Tênis multiuso Aquatek NTK para Pesca e Aventura

Tênis multiuso Aquatek NTK para Pesca e Aventura

O tênis multiuso Aquatek da Nautika foi desenvolvido com a mais alta tecnologia, a fim de proporcionar o máximo de conforto, segurança e performance para os seus pés em atividades como pesca, canoagem, surf, ciclismo, caminhada, entre outros.

Se adequa aos mais variados tipos de pés, através do cabedal que garante liberdade e segurança nos movimentos.

Sua fabricação é feita em material flexível com sistema de respiração, que mistura poliamida e poliéster com elastano. Essa composição faz com que o calçado se adeque perfeitamente aos pés, além disso, seca super rápido.

Solado em PVC emborrachado que quando molhado apresenta grande aderência aos mais variados terrenos e superfícies. Conta também com sistema de drenagem, localizado embaixo da sola para perfeito escoamento da água.

Possui cadarço ajustável que torna as caminhadas mais seguras quando o tênis está submerso, evitando que o mesmo saia do pé.

Outra vantagem é a flexibilidade, tanto no momento de armazenar o calçado quanto para aderência em terrenos irregulares.

Abaixo temos as cores e tamanhos disponíveis:

Preto 36 37 38 39 40 41 42
Verde 36 37 28 39 40 41 42

Confira o vídeo com o detalhamento técnico do produto:

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Como ajustar encaixe de varas de pesca com segurança

Como ajustar encaixe de varas de pesca com segurança

As varas de pesca de duas ou mais partes, em especial os modelos projetados para pesca de praia, possuem os encaixes apertados, mas não se preocupe, isso não é um defeito de fabricação. Em alguns casos logo nas primeiras tentativas apresenta uma certa dificuldade ou até mesmo pode não encaixar.

O blank possui um excesso de carbono de maneira proposital, já que ao longo dos anos ela sofre o desgaste natural permanecendo justa por mais tempo. Caso você não tenha adquirido seu equipamento com a nossa loja, vamos mostrar como fazer esse ajuste de uma maneira simples e segura.

A primeira dica para não ter esse problema é: comprar na PAPASIRI!

Assim que recebemos as varas de pesca, todas são testadas. Além dos encaixes, os passadores, ponteiras e reel seat passam por um rigoroso processo de inspeção antes de serem disponibilizados para venda.

Tanto no ponto de venda quanto nas compras on-line, são testadas para assegurar a integridade do equipamento.

Para um encaixe perfeito é necessário que tenha entre os encaixes em torno de 6 à 8 centímetros entre as partes, sem apresentar folgas ou barulho.

Para maior segurança, instalamos uma fita para delimitar a área onde será removido o excesso de material. O próximo passo é utilizar lixa fina, umedecida e lixar o blank de dentro para fora de maneira uniforme.

Caso tenha dificuldade, é possível dobrar a lixa e rodar o blank.

Após lixar, limpe bem o blank para retirar todo o pó de carbono. Ele cria um volume dando atrito quando encaixar, então é muito importante certificar que está bem limpo antes de realizar o teste.

Em alguns casos o excesso pode estar na parte de baixo do encaixe. Faça um pequeno tubo com a lixa e introduza no encaixe, de forma que seja possível rotacionar o blank. Posteriormente faça a higienização e teste.

 

  • Em hipótese alguma utilize silicone ou óleo, pois não irá resolver o problema. Além de tornar mais difícil desencaixar as partes deixando escorregadio.
  • Outro ponto negativo é passar o cheiro desses fluidos na isca, o que pode prejudicar muito a sua pescaria.

 

Para realizar as manutenções de varas de pesca indicamos a utilização de pó de carbono.

Vale a pena ressaltar que esse procedimento pode ser realizado em varas de diferentes modalidades de pesca.

Assista no vídeo abaixo o passo a passo:

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Molinete Rapala Long Beach 8000 o melhor custo benefício para pesca de praia

Molinete Rapala Long Beach 8000 o melhor custo benefício para pesca de praia

A Rapala sempre está inovando e trazendo produtos de qualidade, o que não é uma novidade. Por gerações a marca tem se mostrado eficiente e comprometida com o pescador e nesta matéria vamos mostrar mais um equipamento com um preço acessível e com alto desempenho que a marca trouxe para o mercado.

O molinete Long Beach 8000 pertence a categoria long cast, ou seja, desenvolvido especialmente para arremessos de longa distância, característica indispensável para pesca de praia.

Forma um conjunto equilibrado tanto com uma vara surf casting 4,20m como com uma de tamanho 3,90m isso por conta da sua leveza, pesando apenas um pouco mais de meio quilo apesar de ter um tamanho tecnicamente grande.

CARACTERÍSTICAS

Corpo e rotor fabricado em grafite que torna o molinete mais leve, pesando apenas 550g.

Eixo principal fabricado em aço inoxidável e tampa com sistema hidro repelente, dessa forma evita que a água salgada entre no interior do equipamento, prolongando sua vida útil.

Relação de velocidade de recolhimento 4.6:1, ou seja, a cada volta completa da manivela o carretel gira 4.6 vezes.

Capacidade de linha: 0.20mm - 410m / 0.35mm - 285m / 0.23mm - 310m / 0.27mm - 225m.

