Ponta Híbrida | O que é e como funciona

por | jun 22, 2022 | PESCA DE PRAIA | 0 Comentários

HISTÓRIA

Durante muitos anos, varas tubulares dominaram o mercado já que ofereciam grande resistência para arremesso de chumbadas de gramaturas altas, ou seja, à partir de 120g, porém, para identificar as fisgadas dos peixes de pequeno porte era quase impossível. Para driblar essa dificuldade, em competições eram cronometrados em torno de 3 à 5 após o arremesso para recolher a linha e verificar se havia algum peixe fisgado.

Na Europa, durante a década de 90, surgiu uma inovação nas construções de varas para pesca de praia, a ponta híbrida, que visava a alta sensibilidade.

CONSTRUÇÃO

O conceito da ponta híbrida consiste em um blank tubular com a ponta maciça, podendo variar entre fibra de carbono ou fibra de vidro. Sua espessura pode chegar até 1 milímetros, enquanto varas tubulares possuem no mínimo 2.5 milímetros.

Existem três formas de construção, sendo:

  • Transpassagem: A montagem mais comum e muito utilizada para fabricação de varas de ponta agulhada, para pesca de beira. Consiste em introduzir o carbono maciço por dentro do carbono tubular e posteriormente fazer a sua fixação.
  • Encaixe: É o processo adotado pela maioria das marcas disponíveis no mercado, onde é encaixada por cima da blank tubular. Na emenda é instalado um passador que funciona como um reforço, além de dar um ótimo acabamento.
  • Ponta removível: São projetadas de fábrica com diferentes espessuras de pontas, que torna mais prática a adequação do material de acordo com a modalidade de pesca escolhida.

Existem dois materiais utilizados para a fabricação da ponta híbrida, o carbono maciço possui ação mais rápida e precisa para maior performance, tornando perceptível a mais sensível fisgada.

Também temos a fibra de vidro como uma alternativa com melhor custo x benefício. Sua principal característica é a ação média ou média lenta ideal para pesca de beira, proporciona um arremesso suave, sem deixar de lado a sensibilidade.

POR QUE UTILIZAR PONTA HÍBRIDA?

A principal vantagem é a sensibilidade na fisgada, seja com a vara na mão ou na espera. Em muitos casos a vara acaba fisgando automaticamente sem a interferência do pescador.

Comparando com uma vara de ponta tubular, a ponta híbrida perde em longevidade nos arremessos, porém ganha na suavidade durante o arremesso mantendo a isca intacta, melhorando a produtividade da pescaria.

Além disso, funciona como um amortecedor, absorvendo o impacto das ondas ou da maré e mantendo o chicote no mesmo local onde foi arremessado.

Assista o vídeo que preparamos com todo o detalhamento técnico sobre a ponta híbrida:

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