqui, pacu e tilápia.

DICAS

  • Dê preferência para anzóis sem farpa para não danificar a boca do peixe;
  • Deixe o freio da carretilha ou molinete bem regulado para cansar o peixe, assim você evita de arrebentar e ter uma briga mais divertida;
  • Regule a altura da isca em diferentes posições para identificar onde os animais estão se alimentando;
  • A carpa possui a boca muito sensível, então evite dar fisgadas muito bruscas.

Agora é só colocar a linha na água e capturar o seu troféu!

Agradecemos ao nosso amigo pescador Leandro Corrêia por ceder a imagem para a capa da matéria.

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Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Na pescaria ou na prática de esportes ao ar livre, principalmente quando estamos próximos da água, ficamos não só diretamente em contato com raios ultravioleta (UVA ou UVB), mas também com os reflexos provenientes da água. Além disso o risco de acidente, como queda, uma isca engatada ou anzol. Sem falar que existem pessoas com alta sensibilidade à luminosidade e os óculos polarizados são a solução

As lentes polarizadas promovem proteção dos olhos e o conforto visual, também tem a capacidade de oferecer mais segurança. Pensando nisso, todo mundo que usa óculos de sol percebe os benefícios e as diferenças das lentes polarizadas em contraste com as lentes comuns.

Isso porque as polarizadas contam com uma película extra e oferecerem 100% de proteção contra raios UVA e UVB. Assim, o reflexo dos raios solares se tornam quase imperceptíveis, diminui o impacto da luz e reflexo nos olhos, assim, elas trazem mais conforto visual para quem as usa. Tornam as imagens mais nítidas, causando alívio visual e amenizando o desconforto dos raios ultravioleta (UVA ou UVB).

Essas lentes são ideais para dias de sol forte, pois contam com um filtro que ajuda a proteger os olhos de luzes com grande intensidade. São úteis contra os reflexos do sol em vidros ou na água de uma piscina, por exemplo.

Assista o vídeo e confira todos os detalhes técnicos esclarecidos juntamente com o nosso professor Nelson Nakamura.

Aqui na PAPASIRI, você encontra as melhores marcas de óculos polarizados com preços e condições especiais de pagamento.

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4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

Em lugares onde não há grandes rios, represas ou mar, os pesqueiros são uma ótima opção para a pescaria esportiva, e tornaram-se uma paixão nacional. Um dos peixes mais cobiçados é o Tambaqui que possui o corpo arredondado e uma dentição molariforme, para facilitar sua alimentação que é baseada em sementes de castanheiras, sementes, frutas, insetos aquáticos e caracóis.

Sua espécie é distribuída na região Norte, além dos estados de Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Alguns exemplares podem alcançar 90cm e 50kg com facilidade em pesqueiros, o que o torna tão cobiçado como um troféu, garantindo uma bela briga.

Para isso é necessário a montagem correta para cada situação de pesca. Nessa matéria vamos listar cinco formas infalíveis para captura desse gigante dos pesqueiros utilizando boia cevadeira.

DIRETINHO

O sistema mais clássico utilizado para iniciantes na modalidade. Consiste em uma boia cevadeira, chicote de 0.40mm até 0.50mm com até 1m de comprimento com anzol chinu (a partir do tamanho 05), anexado ao girador da boia cevadeira.

Para camuflar o anzol pode ser utilizado miçanga, ração furada ou massa.

  • Observe o peixe para localizar em que área o animal está se alimentando, como o chicote é comprido possibilita diminuir em até 20cm.
BOINHA BOIÃO

Também conhecido como “palminho”, essa montagem tem como objetivo deixar o anzol longe da boia cevadeira com o auxílio de uma boia guia. Em dias em que o peixe está arisco faz toda a diferença pois, evita que o peixe visualize a boia cevadeira quando está subindo até a superfície para se alimentar.

O chicote deve ter no mínimo 3m de comprimento com bitolas entre 0.40mm e 0.50mm, boia guia tamanho 02 ou 04 com cores chamativas para visualizar com facilidade, anzol chinu (a partir do tamanho 05) com miçanga, ração furada ou massa.

Quando a boia guia afunda, recolha a linha para manter esticada e faça a fisgada.

BOIADINHO

Para uma situação de pesca onde o peixe está manhoso e comendo muito pouco, a montagem boiadinho é excelente para enganar o peixe de uma maneira muito sutil e sensitiva.