Carretel de perfil raso em alumínio proporciona ao molinete uma vazão de linha muito fluida ganhando longevidade nos arremessos. Ainda conta com carretel reserva em grafite que possibilita a utilização de diferentes espessuras de linhas, de acordo com as condições do mar.
Conta com um acessório chamado "salva linha” que vem abaixo do carretel para evitar a entrada da linha, enrolando sobre o eixo.
Balanceamento computadorizado e muito preciso que distribui a linha de maneira uniforme sobre o carretel, graças a seu sistema de oscilação lenta que não sobrepõe a linha deixando a mesma compacta. Além disso, conta com sistema de anti reverso infinito que inibi qualquer folga na manivela durante o recolhimento.
Possui seis rolamentos de esferas e um rolamento de rolete, ambos fabricados em aço inoxidável para maior resistência ao contato com água salgada.
Manivela em alumínio super resistente com knob ergonômico que torna a pescaria super confortável, além da maior segurança em manusear o equipamento durante a briga com o peixe.
Para garantir o cuidado com o equipamento, acompanha bolsa para transporte e também um de rolete reserva, justamente a peça que sofre maior desgaste com a água salgada e areia da praia.
Assista o vídeo produzido pelos nossos parceiros Suzana e Ricardo Azevedo do canal Vídeo Mania sobre o molinete:

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Vara de pesca com ponta híbrida o que é e como funciona

Vara de pesca com ponta híbrida o que é e como funciona

HISTÓRIA

Durante muitos anos, varas tubulares dominaram o mercado já que ofereciam grande resistência para arremesso de chumbadas de gramaturas altas, ou seja, à partir de 120g, porém, para identificar as fisgadas dos peixes de pequeno porte era quase impossível. Para driblar essa dificuldade,  o pescador cronometrava entre 3 à 5 minutos após o arremesso para recolher a linha e verificar se havia algum peixe fisgado.

Na Europa, durante a década de 90, surgiu uma inovação nas construções de varas para pesca de praia, a ponta híbrida, que visava a alta sensibilidade.

CONSTRUÇÃO

O conceito da ponta híbrida consiste em um blank tubular com a ponta maciça, podendo variar entre fibra de carbono ou fibra de vidro. Sua espessura pode chegar até 1 milímetros, enquanto varas tubulares possuem no mínimo 2.5 milímetros.

Existem três formas de construção, sendo:

  • Transpassagem: A montagem mais comum e muito utilizada para fabricação de varas de ponta agulhada, para pesca de beira. Consiste em introduzir o carbono maciço por dentro do carbono tubular e posteriormente fazer a sua fixação.
  • Encaixe: É o processo adotado pela maioria das marcas disponíveis no mercado, onde é encaixada por cima da blank tubular. Na emenda é instalado um passador que funciona como um reforço, além de dar um ótimo acabamento.
  • Ponta removível: São projetadas de fábrica com diferentes espessuras de pontas, que torna mais prática a adequação do material de acordo com a modalidade de pesca escolhida.
Existem dois materiais utilizados para a fabricação da ponta híbrida, o carbono maciço possui ação mais rápida e precisa para maior performance, tornando perceptível a mais sensível fisgada.

Também temos a fibra de vidro como uma alternativa com melhor custo x benefício. Sua principal característica é a ação média ou média lenta ideal para pesca de beira, proporciona um arremesso suave, sem deixar de lado a sensibilidade.

POR QUE UTILIZAR PONTA HÍBRIDA?

A principal vantagem é a sensibilidade na fisgada, seja com a vara na mão ou na espera. Em muitos casos a vara acaba fisgando automaticamente sem a interferência do pescador.

Comparando com uma vara de ponta tubular, a ponta híbrida perde em longevidade nos arremessos, porém ganha na suavidade durante o arremesso mantendo a isca intacta, melhorando a produtividade da pescaria.

Além disso, funciona como um amortecedor, absorvendo o impacto das ondas ou da maré e mantendo o chicote no mesmo local onde foi arremessado.

Assista o vídeo que preparamos com todo o detalhamento técnico sobre a ponta híbrida:

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Pescaria de Trutas com equipamento ultralight

Pescaria de Trutas com equipamento ultralight

A nossa equipe passou cinco dias na Serra Catarinense em busca da famosa Truta Selvagem com novas técnicas de pescaria, explorando os Rios Canoas e do Tigre. Podemos afirmar que essa região nos proporcionou belas paisagens e emoções além do clássico trio da serra: frio, lareira e vinho.

Antes de embarcar nessa aventura vamos entender um pouco mais sobre o peixe.

SOBRE A ESPÉCIE

A Truta Arco-Íris foi introduzida no Brasil no final da década de 40 inicialmente para comercialização do pescado. Ao longo dos anos o potencial da espécie como uma opção para pesca esportiva aumentou, assim gerando novas opções de pesqueiros, principalmente na região Sul do País.

Como era de se esperar, a Truta adaptou-se muito bem ao clima frio de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, assim se reproduzindo com muita facilidade nos rios da região tornando-se um troféu para os amantes da pesca esportiva.

Veja lugares onde é possível pescar Trutas selvagens:

  • Rio Crioulas em Urubici (SC);
  • Rio Canoas em Urubici (SC)
  • Rio do Tigre em Rio Rufino (SC);
  • Rio das Caveiras em Lajes (SC);
  • Rio das Antas em São José dos Ausentes (RS);
  • Rio Macaé em Nova Friburgo (RJ);
  • Rio Aiuruoca em Aiuruoca (MG).

INÍCIO DA PESCARIA

Antes de partir procuramos guias de pesca locais para obter maiores informações sobre os melhores pontos de pesca da região. Nosso objetivo era pescar a Truta com equipamento ultralight, ao vez do tradicional fly. Fomos orientados a amassar as garatéias ou utilizar anzóis sem farpa para garantir o bem estar do animal ao ser devolvido a natureza.

EQUIPAMENTO

Como espécie é composta por pequenos exemplares, optamos por equipamento leve e sensível para garantir a esportividade. Segue a listagem do material:

Vara com 6’0” de comprimento (1.83m) de 10 libras que permite arremessar iscas pequenas com peso entre 2 até 10 gramas. Ação de blank média/lenta.

