4 Melhores Montagens para Boia Cevadeira

por | nov 24, 2021 | PESCA ESPORTIVA | 0 Comentários

Em lugares onde não há grandes rios, represas ou mar, os pesqueiros são uma ótima opção para a pescaria esportiva, e tornaram-se uma paixão nacional. Um dos peixes mais cobiçados é o Tambaqui que possui o corpo arredondado e uma dentição molariforme, para facilitar sua alimentação que é baseada em sementes de castanheiras, sementes, frutas, insetos aquáticos e caracóis.

Sua espécie é distribuída na região Norte, além dos estados de Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Alguns exemplares podem alcançar 90cm e 50kg com facilidade em pesqueiros, o que o torna tão cobiçado como um troféu, garantindo uma bela briga.

Para isso é necessário a montagem correta para cada situação de pesca. Nessa matéria vamos listar cinco formas infalíveis para captura desse gigante dos pesqueiros utilizando boia cevadeira.

DIRETINHO

O sistema mais clássico utilizado para iniciantes na modalidade. Consiste em uma boia cevadeira, chicote de 0.40mm até 0.50mm com até 1m de comprimento com anzol chinu (a partir do tamanho 05), anexado ao girador da boia cevadeira.

Para camuflar o anzol pode ser utilizado miçanga, ração furada ou massa.

  • Observe o peixe para localizar em que área o animal está se alimentando, como o chicote é comprido possibilita diminuir em até 20cm.
BOINHA BOIÃO

Também conhecido como “palminho”, essa montagem tem como objetivo deixar o anzol longe da boia cevadeira com o auxílio de uma boia guia. Em dias em que o peixe está arisco faz toda a diferença pois, evita que o peixe visualize a boia cevadeira quando está subindo até a superfície para se alimentar.

O chicote deve ter no mínimo 3m de comprimento com bitolas entre 0.40mm e 0.50mm, boia guia tamanho 02 ou 04 com cores chamativas para visualizar com facilidade, anzol chinu (a partir do tamanho 05) com miçanga, ração furada ou massa.

Quando a boia guia afunda, recolha a linha para manter esticada e faça a fisgada.

BOIADINHO

Para uma situação de pesca onde o peixe está manhoso e comendo muito pouco, a montagem boiadinho é excelente para enganar o peixe de uma maneira muito sutil e sensitiva.

Chicote entre a espessura de 0.40mm ou 0.50mm com até 5 metros no máximo. Flutuador EVA de cores distintas e um anzol chinu.

Faça a emenda do chicote no girador da boia e posteriormente passe dois flutuadores com cores que se destacam, elas irão sinalizar quando o peixe está carregando a isca. Em seguida, passe mais três flutuadores na cor de ração ou qualquer outra que apresentar mais ação no pesqueiro escolhido.

  • Para fixar o flutuador utilize o palito plástico ou palito de dentes. Outra opção muito eficiente é o regular stopper, porém deve ser colocado em sequência: stopper>flutuador>stopper.

Por último o anzol miçanga, ração furada ou massa deixando uma distância do último flutuador com aproximadamente 5cm.

ANTENINHA

Como o próprio nome sugere, ao invés de utilizar um anzol chinu convencional com massa ou miçanga, é adotado a anteninha. Esse sistema é indicado para dias de muita atividade quando o peixe está na superfície em busca da ceva.

Escolha um chicote entre 3m e 5m com espessura 0.50mm, em uma das extremidades faça a emenda com um girador, passe uma boia guia, em seguida um flutuador EVA.

  • É importante que a boia guia fique em uma distância de no mínimo 60cm da anteninha, para não chamar atenção do peixe, pois ela serve apenas para auxiliar no momento da fisgada.

Faça a união da outra extremidade com a anteninha e cubra o nó com o flutuador, dessa forma a anzol terá mais flutuabilidade além de proteger o nó.

DICAS

  • Antes de iniciar a pescaria, faça a ceva arremessando a boia cevadeira até 3 vezes para observar a ação do peixe;
  • Use sempre anzóis sem farpa para manter a integridade física do peixe;
  • O chicote em alguns casos pode ser feito com linha de fluorocarbono;
  • Caso tenha receio de utilizar o anzol diretamente na linha, o encastoado é uma boa opção contra a dentição do Tamba;
  • Para massas de maior porte o anzol wide gap funciona muito bem;
  • Linhas grossas para chicote costumam apresentar memória, então após fazer o corte do tamanho desejado estique até diminuir o efeito “mola”;
  • Faça variações da profundidade do anzol para identificação onde está a área de alimentação dos redondos;
  • Tenha em mãos diferentes tipos e cores de miçangas, anteninhas e flutuadores;
  • Não utilize linha multifilamento para os chicotes, na briga com o peixe pode enrolar em volta do seu corpo causando ferimentos.

Agradecimento especial ao nosso cliente e amigo Marcelo Nogueira por disponibilizar a foto para matéria.

Essas são as montagens mais utilizadas na pescaria de Tambas, mas lembre-se, faça experimentações e montagens inusitadas, assim além de entender melhor como elas funcionam é possível ter maiores ações em suas pescarias.

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