Chicote entre a espessura de 0.40mm ou 0.50mm com até 5 metros no máximo. Flutuador EVA de cores distintas e um anzol chinu.

Faça a emenda do chicote no girador da boia e posteriormente passe dois flutuadores com cores que se destacam, elas irão sinalizar quando o peixe está carregando a isca. Em seguida, passe mais três flutuadores na cor de ração ou qualquer outra que apresentar mais ação no pesqueiro escolhido.

  • Para fixar o flutuador utilize o palito plástico ou palito de dentes. Outra opção muito eficiente é o regular stopper, porém deve ser colocado em sequência: stopper>flutuador>stopper.

Por último o anzol miçanga, ração furada ou massa deixando uma distância do último flutuador com aproximadamente 5cm.

ANTENINHA

Como o próprio nome sugere, ao invés de utilizar um anzol chinu convencional com massa ou miçanga, é adotado a anteninha. Esse sistema é indicado para dias de muita atividade quando o peixe está na superfície em busca da ceva.

Escolha um chicote entre 3m e 5m com espessura 0.50mm, em uma das extremidades faça a emenda com um girador, passe uma boia guia, em seguida um flutuador EVA.

  • É importante que a boia guia fique em uma distância de no mínimo 60cm da anteninha, para não chamar atenção do peixe, pois ela serve apenas para auxiliar no momento da fisgada.

Faça a união da outra extremidade com a anteninha e cubra o nó com o flutuador, dessa forma a anzol terá mais flutuabilidade além de proteger o nó.

DICAS

  • Antes de iniciar a pescaria, faça a ceva arremessando a boia cevadeira até 3 vezes para observar a ação do peixe;
  • Use sempre anzóis sem farpa para manter a integridade física do peixe;
  • O chicote em alguns casos pode ser feito com linha de fluorocarbono;
  • Caso tenha receio de utilizar o anzol diretamente na linha, o encastoado é uma boa opção contra a dentição do Tamba;
  • Para massas de maior porte o anzol wide gap funciona muito bem;
  • Linhas grossas para chicote costumam apresentar memória, então após fazer o corte do tamanho desejado estique até diminuir o efeito “mola”;
  • Faça variações da profundidade do anzol para identificação onde está a área de alimentação dos redondos;
  • Tenha em mãos diferentes tipos e cores de miçangas, anteninhas e flutuadores;
  • Não utilize linha multifilamento para os chicotes, na briga com o peixe pode enrolar em volta do seu corpo causando ferimentos.
Agradecimento especial ao nosso cliente e amigo Marcelo Nogueira por disponibilizar a foto para matéria.

Essas são as montagens mais utilizadas na pescaria de Tambas, mas lembre-se, faça experimentações e montagens inusitadas, assim além de entender melhor como elas funcionam é possível ter maiores ações em suas pescarias.

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Capa de Chuva Conjunto Impermeável Pescador Pioneira

Capa de Chuva Conjunto Impermeável Pescador Pioneira

Capa de Chuva Conjunto Impermeável Pescador Pioneira

Depois de tanto planejar a pescaria do final de semana, chega o grande dia, porém ele traz consigo a chuva. Mas isso não é mais um problema, pois a chuva não é maior que a nossa vontade de pescar.

O conjunto impermeável Pescador da Pioneira é um acessório indispensável na caixa de pesca, assim você estará preparado para qualquer imprevisto.

Permite utilizar por cima da roupa garantindo liberdade nos movimentos com total proteção contra a chuva. Também é uma ótima opção para o uso cotidiano como bicicletas e motocicletas. Além da sua função principal, funciona como um corta vento para dias frios na pescaria de praia, costão ou embarcada.

CARACTERÍSTICAS

  • Disponível nos tamanhos M, G e GG;
  • Composto por jaqueta e calça;
  • Fabricado em nylon com costuras seladas;
  • Jaqueta possui capuz com ajuste, bolso interno, ajuste na cintura e nos punhos;
  • Fechamento com zíper e camada protetora com velcro;
  • Calça com elástico na cintura e barra.

Ainda temos duas variações com a mesma funcionalidade:

JAQUETA CANGURU

Fabricada em nylon com capuz, bolso frontal, elástico nos pulsos e ajuste na cintura.

CAPA LONGA

Similar a um poncho, possui fechamento com zíper e camada protetora com velcro. Ainda conta com capuz com ajuste e punho reto.

Preparamos um vídeo com o detalhamento técnico desse produto:

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