Molinete Ultra Light tamanho 500 com linha multifilamento 0.10 milímetros de espessura, o leader de fluorocarbono 0.31mm com aproximadamente 30 centímetros.

Utilizamos uma vasta gama de iscas como spinner, crank bait e popper.

Nossa primeira tentativa foi no Rio Canoas, um local com perfeitas condições para a captura dessa espécie: água limpa, corrente e também muito fria, o que se tornou o impasse da pescaria, já que era impossível permanecer muito tempo na água, mesmo utilizando macacão impermeável com bota e roupas de inverno como segunda pele. Decidimos encerrar a pescaria e tentar novas opções no próximo dia.

SEGUNDO DIA

Fizemos uma breve pesquisa e encontramos o pesqueiro Trutas Tapera, que fica no interior do município de Urubici. Chegando lá, questionados sobre qual isca nós gostaríamos de usar: massa ou minhoca? Optamos em permanecer utilizando as iscas artificias para manter a esportividade, e o resultado foi imediato.

Chamamos atenção dos pescadores, pois tivemos muitas ações e belas brigas. Confira no vídeo:

Infelizmente não era permitido o pesque e solte, já que a Truta é peixe muito sensível e não pode ser manuseada fora da água, mesmo sendo em um curto período de tempo. Recomendamos em casos onde o peixe é capturado na natureza, manusear em um passaguá, dentro da água e mantendo a oxigenação do peixe.

TERCEIRO DIA

Voltamos para tentativa de capturar a Truta selvagem, mas dessa vez no Rio do Tigre. Logo no início da pescaria tivemos uma ação, mas como usamos apenas uma das pontas da garateia (sem farpa) não foi possível fisgar, mas já garantiu a emoção do dia. Mais uma vez o frio foi implacável e no meio da tarde terminamos a pescaria.

Mapa com os pesqueiros de trutas que já visitamos:

Pesqueiro de Trutas Tapera
Rua Pedro Custódio S/N Bairro: Riacho - Urubici SC
Fone: (49) 99151-4762  (49) 99141-7015

 

Após encerrar a pescaria fomos saborear o pescado junto com nossos amigos e familiares, além de visitar pontos turísticos de beleza exuberante.

Essa foi a nossa primeira experiência com a pescaria de trutas, que garantiu grandes emoções e belas brigas. Em breve vamos retornar para mais capturas.

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5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

5 Modalidades de Pesca com Jumping Jig

A pesca vertical com jigs surgiu no Japão e rapidamente popularizou-se ao redor do mundo. No Brasil, especificamente no litoral sul, a prática tornou-se mais comum no final dos anos 90 e trouxe grandes resultados para a captura de exemplares como anchovas e olhetes.

Ao longo dos anos essa técnica foi aprimorada e adaptada de acordo com as características dos locais de pesca, dimensionando peso e tamanho das iscas. Além disso, novos modelos de equipamentos, linhas e iscas surgiram como slow jig e micro jig, por exemplo.

Mas você sabe como eles funcionam? Nessa matéria vamos demonstrar como cada uma delas deve ser aplicada trazendo maior sucesso para suas pescarias.

O QUE É JIG?

Consiste em uma peça sólida em forma simétrica, fabricada em chumbo, simulando um peixe, podendo ter uma ou duas argolas para fixação da mesma na linha principal com auxílio de um snap.

As cores costumam ser vibrantes usadas juntamente com camadas de papel holográfico, que ao receber a luz solar emite reflexos para atrair o peixe.

Alguns modelos já possuem garateias, porém, o anzol suporte hook apresenta melhores resultados, além de evitar enroscos.

*Obs: o lado mais pesado sempre deve ficar para baixo, fazendo um pêndulo. Dessa forma a isca irá trabalhar com maior fluidez.

Listamos alguns modelos tradicionais que são utilizados nas modalidades apresentadas abaixo.

Modelos de micro jigs.

JUMPING JIGGING

Essa técnica é aplicada para pesca embarcada, onde a isca é trabalhada no sentido vertical. Consiste em deixar a mesma cair até o fundo, alcançando parcéis ou rochas, onde há uma grande concentração de peixes.

É importante levantar a isca para que ela possa ser trabalhada sobre o fundo sem enroscar, geralmente entre dois metros. Seguindo esses passos, a isca modelo é trabalhada sobre as estruturas aplicando o movimento de "jumping", ou seja, fazer a isca dar pequenos pulos acima do fundo.

Para uma pescaria confortável e com equipamento equilibrado indicamos varas de até 6'6" pés, seja para carretilha ou molinete. Exemplos de modelos ideias para essa modalidade são Evolution GT2 e Vortex Jigging.

SPEED JIGGING

Uma variação do modo tradicional, assim como o Slow Jigging que será apresentado nesta matéria. Ao contrário do jumping jigging a isca após alcançar o fundo, deve ser recolhida de maneira constante e rápida até chegar à superfície.

É importante fazer alterações no trabalho dando pequenas pausas ou diminuindo a velocidade.

A isca possui design “slim”, fino e alongado. Caso não encontre, o modelo tradicional também funciona perfeitamente.

Para speed jig de preferência varas menores entre 5'8" pés com ação média/rápida ou rápida, assim você terá melhor resposta para trabalhar a isca e fisgar o peixe. O cabo é alongado para dar suporte a mão que fica encaixado de baixo do braço, assim a alavanca deve ser feita pelo antebraço sem forçar o pulso.

Preste atenção no recolhimento do molinete, a sua velocidade deve ficar de 4.0:1 até 5.2:1 para trabalhar de uma maneira harmoniza com a vara. Molinetes com velocidade muito rápida podem afetar o trabalho da vara e assim arrastando a isca, perdendo todo seu poder de atração.

SLOW JIGGING

Como o próprio nome diz, corresponde ao trabalho lento e contínuo vertical. O que diferencia essa pescaria é a isca que possui um design em forma de gota, uma das suas faces é lisa tendo o verso ondulado com maior peso. Essas características somadas criam um movimento errático com queda lenta.

O slow jigging necessita de uma vara com comprimento até 6'3" pés de ação média/lenta ou lenta para que a isca trabalhe de uma forma suave na descida, dando chances para o ataque do peixe. Essa modalidade é caraterizada pelo uso de carretilhas que torna a pescaria mais confortável. As varas são extremamente leves e com cabo pequeno, que assim como no speed jigging deve ser apoiada abaixo do braço.

  • Vale ressaltar o uso de molinetes também é efetivo e mais simples para iniciantes.

LIGHT JIGGING

Segue o mesmo principio do slow jigging, porém com equipamentos mais leves para uma pescaria mais sensitiva e esportiva para captura de peixes de médio porte, porém, é forte o suficiente para tirar grandes troféus caso seja surpreendido. Seu grande diferencial são os jigs mais leves de até 100g com um trabalho de ponta suave.

SHORE JIGGING

Agora estamos com os pés na terra, ou melhor, nas pedras. Essa variação é praticada em costões rochosos e a isca é trabalhada na horizontal. Permite fazer muitas variações de trabalhos como speed e slow fazendo interferências com pausas. Em pesqueiros de mar aberto utilize iscas grandes para captura de predadores como xaréu, olhete, anchova.

A pescaria ultra light também é uma ótima opção para pesca de pequenos exemplares, basta dimensionar o equipamento para o uso com micro jig.

Em algumas situações de pesca ficamos longe de pequenos parcéis e rochas, por esse motivo as varas devem ser compridas entre 7’0” e 9’0” pés. O molinete deve ter uma grande capacidade de linha, como por exemplo o Ceymar a partir do tamanho 40.

Como a linha pode entrar em contato com as estruturas, o leader deve ser maior em torno um metro de comprimento.

  • Obs: não deixe a isca tocar no fundo, trabalhando na meia água o risco da isca enroscar é menor.

Em praia de tombo também é possível pescar com jigs, garantem grandes emoções para captura de peixes como pampo, ubarana, robalo, xererete, entre outros.

FUNCIONA PARA ÁGUA DOCE?

A resposta é: sim, funciona! Experiências feitas nos Estados Unidos mostram que a atividade de grandes trutas e salmões acontecem durante o verão, no Brasil não seria diferente.

Nossa equipe no início dos anos 2000 fez uma pescaria na Amazônia adotando jigs, com objetivo de capturar tucunarés, porém, apresentou ótimos resultados para espécies como corvina, cachorra e até peixes de couro como pintado.

A desvantagem é o enrosco em estruturas submersas, por esse motivo procuramos pescar em poços fundos, praias ou locais com fundo de areia.

Outra opção são os jigs bucktail, também conhecidos como xuxinha ou jig de pena. Possui a cabeça de chumbo com fibras naturais e holográficas bem coloridas, irresistível para tucunarés, dourados, cachorras, aruanã, entre outros.

DICAS

  • Praticamente não há maneira errada de trabalhar sua isca nesse tipo de pesca. Sinta-se à vontade para experimentar e combinar várias técnicas com recolhimento lento, rápido, pausas, solavancos, entre outros;
  • Nunca embarque o peixe utilizando a vara, mesmo sendo um equipamento resistente a mesma não suporta a carga de peso mais a movimentação do peixe em uma grande angulação. Com ajuda de um amigo, capture o peixe com auxílio de um passaguá ou bicheiro;
  •  Cerifique-se que o equipamento está encaixado da mentira correta no braço e antebraço, além da pescaria ficar mais confortável o risco de ter uma lesão por movimento repetitivo é menor;
  • Proteja-se com roupas com fator de proteção solar, luvas e óculos polarizados. Em dias de calor intenso além dos raios solares o reflexo da água pode causar desconforto para os olhos;
  • A linha deve ser de multifilamento de acordo com a indicação da vara, por exemplo PE 1.5, 2.0 etc. Pois esta não possui memória e é extremamente sensível. Caso tenha dúvidas sobre essa nomenclatura acesse a matéria como funciona classificação PE para linhas multifilamento?
  • O leader deve ser de fluorocarbono seguindo a espessura da linha, com comprimento entre 40cm e 1m utilizando o nó de união allbright. Veja abaixo como fazer esse nó.
    Acesse a material o que é fluorocarbono e como utilizar? e aumente o desempenho da sua pescaria.

A pescaria com jig garante ótimos resultados e muita diversão. Com essas dicas você terá o necessário para embarcar nessa aventura.

Qualquer dúvida sobre equipamentos, iscas e montagens é só deixar um comentário abaixo ou entrar em contato pelo e-mail vendas@papasiri.com.

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Como Colocar Linhas em Molinetes Long Cast

Como Colocar Linhas em Molinetes Long Cast

Quando pensamos em pesca de praia logo nos vem à mente arremessos longos, porém, para atingir esse objetivo precisamos mais do que um conjunto equilibrado. A forma de colocar a linha no molinete é um fator determinante para alcançar longas distâncias.

Para minimizar os efeitos da maré utilizamos linhas finas, dessa forma o rasto é menor deixando o chicote no local exato onde foi arremessado, além do menor atrito com o ar durante o arremesso.

Os molinetes long cast possuem o carretel raso com grande capacidade de linha, em alguns modelos podendo até comportar 400 metros de linha, como é o caso do modelo Long Beach 8000 da Rapala.

As linhas comercializadas para essa modalidade de pesca possuem 300 metros, ou seja, mesmo sendo uma grande quantidade, não é suficiente para abastecer um molinete por completo. É possível pescar dessa forma, mas a linha terá mais atrito com a borda do carretel, perdendo distância nos arremessos.

Para solucionar esse problema vamos apresentar duas formas fáceis de colocar a linha com auxílio de uma cama, confira:

PROCESSO COM DOIS CARRETÉIS

O primeiro passo é abastecer o molinete com a linha principal na base e posteriormente completar com a linha da cama até o limite do carretel. Para fazer a união entre ela recomendamos o nó alemão ou nó de sangue. Caso você queria se aprofundar em mais detalhes em nós específicos para pesca de praia temos um guia especial para essa modalidade, confira nesse link: Guia de nós para Pesca de Praia

Após o carretel preenchido trocamos pelo reserva vazio, voltamos a recolher a linha, mas dessa vez começando pela cama deixando a linha principal por cima.

Vale lembrar que esse processo necessita de um molinete que possua um carretel reserva.

PROCESSO COM UM CARRETEL

Inicie esse processo considerando as características técnicas fornecidas pelo fabricante, no caso do modelo Long Beach a capacidade de linha 0.20 milímetros é 410 metros.

Segundo passo é fazer a cama a linha deve ser da mesma espessura, ou seja, 0.20 milímetros que somada a linha principal totalizam 400 metros.

Já no final para compensar os 10 metros que ainda faltam coloque o arranque progressivo.

Assista no vídeo abaixo o que é e como funciona o arranque progressivo.

Assista o vídeo com o passo a passo completo utilizando os dois métodos para colocar linha no molinete.

DICAS

  • Utilize linhas com espessuras iguais ou parecidas entre a cama e a principal. A linha grossa pode fazer buracos na cama, prendendo a linha principal que pode prender o arremesso ou até mesmo trancar, fazendo a mesma arrebentar;
  • O arranque progressivo deve começar na mesma espessura ou um pouco maior do que a linha principal. Caso não encontre, corte alguns metros até ficar compatível com a linha do molinete.

Não quer errar na cama do seu molinete?!

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Pescaria de Pampos na praia do Estaleiro em Bal. Camboriú SC

Pescaria de Pampos na praia do Estaleiro em Bal. Camboriú SC

A praia do Estaleiro em Balneário Camboriú, reúne características que a torna um dos principais destinos de pesca no litoral norte de Santa Catarina. É abrigada por montanhas e uma natureza intocada. Além disso, sua água cristalina com certificação de bandeira azul é um grande cartão postal.

É uma ótima opção para quem procura conciliar a pescaria ao lazer para família. Em dias de mar calmo é possível presenciar a formação de piscinas naturais entre as pedras.

A sua faixa de areia possui 700 metros de extensão e com mar relativamente bravo, caracteriza-se como uma praia de tombo com geração de poços, assim como as suas vizinhas: Taquaras e Taquarinhas.

PRIMEIRO DIA DE PESCA

Iniciamos a pescaria utilizando a tática de três profundidades, sendo beira, meia água e fundo. Fomos surpreendidos por um grande Pampo no equipamento leve de beira e infelizmente o peixe não mediu esforços na briga. O mar agitado foi um aliado do Pampo e durante a briga rompeu a linha.

Com o sentimento de frustração de ter perdido o troféu, trouxemos nosso equipamento para a beira na espera por mais exemplares e foi uma decisão assertiva, tivemos três ações e capturamos belos exemplares.

Depois de uma bela pescaria, veio o cansaço, mesmo assim decidimos pescar no dia seguinte a procura de novas emoções.

SEGUNDO DIA DE PESCA

Foi marcado por grande atividade de peixes, porém de pequeno e médio porte. O que chamou atenção foi a variedade de espécies capturadas nesse pesqueiros, como Pampo, Parati Gato, Roncador, Marimbá e até uma Sardinha.

EQUIPAMENTOS

Listamos abaixo os equipamentos utilizados nessa pescaria.

Confira a matéria Principais Iscas para pesca de praia e dicas de como Iscá-las! Dessa forma sua pescaria será mais eficiente e produtiva.

Assista o vídeo e veja como foi essa pescaria:

Não deixe de conhecer a praia do Estaleiro, além de passar um dia agradável com sua família o troféu pode estar a sua espera. Aproveite e acesse a matéria pesca noturna nas praias agrestes de Balneário Camboriú e confira belos pesqueiros da região.

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Nó de pesca Albright, a melhor opção para emendar mono com multi.

Nó de pesca Albright, a melhor opção para emendar mono com multi.

Sem dúvidas, o nó Albright é um dos mais famosos e eficientes nós de ligação na pesca esportiva. Sua versatilidade faz toda diferença, já que pode ser aplicado com sucesso nas principais fibras como: monofilamento, multifilamento e fluorocarbon.

Imagina a adrenalina de ter encontrado o pesqueiro ideal. Você não vai parar, colocar a ferramenta de nó e levar alguns minutos para atar o mesmo enquanto seu colega está pegando um peixe atrás do outro, não é mesmo? Já aprendendo esse nó a praticidade irá te auxiliar.

Antes de iniciar escolha uma espessura de líder com uma diferença de 20mm no máximo. Exemplo: para uma linha multifilamento 0.25mm devemos usar um líder no máximo 0.50mm. Quando for usar a linha monofilamento usa-se a mesma regra - defina as bitolas de acordo com a modalidade e locais da pescaria - outra dica é com relação ao comprimento do líder, use-o curto se precisar efetuar arremessos constante e rápidos. Caso seja uma pescaria pesada, o ideal é utilizá-lo mais longo, porém, não deve entrar no rotor do molinete ou cursor da carretilha,

Lembrando que não indicamos passar o nó pela ponteira e passadores, principalmente em modelos micro. A dobra do líder adiciona volume ao nó e aliado a rigidez do fluorocarbon, ao entrar em atrito com passadores e ponteiras, pode ocasionar dano da cerâmica.

1. Faça uma laçada na ponta do líder de aproximadamente 20cm;

2. Coloque a linha multifilamento por dentro da laçada na parte de baixo, dando seis voltas;

3. Agora volte no sentido contrário com mais seis voltas e por fim insira a linha por cima da laçada;

4. Para finalizar, puxe as pontas para atar o nó e cortes as sobras de linha.

ASSISTA O VÍDEO QUE PREPARAMOS SOBRE O NÓ ALLBRIGHT

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Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Óculos Polarizado para Pesca e Aventura

Na pescaria ou na prática de esportes ao ar livre, principalmente quando estamos próximos da água, ficamos não só diretamente em contato com raios ultravioleta (UVA ou UVB), mas também com os reflexos provenientes da água. Além disso o risco de acidente, como queda, uma isca engatada ou anzol. Sem falar que existem pessoas com alta sensibilidade à luminosidade e os óculos polarizados são a solução

As lentes polarizadas promovem proteção dos olhos e o conforto visual, também tem a capacidade de oferecer mais segurança. Pensando nisso, todo mundo que usa óculos de sol percebe os benefícios e as diferenças das lentes polarizadas em contraste com as lentes comuns.

Isso porque as polarizadas contam com uma película extra e oferecerem 100% de proteção contra raios UVA e UVB. Assim, o reflexo dos raios solares se tornam quase imperceptíveis, diminui o impacto da luz e reflexo nos olhos, assim, elas trazem mais conforto visual para quem as usa. Tornam as imagens mais nítidas, causando alívio visual e amenizando o desconforto dos raios ultravioleta (UVA ou UVB).

Essas lentes são ideais para dias de sol forte, pois contam com um filtro que ajuda a proteger os olhos de luzes com grande intensidade. São úteis contra os reflexos do sol em vidros ou na água de uma piscina, por exemplo.

Assista o vídeo e confira todos os detalhes técnicos esclarecidos juntamente com o nosso professor Nelson Nakamura.

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Os 7 melhores molinetes para Pesca de Praia

Os 7 melhores molinetes para Pesca de Praia

O universo de equipamentos e marcas é gigantesco, o que torna a escolha de molinetes difícil para iniciantes na modalidade de pesca de praia. Antes de tomar sua decisão, analise algumas características importantes como, o carretel long cast, que proporciona maiores resultados em distância por conta do baixo atrito com a borda do carretel além de tornar mais fácil a vazão de linha.

Seu tamanho pode variar entre o normal standard, diâmetro largo, longo cônico, raso ou profundo como é demonstrado no exemplo abaixo.

Assista o vídeo sobre o detalhamento técnico de modelos de carretéis para pesca de praia e suas principais características:

MOLINETE NATHUS

Lançado em 2020, o molinete Nathus da Maruri é ideal para quem está iniciando na modalidade e procura um equipamento com excelente opção de custo x benefício. Possui carretel long cast cônico com perfil profundo, que garante uma excelente capacidade de linha. Pode ser utilizado para pesca de beira, meia água e fundo.

CARACTERÍSTICAS

  • Tamanhos 3000, 4000, 5000 e 6000;
  • Cinco rolamentos de esferas e um rolamento de rolete;
  • Manivela e carretel em alumínio.

MOLINETE MARURI GH 7000

Para os pescadores que já possuem um conhecimento técnico intermediário na pescaria de praia, o GH 7000 é perfeito para trabalhar com linhas finas já que seu carretel long cast possui um perfil raso, podendo acomodar até 230m de linha 0.32mm!

CARACTERÍSTICAS

  • Cinco rolamentos de esferas e um de rolete;
  • Carretel principal e manivela em alumínio;
  • Relação de recolhimento 5.2:1;
  • Peso 475g.

MOLINETE OKUMA CARBONITE

Desenvolvido pela renomada marca Okuma, o Carbonite é perfeito para criar um conjunto equilibrado com varas telescópicas já que seu peso é bastante reduzido, apenas 445g. Ao contrário dos modelos citados anteriormente, seu carretel é menor mas com boa capacidade de linha. Acompanha carretel reserva com perfil profundo para utilizar com linhas mais grossas.

CARACTERÍSTICAS

  • Carretel principal em alumínio e carretel reserva em grafite;
  • Dois rolamentos de esferas e um rolamento de rolete;
  • Relação de recolhimento 4.5:1;
  • Capacidade de linha 0.22mm/305m;

MOLINETE RAPALA LONG BEACH

O modelo que uni leveza, longos arremessos e uma ótima relação de custo x benefício, o molinete Long Beach 8000 da Rapala é a sensação do momento para pescaria de praia. Acesse a matéria Molinete Rapala Long Beach 8000 o melhor custo benefício para pesca de praia e confira o detalhamento técnico desse equipamento.

CARACTERÍSTICAS

  • Carretel e manivela em alumínio;
  • Carretel reserva em grafite;
  • Seis rolamentos de esferas e um rolamento de rolete em aço inoxidável;
  • Relação de recolhimento 4.6:1;
  • Peso 550g;
  • Drag 15kg;
  • Capacidade de linha: 0.20mm/410m, 0.35mm/285m, 0.23mm/310, 0.27mm/225m.

MOLINETE SAINT DRAGON COAST

Com uma ampla gama de tamanhos, o Dragon Coast atende todos os pré requisitos para pesca de lazer e competições. Seu carretel extremamente raso e largo comporta grande capacidade de linhas finas além do ótimo alcance de distâncias nos arremessos por conta do baixo atrito com o carretel. Robusto e super resistente!

CARACTERÍSTICAS

  • Tamanhos 5000, 8000 e 9000;
  • Carretel e manivela em alumínio;
  • Sete rolamentos em aço inoxidável.

MOLINETE TRABUCCO EMERY SURF

Desenvolvido pela marca européia Trabucco especialmente para competições, reuni características únicas que o torna um molinete singular. Sistema de recolhimento em X aliado ao "slow ocilation", acomoda a linha sobre o carretel de maneira homogenia, sem deixar folgas ou encavalada evitando cabeleiras durante o arremesso. Carretel principal cônico raso em alumínio perfeito para competições de pesca e casting.

CARACTERÍSTICAS

  • Carretel principal e manivela em alumínio,
  • Dois carretéis reservas em grafite;
  • Nove rolamentos de esferas e um rolamento de rolete em aço inoxidável;
  • Eixo principal fabricado em aço inoxidável;
  • Relação de recolhimento 4.6:1;
  • Peso 650g;
  • Capacidade de linha: 0.22mm/300m, 0.28mm/200m, 0.33mm/150m.

MOLINETE SHIMANO SPEEDMASTER XTC

Desenvolvido com as tecnologias mais avançadas disponíveis no mercado, a Shimano tem em sua linha de produtos o molinete Speedmaster XTC com sistema "G Free Body" consiste em deslocar o centro de gravidade do carretel para mais perto da vara. Ao aproximar o centro de gravidade da posição da mão do pescador, ajuda a reduzir a fadiga e a aumentar o conforto. Conta exclusivo sistema de ajuste para o carretel permitindo fazer uma cama sem utilizar linha. Três opções de uso: carretel 14000 (original), 3500 e 10000.

CARACTERÍSTICAS

  • Carretel em alumínio AR-C Spool;
  • Sistema de fricção Hi-Speed Drag;
  • Recolhimento Super Slow Ocilation;
  • Drag 20kg;
  • Peso 625g;
  • Relação de recolhimento 4.3:1;
  • Capacidade de linha: 0.35mm/550m, 0.40mm/400m, 0.45mm/300m.
Existem outros modelos que não foram listados, porém são ótimas opção. Acesse nosso site o confira o catálogo!

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Anzol, conheça suas características e principais modelos

Anzol, conheça suas características e principais modelos

Anzol, conheça suas características e principais modelos

O conceito de anzol vai muito além de um simples "gancho" para captura de peixes, o uso inadequado pode fazer da sua pescaria um verdadeiro fracasso. Preparamos essa matéria para que você entenda melhor sobre a anatomia dos anzóis e como cada uma das suas caraterísticas podem influenciar na modalidade de pesca escolhida.

OLHO OU OLHAL

Fica no topo da haste do anzol e serve para fixar a linha podendo usar vários nós para união como nó único, nó trilene ou de forca. Para utilização na pesca de praia faça uma adaptação com o mesmo empate para anzóis de chapinha. Possui dois modelos básicos: argola e agulha (diâmetro menor).

CHAPINHA OU PATA

Muito comum para a utilização na pesca de praia devido ao seu menor peso além de facilitar o nó de empate (pernada) fazendo do mesmo uma extensão do anzol sem olhal, que trabalha de maneira mais natural com as movimentações da maré.

Confira algumas das vantagens:

HASTE

Consiste no “corpo” do anzol que pode ter comprimento e espessuras variadas. Além de servir como um suporte para o empate evita que peixes com dentição possam alcançar a linha e cortá-la. Possui variações como curta, média, longa e com farpas.

ABERTURA

Espaçamento entre a ponta do anzol e a haste que pode variar muito entre cada modelo. Quanto menos espaço entre ambos, mais fácil é a entrada do anzol na boca de pequenos peixes.

PONTA

Corresponde a extremidade que perfura o peixe, apresentando inúmeras variações de posicionamento sendo reta, curvada, invertida aberta ou fechada. Possui formatos diferentes como ponta de agulha (lisa) ou chanfrados com várias faces.

FARPA

É o componente que prende o anzol na boca do peixe tendo variações como a normal (standard), meia farpa, micro ou tripla (sendo duas na haste).

GARGANTA

Distanciamento entre a curvatura do anzol e a ponta.

CURVATURA

A parte mais baixa do anzol que forma um ângulo perpendicular à haste. Cada modelo de anzol possui uma curvatura sendo mais aberta ou fechada.

MATERIAIS

Em resumo, o material base utilizado para anzóis é o aço carbono, além de ser muito versátil oferece uma ótima afiação, maleabilidade e resistência. A escolha desse material não é por acaso, em situações onde perdemos o peixe o anzol fica na boca do animal em questão de dias o mesmo se deteriora com muita facilidade, não afetando a saúde e evitando a morte do mesmo.

Também há materiais como aço inoxidável geralmente empregados para anzóis de pesca pesada onde é necessário força extrema.

Possui várias formas de cobertura em nickel com variações de cores. Sua principal função é retardar a oxidação do anzol e garantir maior longevidade da afiação.

Outro ponto muito importante é o tipo de afiação que pode ser feita através de processos químicos ou com laser, porém, cada fabricante utiliza um método.

Anzóis forjados podem oferecer maior resistência do que modelos convencionais, tendo formato comum arredondado ou amassado.

MODELOS

Aos decorrer dos anos e o aprimoramento de processos e matérias primas surgiram vários modelos de anzóis com funcionalidades especificas, porém vamos citar os mais comum utilizados no Brasil.

MARUSEIGO

O modelo mais comum e conhecido entre os pescadores, adotado para as mais variadas modalidades de pesca sendo os menores para pesca de praia, médios para pesca pesca de água doce como tilápia, piau e carpa. Já os tamanhos grande é ideal para pesca pesada de anchova, dourado, pintado, piapara entre outros.

Tamanhos: 06, 08, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 26, 28 e 30.

CHINU

É o queridinho entre os pescadores esportivos de água doce, possui menor volume ideal para usar com massa, milho e pequenas frutas. Indicado para captura de peixes com dentição e boca pequena como pacu, tambaqui, tilápia e carpa. Tamanhos pequenos são empregados para pescaria embarcada na água salgada, principalmente para o peixe porco e prego.

Tamanhos: 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08 e 09.

OCTOPUS

Um clássico da marca Gamakatsu, reconhecido para sua resistência para pescaria pesada para peixes como anchova, garoupa, pirara, jau entre outros. Os tamanhos menores são ótimos para pesca de tilápia,pacu, piau, piauçu.
Possui duas variações que são o 4X, que é mais reforçado com olhal reto e a versão Circle.

Tamanhos: 08, 06, 04, 02, 01, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 7/0, 8/0 9/0 e 10/0.

LIVE BAIT

Anzol curto e super reforçado ideal para usar com isca naturais para captura de grandes exemplares como atum, olhete, olho de boi e xaréu preto.
Também é uma ótima opção para a confecção de suporte hook para jumping jig, indicamos o uso de kevlar e argola solid ring.

Para iscar passe o anzol pela parte de cima da cabeça do peixe ou pela boca.

Tamanhos: 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 7/0, 9/0, 11/0 e 13/0.

CIRCLE HOOK

Um dos modelos mais utilizados para pesca esportiva, principalmente para peixes de grande porte como pirarara, jau, pintado e surubim. Também pode ser tilziado para pesca embarcada em alto mar para captura de cherne, garoupa, olhete, galo de penacho entre outros. Seu grande diferencial é a ponta curvada em formato de "unha" que ao ser sugado encaixa na extremidade da boca do animal, evitando que o mesmo engula e cause ferimentos internos.

Tamanhos: 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 8/0 e 10/0.

WIDE GAP

Também conhecido como "anzol robaleiro" foi projetado para utilizar com isca viva como camarão, manjuba, lambari entre outros. Possui estrutura mais fina que os modelos convencionais, assim não danifica o corpo da isca mantendo-a viva por mais tempo.

Tamanhos: 06, 04, 02, 01, 1/0, 2/0 e 3/0.

NORUEGA

Modelo consagrado pescadores de água salgada, possui o formato clássico reto com a ponta forjada e olhal grande, permite passar a linha com muita facilidade mesmo sendo espessuras maiores como 0.80mm. Ideal para pescaria de fundo para captura de badejo, garoupa, cherne entre outros. Tamanhos menores são uma ótima opção para palombeta, pescadinha, carapicu, peixe porco.

Tamanhos: 17, 16, 15, 14, 13, 12, 11, 10, 09, 08, 07, 06, 05, 04, 03, 02 e 01.

O'SHAUGHNESSY

É uma variação do Noruega que pode ter farpas na haste, desenvolvido especialmente para pescarias onde é necessário um anzol super resistente, pode ser utilizando tanto para água doce quanto salgada. Também é utilizado para pesca profissional para confecção de pargueiras.

Tamanhos: 8, 6, 4, 2, 1, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0, 5/0, 6/0, 7/0, 8/0, 9/0 e 10/0.

CRYSTAL

Similar ao modelo akita kitsune utilizado para a pesca de praia. Sua principal característica é a estrutura fina que torna mais fácil a penetração em peixes de pequeno e médio porte como lambari, cará, saicanga e tilápia.

Tamanhos: 16, 14, 12, 10, 08, 06, 04, 02 e 01.

OFFSET

Utilizado para iscas soft para pesca de traíras, possui dois modelos principais que são offset ewg para crituras, salamandras e frogs, já o offset worm é mais indicado para iscas como minhocas. Pode ser adaptado para o uso com iscas para robalo como camarões.

Tamanhos: 02, 01, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0 e 5/0.

Tem dúvidas como utilizar a montagem correta para iscas soft? Acesse a matéria principais tipos de montagens para iscas soft.

GARATEIA

Na maioria dos casos o seu uso é para equipar iscas artificiais, possui três pontas para garantir melhor fisgada e evitar que o peixe escape durante a briga. Pode ser utilizada para montagens com boia luminosa para captura de peixe espada.

Tamanhos: 08, 06, 04, 02, 01, 1/0, 2/0, 3/0, 4/0 e 5/0.

OBSERVAÇÕES

  • Utilizamos as tabelas de tamanhos das marcas Gamakatsu, Owner e Marine Sports como referência;
  • Todos os tamanhos listados estão na ordem crescente de tamanho;
  • As numerações podem aumentar de forma crescente, decrescente, números pares ou ímpares;
  • Existem marcas que adotam códigos para identificar os modelos, como é o caso da Marine Sports com o modelo 12147.

ESCOLHA DOS TAMANHOS

O número que define o tamanho de um anzol é usado individualmente por cada fabricante. A escala mais utilizada é do tamanho crescente iniciando no número 01 até o 30, levando como base no anzol como maruseigo. Em alguns casos na numeração é inversa, tendo o tamanho 12 como pequeno e o 01 como grande baseado no modelo 4330 como exemplos. Para anzóis maiores do que 30 é utilizada a medida /0.

Para saber o tamanho adequado dos anzol que será utilizado é importante ter em mente as espécies que se deseja capturar. É importante conhecer sobre a espécie peixes que será pescado, como por exemplo: saber a posição da boca, o tamanho e hábitos alimentares.

Com um anzol muito grande, dificilmente os peixes conseguiram acomodar na boca e, dependendo da espécie, será impossível capturá-la. Por outro lado, anzóis pequenos causam ferimentos no peixe, podendo engolir e machucar órgãos internos como brânquias e estômago.

O próximo passo é colocar a teoria na prática, acesse a matéria 7 melhores anzóis para pesca de praia e garanta o sucesso da sua pescaria.

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